<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407</id><updated>2011-11-27T23:16:44.032Z</updated><title type='text'>Guerra Peninsular - As Invasões Francesas.</title><subtitle type='html'>A zona oeste de Portugal é riquíssima em termos de presença humana, desde tempos que se perdem na memória. Mas poder-se-á efectivamente falar numa identidade oestina? Ou será que somos nós que vamos construindo, mesmo nos dias de hoje essa mesma identidade. Também há quem diga que estaremos cada vez mais a perdê-la....</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>122</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4480612995332032770</id><published>2008-06-16T21:58:00.002+01:00</published><updated>2008-06-16T22:06:39.976+01:00</updated><title type='text'>Visita aos locais da Primeira Invasão.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Ora aqui estão os detalhes da visita, que afinal irá ocorrer no dia 19 de Julho, outro sábado. A organização resulta de uma parceria entre os Arquivos Municipais de Óbidos e a Associação para a Defesa e Divulgação do Património de Torres Vedras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Informações adicionais podem ser obtidas nos postos de Turismo de Óbidos e de Torres Vedras, a partir do dia 23 de Junho, data em que se abrem igualmente as inscrições. Nesse dia farei um novo post com as mesmas, deixando o mail &lt;a href="mailto:aureahistorica@gmail.com"&gt;aureahistorica@gmail.com&lt;/a&gt; à disposição para quem o desejar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O programa ocupa todo o dia, inclui transporte, almoço e explicações detalhadas nos locais a visitar. Será ainda distribuída pelos participantes uma brochura com um resumo dos acontecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4480612995332032770?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4480612995332032770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4480612995332032770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2008/06/visita-aos-locais-da-primeira-invaso.html' title='Visita aos locais da Primeira Invasão.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1962796756385262425</id><published>2008-06-04T11:39:00.002+01:00</published><updated>2008-06-04T11:48:27.496+01:00</updated><title type='text'>Novidades.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Depois de tanto tempo sem novidades, elas aqui estão. O livro sobre a Primeira Invasão que estou a escrever, ainda está em fase de investigação, não creio que o possa editar ainda este ano, mas logo se vê, o problema como sempre também depende da disponibilidade financeira das instituições que nos apoiam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Entretanto continuo a participar em visitas aos campos de batalha das Invasões Francesas e a próxima que resulta de uma parceria entre a Associação de Defesa do Património de Torres Vedras e os Arquivos Municipais de Óbidos vai decorrer no dia 12 de Julho, um sábado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O programa ainda tem uns pormenores por limar, mas não deverá fugir muito a isto: às &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;9h, concentração junto ao Museu Municipal em Torres Vedras, depois partiremos para a Roliça e terminaremos no Vimeiro, junto ao monumento. As inscrições decorrerão no Turismo em Torres Vedras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Assim que possuir os detalhes definitivos farei um novo post.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1962796756385262425?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1962796756385262425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1962796756385262425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2008/06/novidades.html' title='Novidades.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2587310954524109139</id><published>2007-11-19T20:10:00.000Z</published><updated>2007-11-19T20:25:26.211Z</updated><title type='text'>Interregno.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;Já há algum tempo que com outro colega preparo a segunda edição de um livro sobre a Primeira Invasão, desse modo e como agora os trabalhos vão recomeçar a bom ritmo tendo em vista o objectivo de o ter publicado em Agosto de 2008, o blog não só vai ficar para segundo plano como vou começar a retirar alguns dos seus conteúdos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Um dos objectivos ao iniciar um projecto como este, sempre foi o de  posteriormente dar um salto para uma página web, que permite outro género de interactividade e um alargar ainda mais do âmbito a que me propus inicialmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Não quer isso dizer que o blog vai pura e simplesmente desaparecer, serão aqui divulgadas todas as iniciativas por nós organizadas, ou outras se assim nos for solicitado e principalmente as visitas guiadas aos campos de batalha e não só, das Invasões Francesas, terão sempre grande destaque. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Em breve iniciaremos mesmo um serviço regular de visitas para grupos de 8 pessoas no mínimo, principalmente centrados na região Oeste, mas com possibilidade de extensões a Almeida e Buçaco, Elvas e Albuera, Porto e Leiria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;O mail &lt;a href="mailto:aureahistorica@gmail.com"&gt;aureahistorica@gmail.com&lt;/a&gt;, continuará à disposição para quem quiser entrar em contacto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2587310954524109139?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2587310954524109139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2587310954524109139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/11/interregno.html' title='Interregno.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7651237810196905229</id><published>2007-10-25T22:59:00.000+01:00</published><updated>2007-10-25T23:33:05.886+01:00</updated><title type='text'>Almeida e Buçaco.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;Cumpriu-se nos dias 20 e 21 do corrente mês de Outubro, a visita a que aqui foi feita menção, inserindo-se neste caso no âmbito da terceira invasão, isto para não estarmos sempre a falar da primeira, afinal qualquer das 4 é muito interessante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;Primeiro visitou-se a  vila fortificada de Almeida, tendo o grupo participante a oportunidade de ver ou rever, conforme os casos, os locais mais emblemáticos, desde as casamatas aos diversos baluartes e com menções igualmente importantes a alguma arquitectura civil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Constata-se mais uma vez como o nosso património é tão mal preservado e que restará mais do que isso a uma lodalidade de interior? Gostaria de no entanto destacar o esforço de reconstrução patente no agora designado Picadeiro D'el Rey, um exemplo que deveria ser seguido em mais locais, não só de Almeida como do país. Não ficou esquecida a ponte sobre o Côa, onde a "Light Division" enfrentou uma das suas maiores provações e depois ainda houve tempo  para uma visita, um pouco fora de contexto, mas sempre muito agradável, ao castelo de Marialva, onde o pôr do sol é algo de especial, isso é garantido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;A dormida desse dia deu-se em Celorico, integrando-se isso, numa tentativa bem sucedida de seguir parte do caminho que os exércitos franceses tomaram em 1810. Assim no dia seguinte visitou-se a "ponte velha" de Fornos de Algodres, uma espécie de ponto de não retorno para Masséna, que a partir daí o levaria directamente para o Buçaco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Com algumas condicionantes procurou-se seguir sempre pela margem direita do Mondego, passando por localidades como Nelas, Santa Comba, etc., em direcção a Mortágua onde foi estabelecido o quartel general francês, mas só se parou no Moinho de Moura, a elevação onde Masséna estabeleceu o seu posto de comando no dia 27, o dia da batalha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Seguiu-se depois o moinho de Sula, sobranceiro à aldeia com o mesmo nome e onde ocorreu um dos ataques desse dia, depois como&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt; a tropa já precisava de reabastecimentos, só depois do almoço se prosseguiu a visita, neste caso no monumento comemorativo. Diga-se de passagem que a arborização da serra já não permite de todo a vista panorâmica que os anglo-portugueses tinham em 1810.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Por isso mesmo não se visitou a parte de Santo António do Cântaro, até porque essa estrada não é muito propícia a um autocarro, optando-se antes por visitar a Cruz Alta, o ponto mais alto da serra, onde finalmente foi possível ter uma visão a 360º. Aí foi explicado como os franceses enontraram a estrada de Boialvo, contornando as posições de Wellington que foi forçado a retroceder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Mas o dia só terminou com uma caminhada na muito bonita, mas igualmente muito negligênciada mata nacional, isto para quem ainda tinha forças, seguindo muitos no autocarro até ao Palace Hotel onde terminou o percurso, com o senão de a parte remanescente do mosteiro estar encerrada, afinal somos um país que aposta no turismo não é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:78%;"&gt;Não se vão ficar por aqui estas iniciativas, quem quiser mais informações pode sempre enviar um mail para &lt;a href="mailto:aureahistorica@clix.pt"&gt;aureahistorica@clix.pt&lt;/a&gt;, com um grupo significativo, podemos sempre fazer nova visita e no Arquivo Histórico de Óbidos, está disponível um caderno com um resumo da terceira invasão e com os locais mais interessantes do percurso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7651237810196905229?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7651237810196905229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7651237810196905229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/10/almeida-e-buaco.html' title='Almeida e Buçaco.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4144934342590802994</id><published>2007-10-03T10:08:00.000+01:00</published><updated>2007-10-03T10:21:27.861+01:00</updated><title type='text'>Visita.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Já está confirmada a visita à Praça-forte de Almeida e à Serra do Buçaco, com um pequena alteração de datas, passando para o fim de semana de 20 e 21 de Outubro. Mais informações podem ser obtidas junto dos postos de turismo de Óbidos, Bombarral, Lourinhã e Torres Vedras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;De modo sucinto, no primeiro a partida será efectuada de Óbidose seguiremos directamente para Almeida, que depois do almoço visitaremos. Seguir-se-á o campo de batalha do Côa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A noite será passada na Quinta dos Cedros em Celorico, onde ocorrerá o jantar e o pequeno almoço do dia seguinte. O percurso a efectuar até ao Buçaco será mais ou menos o dos exércitos franceses, ou seja, a aproximação será feita por Mortágua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não poderemos ver todos os locais onde se desenrolou a batalha por falta de tempo, mas não deixaremos de ir aos mais importantes, como o posto de comando de Masséna, o monumento, o museu, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A própria mata e o palace hotel não serão esquecidos, estando reservado algum tempo para um passeio nesse que é um dos locais mais bonitos de Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Participem, será decerto um passeio agradável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4144934342590802994?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4144934342590802994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4144934342590802994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/10/visita.html' title='Visita.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6754100214969198364</id><published>2007-09-12T22:55:00.000+01:00</published><updated>2007-09-12T23:01:42.920+01:00</updated><title type='text'>Visita.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Dadas as muitas solicitações recebidas, afinal não iremos realizar a programada visita aos locais da Primeira Invasão no Oeste de Portugal, vamos antes organizar uma outra de dois dias a Almeida e ao Buçaco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os preparativos estão em marcha e a data apontada é o fim de semana de 13 e 14 de Outubro, com partida e chegada a Óbidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Brevemente todos os detalhes serão aqui publicados, no que será uma das últimas entradas, pois uma página web está em preparação, com mais conteúdos, outra apresentação e uma equipa de poucos mas bons elementos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6754100214969198364?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6754100214969198364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6754100214969198364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/09/visita.html' title='Visita.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-395097769095256235</id><published>2007-08-03T17:00:00.000+01:00</published><updated>2007-09-12T22:55:19.407+01:00</updated><title type='text'>Visita.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O blog está de férias, pelo que novidades só lá para o final de Agosto, de qualquer modo e dado o sucesso das edições anteriores, informo desde já que a nossa equipa está a preparar mais uma visita aos locais que fizeram a História da Primeira Invasão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não há data marcada, mas será num sábado de Setembro e à semelhança das outras ocupará todo o dia, incluí a visita guiada, almoço e transporte de e para o local combinado para a partida, o preço não ultrapassará os 30 euros. Para pré inscrições contactar &lt;a href="mailto:aureahistorica@clix.pt"&gt;aureahistorica@clix.pt&lt;/a&gt; deixando o nome e contactos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-395097769095256235?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/395097769095256235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/395097769095256235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/08/visita.html' title='Visita.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4545524394207605246</id><published>2007-07-25T18:19:00.000+01:00</published><updated>2007-07-24T20:21:23.620+01:00</updated><title type='text'>Bernardim Freire de Andrade (1759-1809).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Nascido em Lisboa, alistou-se no exército depois de ter frequentado o colégio dos nobres, começando como cadete no regimento de infantaria de Peniche, que fazia parte da guarnição de Lisboa. Em 1782 é promovido a alferes da 5ª companhia deste mesmo regimento, onde aliás se mantém até ser promovido a Major.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;No ano de 1793, toma parte na campanha do Rossilhão, durante a qual ascende a coronel (1794) e onde se começa a distinguir pelas suas qualidades de comando, chegando a ser ferido no assalto a Madalena. No regresso a casa tem nova recompensa pelos bons serviços prestados, é agora brigadeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1800 é nomeado governador e capitão general de São Paulo, mas então já se iniciavam os preparativos de um conflito que se avizinhava com Espanha e que rebenta em Maio do ano seguinte - a Guerra das Laranjas. Fica assim com o comando de uma brigada do exército do Alentejo, com a qual salva as tropas de Carcome Lobo da destruição, no combate de Arronches.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Pelo prestígio adquirido é convidado a participar nas diversas comissões que tinham por objectivo a reforma do exército, é entretanto promovido a marechal de campo. O ano de 1807 encontra-o no Porto para onde fora nomeado governador de armas da região militar, no entanto, com a entrada dos franceses não permanece por muito tempo no cargo, optando por pedir a sua dispensa, prontamente concedida pelo conselho de regência e retira-se para a sua casa de família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Já quando estala a revolta, encontrava-se em Coimbra com um seu primo direito, Miguel Pereira Forjaz e juntos viajam para o Porto, onde ocupam cargos de destaque na Junta de Supremo Governo. D. Miguel na parte administrativa e Bernardim na reorganização de um exército desfeito pelos franceses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Foi com essas forças, mal treinadas e mal equipadas, mas que mesmo assim já ascendiam a perto de 10.000 homens, que iniciou a sua marcha, tendo chegado a Coimbra no dia 5 de Agosto. Pouco depois encontra-se pela primeira vez com o general Wellesley em Montemor o Velho, que perante o estado das forças portuguesas decide incorporar apenas cerca de 1500 homens nas suas fileiras, mas cede armas e alguns abastecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ficou estabelecido que os portugueses protegeriam o flanco dos ingleses que marchariam para Sul junto à costa, Wellesley não contava com este auxílo, pois sabia perfeitamente que por mais vontade e patriotismo que os portugueses demonstrassem, só isso não seria suficiente para fazer frente aos franceses. Utilizava então todos os pretextos possíveis para demorar a sua marcha, caso da paragem em Leiria, por sua recomendação e para que se pudesse complementar o pouco treino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Tudo somado fez com que Freire não participasse em nenhuma das batalhas e quando chega finalmente à zona de Torres Vedras, já os príncipios do que viria a ser conhecido por Convenção de Sintra tinham sido acordados, de nada valendo os seus protestos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Regressado ao cargo de governador militar do Porto, em 1809 recebe a missão de defesa do Minho, já na 2ª invasão francesa, tendo a regência indicado quais os lugares que deveria defender. Tal não foi possível devido à rapidez do avanço inimigo e à continua escassez de homens treinados e de armas, mesmo assim consegue impedir a passagem de Soult por Caminha, não impedindo todavia a invasão de Trás os Montes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Tentou ainda, em diversos reconhecimentos entre Braga e Ruivães, escolher um local adequado onde pudesse montar uma linha de defesa, depara-se com imensas dificuldades, que começavam na indisciplina que ainda reinava no seu exército e decide então a retirada para o Porto. Os seus homens extremamente permeaveis às influências dos habitantes da zona, são levados a crer que ele estava a abrir o caminho para os franceses e prendem-no.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ainda conseguiu salvar-se de uma primeira situação complicada, pela mão de António Bernardo da Silva, comandante de ordenanças, que travou os ímpetos dos que acusavam Bernardim de colaboracionista e de ter entregue o país aos franceses, mas mais à frente nada pôde fazer quando milícias, misturadas com camponeses o quiseram linchar pelos mesmos motivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Por mais uma vez valeu-lhe o Barão de Eben, que comandava um regimento sedeado no Porto, e que o queria levar para o seu quartel, o pior é que a pequena escolta que deixou foi insuficiente para conter a população e no dia 18 de Março é assassinado juntamente com o seu quartel mestre general Custódio José Gomes Vilas Boas, perto de Braga.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4545524394207605246?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4545524394207605246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4545524394207605246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/07/bernardim-freire-de-andrade-1759-1809.html' title='Bernardim Freire de Andrade (1759-1809).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3104647710600404950</id><published>2007-07-19T21:19:00.000+01:00</published><updated>2007-07-19T21:37:30.067+01:00</updated><title type='text'>Curiosidades.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Na rotunda do Castelo do Queijo, no Porto, está uma imponente estátua equestre de D. João VI &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;da autoria de Salvador Carvão da Silva d'Eça Barata Feyo, reputado escultor, com larga obra espalhada pelo país e que foi igualmente director do Museu Nacional Soares dos Reis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;É a réplica de uma outra que tinha sido oferecida pelo governo de Portugal à cidade do Rio de Janeiro, inaugurada pela ocasião das comemorações do 4º centenário desta cidade em 1965. Ainda hoje lá está na praça 15 de Novembro, onde se localiza o antigo Paço Real.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Logo no ano seguinte e assim que ficou pronta, Junho de 1966, foi a vez desta ser inaugurada, mas inicialmente encontrava-se na praça Gonçalves Zarco, não resistiu portanto às renovações que se vão, bem ou mal, fazendo nas nossas cidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O que é caricato é que quando foram concluídas as obras na dita rotunda, não houve o cuidado por parte dos autores das mesmas em recolocar D. João a olhar na direcção do Brasil, tal como estava anteriormente. Pormenor de somenos, talvez para alguns..........&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3104647710600404950?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3104647710600404950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3104647710600404950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/07/curiosidades_19.html' title='Curiosidades.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5198221596393634826</id><published>2007-07-17T22:06:00.000+01:00</published><updated>2007-07-16T18:52:52.142+01:00</updated><title type='text'>Napoleão 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Tenho assistido ultimamente a muitas discussões sobre esta personagem, que quase 200 anos após a sua morte ainda suscita tantas paixões e ódios. Não poderia  deixar então de dar o meu contributo para a mesma e tentar também esclarecer alguns pontos que me parecem algo inexactos, num momento em que leio uma notícia de que mais um recorde foi batido, com a venda por 4.1 milhões de euros do sabre que usou em Waterloo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;De herói a monstro, de tudo um pouco chamam a Napoleão, mas gostaria de começar pelas importantes reformas que introduziu e que tiveram um impacto muito para além das fronteiras de França, sentido até aos dias de hoje. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Começando pela economia, foi durante a sua governação que foi criado o Banque de France, único que podia emitir moeda, levando à redução da inflação e à implementação de medidas proteccionistas que em muito contribuiram para o fortalecimento da indústria e do comércio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Talvez a reforma mais importante tenha sido a introdução do Código Civil em 1804, onde estava consagrado o direito à propriedade, à liberdade individual e a igualdade de todos perante a lei, já o Código Penal instituído em 1809 vigorou em França até 1994. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na educação começou-se tudo do zero, formando-se cidadãos em termos de comportamento moral, político e social. Finalmente consagrou-se a supremacia do Estado sobre a Igreja, por exemplo entre várias reformas, o casamento passou a constar de dois actos, o civil e o religioso e os bispos eram nomeados pelo governo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mais tarde o próprio escreveu que, a sua maior glória não foi ter ganho 40 batalhas, Waterloo tudo apagaria, mas nada apagaria o seu Código.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um facto curioso é o de no seu casamento com Joséphine não ter havido descendência e por isso foi negociado um outro com a filha do imperador austríaco, assim ao abrigo do novo código, este foi o primeiro divórcio a ser decretado em França.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Anteriormente já tinham existido um conjunto de reformas que estabilizaram a administração pública depois dos anos conturbados da Revolução, o que agradou em muito à nova elite burguesa que não só ajudou, como em muito contribuíu para a ascensão de Napoleão a Imperador. Também a população em geral apoiou o seu governo, cansada dos anos sem lei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na parte militar, foi sua a reforma que originou a moderna conscrição, modelo depois seguido em todo o mundo, mas foi mais longe, aproveitando ensinamentos anteriores, expandindo-os e mesmo inovando, caso dos corpos de exército que em muito contribuíram para as suas muitas vitórias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mais, o papel da cavalaria foi revisto, sendo agora preponderante, os estados maiores foram reorganizados, assim como a artilharia. O objectivo era a mobilidade que pudesse originar a aniquilação do inimigo, para isso as invasões ocorriam num território mais vasto, oferencendo uma plêiade de oportunidades estratégicas e onde as vitórias seriam decisivas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O nacionalismo e o ideal do Estado Nação, foram impulsionados pelo período napoleónico, afinal a Itália foi pela primeira vez em séculos, unificada num reino único sob a sua égide e a Confederação do Reno que com os seus 40 Estados, veio substituir o Sacro Império com a míriade de 1000 pequenas entidades, foi o primeiro passo para a reunificação Alemã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na Polónia o actual hino nacional ainda contém uma referência à sua personagem, sendo aí encarado como um libertador que mostrou qual o caminho a seguir para a independência. Concluíndo, até os seus inimigos lhe reconheceram os méritos, questionado sobre quem seria o melhor general, Wellesley respondeu "Nesta época, na passada e em qualquer outra, Napoleão".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5198221596393634826?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5198221596393634826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5198221596393634826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/07/napoleo-1.html' title='Napoleão 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4737910486316770666</id><published>2007-07-14T14:59:00.000+01:00</published><updated>2007-07-12T11:07:39.202+01:00</updated><title type='text'>Alpedrinha.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;As revoltas do período da primeira invasão perdem-se aos poucos na memória, quase 200 anos passados sobre os acontecimentos e, especialmente quando decorrem em pequenas localidades, pouco ou nada se escreve já sobre as mesmas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Daí um dos objectivos destes artigos, não deixar cair no esquecimento o que se passou entre 1807-1808, anos fundamentais para uma refundação da identidade portuguesa, pois não é o exército que lídera o combate aos "usurpadores", são as populações locais que em primeiro lugar o fazem ao aclamarem o príncipe regente e ao hastearem novamente a bandeira nacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As vitórias inglesas são de extrema importância e em muito contribuem para a expulsão final dos franceses, mas estas revoltas, mesmo com pesadas perdas para as populações, em muito influem também para o resultado final, ao darem a entender ao inimigo que o país não mais aceitaria de ânimo leve a sua presença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Alpedrinha, no dia 5 de Julho de 1808, assistiu a mais um dessas violentas entradas do general Loison, que pretendia desse modo incutir um terror tal nos populares, que estes não mais se revoltariam contra o governo francês. Os resultados seriam sempre inversos, mas nada disso impedia as atrocidades, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;diversas casas foram saqueadas e depois queimadas, estimando-se que 31 pessoas tenham perecido neste dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A economia nacional já de si muito depauperada, muito dificilmente recuperou depois de destruída parte da sua capacidade de produção agricola e mesmo a insipiente indústria sofreu. Para além das repercussões que se sentiriam por muitos anos com a degradação dos solos, a ruína de muitas das estradas e pontes, a perda de gerações, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não será esta, no entanto, uma razão suficientemente forte para que haja quem escreva que estas comemorações, a acontecerem, seriam de choro, isso é demonstrar um total desconhecimento da história, é não ter aprendido nada com o passado, afinal uma das grandes lições que a História pode dar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;É finalmente desconhecer, que a construção da democracia portuguesa começou à quase 200 anos, no dia 30 de Novembro de 1808, quando o general Junot chegou a Lisboa. Caminho longo esse e trilhado à custa do sacrifício de muitos, mas afinal não valeu a pena?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4737910486316770666?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4737910486316770666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4737910486316770666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/07/alpedrinha.html' title='Alpedrinha.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4452699167821587470</id><published>2007-07-12T11:29:00.000+01:00</published><updated>2007-07-11T10:10:55.577+01:00</updated><title type='text'>Joaquim José da Silva.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Os últimos anos do século XVIII e os iniciais do século XIX, foram extremamente problemáticos para Portugal, país empobrecido e economica, social e culturalmente atrasado. Ao mesmo tempo foi ainda um tempo de grandes descobertas e grandes feitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Porque apesar de todas as dificuldades ainda existiam pessoas brilhantes e com empenho, que tentavam lutar até contra preconceitos e interesses estabelecidos, afinal problemas que já têm 200 anos, ou mais. Joaquim José da Silva inseriu-se nesse grupo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Natural do Rio de Janeiro, tal como muitos outros seus compatriotas vem para a metrópole para concluir os seus estudos em medicina e em matemática na universidade de Coimbra. Com mais dois colegas integra durante algum tempo o Real Gabinete da Ajuda, que possuía uma imponente biblioteca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O seu objectivo, ao qual dedicou 4 anos da sua vida, era a preparação de uma expedição ao Brasil, tendo em vista uma melhor compreensão da sua história natural, no entanto, a nomeação para secretário do governo em Angola veio frustrar um pouco estes planos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Para minorar a situação, foi-lhe concedida a oportunidade de manter aí as funções de naturalista e assim na primavera de 1783, parte de Lisboa com Angelo Donati, um artista e naturalista e José António, um artista. A viagem dura 4 meses e a primeira contrariedade surge logo em Benguela, onde durante a escala de 19 dias morre Donati, pelo que são muito escassos os seus trabalhos conhecidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Já instalado em Luanda, parte pouco depois numa expedição ao rio Dande, em Cabinda, de onde envia para Lisboa os primeiros espécimes que recolhe e que incluíam minerais, um herbário, os cornos de uma cabra de montanha e uma nova espécie de manatim. Novo azar atinge-o então, com a morte em Massangano do único artista que restava, José António, após doença prolongada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Entre 1784 e 1785 tem que permanecer nas suas funções junto do Governo da colónia, mas em Maio desse úlitmo ano juntou-se a uma expedição militar que tinha por objectivo a descoberta da foz do rio Cunene. Durante dois anos percorreu o interior, no Sul de Angola, mas não foi possível concretizar essa descoberta devido à seca, mas também aos ataques das tribos locais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Conseguiu apesar das muitas dificuldades, preparar um mapa, que incluía um diário da expedição e ainda trouxe consigo duas caixas com minerais e exemplares da flora da região. Os seus envios mantêm-se de forma mais ou menos regular até 1787.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nesse ano pede permissão para regressar a Lisboa, ou então para poder regressar ao Rio de Janeiro, mas a resposta tardava, afinal a burocracia era e é lenta, o que o leva a decidir-se por permanecer em Luanda e a casar-se. Muito pôde então agradecer o real gabinete ao seu trabalho, entre 1790 e 1791, por exemplo envia aves e em 1792 envia uma hiena. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A partir desse ano concentra-se nas plantas que poderiam ter um interessante potencial económico, caso de algumas variedades de algodão, várias espécies de feijão e plantas medicinais, tudo para além dos minerais que sempre expediu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1794 parte para Ambaca onde se dedica à recolha e organização de colecções botânicas, só regressa a Luanda em 1799 devido às suas precárias condições financeiras, que não lhe permitiam sustentar a familia e prosseguir com os seus estudos científicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Temos notícias suas até precisamente ao ano de 1808 e sabe-se que parte das suas colecções foram alvo da cobiça dos franceses e que estão hoje patentes no museu de história natural de Paris, mas será que outra parte não menos importante não permanece encaixotada algures?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4452699167821587470?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4452699167821587470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4452699167821587470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/07/joaquim-jos-da-silva.html' title='Joaquim José da Silva.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3602471947229638115</id><published>2007-07-01T23:47:00.000+01:00</published><updated>2007-07-01T16:02:45.673+01:00</updated><title type='text'>Mapa.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RofB_YkUTsI/AAAAAAAAAHM/rpFxyWE1SoI/s1600-h/mapanevescosta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082243999181590210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RofB_YkUTsI/AAAAAAAAAHM/rpFxyWE1SoI/s200/mapanevescosta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Carta itinerária militar, que contém ainda a topografia da região a Norte de Lisboa, esboço de Neves Costa, 1809-1810. (Direcção dos Serviços de Engenharia)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3602471947229638115?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3602471947229638115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3602471947229638115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/07/mapa.html' title='Mapa.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RofB_YkUTsI/AAAAAAAAAHM/rpFxyWE1SoI/s72-c/mapanevescosta.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-8009401989686312044</id><published>2007-06-24T23:21:00.000+01:00</published><updated>2007-06-24T23:25:39.128+01:00</updated><title type='text'>S. Jorge, Açores.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A história do ano de 1808 não se faz só de franceses, reproduzo aqui um texto sobre outro tipo de acontecimento, igualmente gravoso e que grande sobressalto causou nesta ilha:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;No 1.º dia do mez de maio de 1808 (Domingo do Bom Pastor) sobre a madrugada sentio-se um grande terramoto e pelas 11 horas e meia outro maior seguido da estrondos distantes; o ar escureceu-se com espessas nuvens de fumo para a parte do nordeste, e assim continuou até a noite em que se avistaram copiosas labaredas de fogo que se elevavam da ilha de S. Jorge.Tocou-se logo a preces em todas as egrejas e o povo espavorido correu a implorar a misericordia divina para com aquelle infeliz povo.Continuaram os terramotos com estrondos nos dias seguintes e o fogo cada vez mais copioso; então no dia 7 reunio-se a camara da Horta com os principaes e resolveram mandar uma lancha áquella ilha com algum socorro e uma carta consolatoria á sua camara offerecendo hospitalidade ás pessoas que se quizessem refugiar nesta ilha para o que lhes mandariam barcos.Partio com effeito a lancha e brevemente voltou trazendo o ouvidor ecclesiastico d'aquella ilha e mais alguns padres; foram depois chegando algumas familias e para o Pico tambem veio o doutor juiz de fóra e mais algumas pessoas. (…)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;in Macedo, história das quatro ilhas, tomo 1, p. 300.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Obrigado S. Jorge Digital.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-8009401989686312044?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8009401989686312044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8009401989686312044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/s-jorge-aores.html' title='S. Jorge, Açores.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1799088833156544820</id><published>2007-06-21T15:43:00.000+01:00</published><updated>2007-06-21T14:37:43.773+01:00</updated><title type='text'>Regimentos de Milícias.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Após a reorganização da tropa auxiliar em 1793, surgiram os seguintes regimentos de milícias na zona Oeste e limítrofes (estando activos no período entre 1807 e 1808):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Terço de Infantaria Auxiliar da Comarca da Vila de Torres Vedras - Coronel José de Melo Lima Falcão, que era coronel agregado, passando a efectivo a 24 de Junho de 1807. Quero recordar que as comarcas eram entidades que abarcavam vários munícipios, pelo que o centro de recrutamente era a sede da dita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Terço de Infantaria Auxiliar da Comarca de Leiria - Mestre de Campo Isidoro dos Santos Ferreira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ambas não participaram em nenhuma acção de relevo nesta época, para além destas ainda existiam na capital as seguintes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- 2.º Terço de Infantaria Auxiliar do Termo de Lisboa e Regimento de Milícias do Termo da Corte, do Lado Ocidental - Coronel Estevão Joaquim Freire de Veras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Voluntários Reais de Milícias a Pé de Lisboa Ocidental - Coronel Pedro de Lencastre, Marquês de Abrantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Outras forças de infantaria surgiram numa altura (finais de 1808) em patriotas apelavam a todos os portugueses para que defendessem o solo pátrio contra os agora designados como usurpadores franceses, mas que não foram integradas em nenhuma divisão já existente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Regimento de Infantaria dos Voluntários Reais do Comércio - criado por decreto de 28 de Dezembro de 1808 - Coronel António Francisco Machado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Regimento de Cavalaria dos Voluntários Reais do Comércio - também criado a 28 de Dezembro de 1808 - Coronel João Pereira Caldas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Voluntários Reais de Milícias a Cavalo da cidade de Lisboa - alvará concedido em 21 de Outubro de 1807 - Coronel Henrique de Melo de Azambuja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1799088833156544820?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1799088833156544820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1799088833156544820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/regimentos-de-milcias.html' title='Regimentos de Milícias.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6365517462292052412</id><published>2007-06-19T18:50:00.000+01:00</published><updated>2007-06-19T15:38:15.277+01:00</updated><title type='text'>Combates no Tejo 2.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Apenas alguns dos combates que ocorreram em 1808:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;13 de Fevereiro - parte da tripulação do Confiance, embarcados em um escaler e um cúter e comandados pelo mestre Largue, atacam uma canhoneira ancorada junto ao forte de Paço de Arcos. A resistência liderada pelo guarda marinho Gandolphe, não impediu a sua captura bem como a de 50 prisioneiros e cerca de 100 armas. Os franceses perderam 3 homens e viram 9 ficarem feridos, os ingleses não tiveram baixas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Abril deu-se o ataque de Shipley já aqui resumido e que resultou na sua morte, bem como na de 40 dos seus companheiros. Neste mesmo mês, mas no dia 5, cerca de 170 portugueses que haviam procurado refúgio na frota inglesa, foram enviados para Plymouth e dois dias depois mais 200 seguiram o mesmo caminho, o seu último destino seria o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Diariamente partiam pessoas que procuravam abrigo na esquadra inglesa, por isso uma medida de Junot foi decretar que todas as embarcações teriam que ter obrigatoriamente letras e números pintados de forma visível, algo que permaneceu até aos nossos dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Maio com grande parte dos navios da frota portuguesa já reparados, um falso alarme, as vigias reportam a Junot que a frota inglesa não estava no horizonte e este pensa logo em mandar zarpar 1 fragata e 1 corveta, com o intuito de descobrir onde paravam esses navios, mas antes de os preparativos estarem concluídos, voltava a esquadra inglesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Junot tentava por todos os meios, sejam eles de lisonja ou de ameaça, a colaboração do almirante Siniavin, entregara-lhe todos os abastecimentos em víveres e em pólvora de que necessitava e propusera mesmo a entrega da nau Vasco da Gama, já recuperada e com 74 peças. Nada demovia no entanto o russo que continuava a argumentar que o seu país não estava em guerra com Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Napoleão também enviara instruções para que finalmente esta frota pudesse entrar em acção de modo a causar problemas aos ingleses, estabeleceu mesmo um prazo para que a mesma se fizesse ao mar - 1 de Julho. Mais esclarecido sobre a real situação, até do próprio país, Magendie considerou que era impossível guarnecer os 9 navios e depois de Maio, com a retirada da tropa espanhola, a tarefa foi abandonada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Sob bandeiras de tréguas, embarcações inglesas entravam no estuário para parlamentarem, quer com os franceses, quer com os russos, aos quais por vezes entregavam correspondência, este era afinal mais um expediente que lhes permitia obter notícias da situação na capital, por isso mesmo foram depois proibidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6365517462292052412?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6365517462292052412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6365517462292052412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/combates-no-tejo-2.html' title='Combates no Tejo 2.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6935483359414227833</id><published>2007-06-17T18:05:00.000+01:00</published><updated>2007-06-17T16:00:24.096+01:00</updated><title type='text'>Combates no Tejo 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Foram várias as acções que os ingleses intentaram no rio Tejo, com o objectivo,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt; mesmo que não se conseguissem alcançar grandes vitórias, nem causar grandes estragos, de pelo menos infligir duros golpes na moral dos franceses e de os obrigar a um permanente estado de alerta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um dos principais objectivos de Junot era a captura da frota portuguesa, mas pertencendo ele ao exército, Napoleão vai atribuir ao capitão Magendie, antigo oficial do estado maior do almirante Villeneuve, a responsabilidade do comando da frota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os melhores navios, como já sabemos, tinham zarpado com a família real, mas ainda restavam alguns cujos reparos não foram concluídos a tempo, ou para os quais não havia guarnição. Totalizavam 4 naus, 5 fragatas, 1 corveta, 2 brigues e 1 charrua. Neste número incluí-se a nau Príncipe Regente, futura D. João VI, que ainda estava em cavername no arsenal da marinha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Esta era a frota com que Magendie podia contar, mas que nunca saiu do porto dado o bloqueio imposto pelos ingleses, a prioridade seguinte foi precisamente a defesa das costas contra possíveis ataques, para isso alguns navios que estavam em tão mau estado que não podiam navegar, foram dispostos em linha na zona onde o rio mais estreitava, entre a torre de Belém e a torre velha da Trafaria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os ingleses desconheciam que tipo de defesas estavam os franceses a montar nas margens, mas tinham algumas estratégias para as descobrirem, em diversas ocasiões esperavam pela maré enchente e largavam pequenas jangadas a que amarravam lanternas, atraíndo o fogo inimigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;É que para além das fortalezas já existentes, foram construídos redutos provisórios, por exemplo nas praias de Porto Brandão, Paulina e Bom Sucesso e uma bateria de morteiros foi disposta entre Cacilhas e a Trafaria. Cerca de 183 peças de calibre variado procuravam assim assegurar a tranquilidade de Lisboa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nada disto impedia o trânsito constante de chalupas e de escaleres ingleses que procuravam inteirar-se de todas as movimentações, quer dos franceses, quer da esquadra russa do almirante Siniavin, fundeada entre Belém e a Junqueira. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um navio muito importante para Junot era o mercante Espada de Ferro, também fundeado na dita zona e que era como que um cofre forte, onde todas as riquezas saqueadas eram depositadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6935483359414227833?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6935483359414227833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6935483359414227833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/combates-no-tejo-1.html' title='Combates no Tejo 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1216964779991969870</id><published>2007-06-15T22:37:00.000+01:00</published><updated>2007-06-14T12:42:39.554+01:00</updated><title type='text'>Mílicias e Ordenanças.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Estas unidades eram específicas do exército português, não se podendo estabelecer uma equiparação com os seus congéneres europeus da época (século XIX) e resultavam de uma longa herança de conflitos, a começarem desde logo na conquista da independência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As mílicias tiveram a sua origem no reinado de D. Sancho I, embora só tenha sido D. Sancho II a estabelecer nos forais que outorgou a obrigação de todos os municipios as criarem. Durante a regência do infante D. Pedro, foi regulamentada a sua organização territorial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Já as Ordenanças surgem no reinado de D. Diniz, com a criação de corpos de besteiros, integrando homens de oficio que não faziam parte das mílicias, mas que passavam a estar "à ordem do rei", ou no dizer de Carlos Selvagem eram a "massa militar da nação". &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Tudo isto num tempo em que o exército não era permanente, sendo convocado consoante as necessidades e dependendo fortemente do empenho da nobreza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1570 o Regimento das Companhias de Ordenança, regulamentou este tipo de serviço militar que era obrigatório, estando o país dividido em comarcas onde um capitão mor procedia ao "arrolamento" de todos os homens válidos dos 18 aos 60 anos. De entre estes eram recrutados depois os que viriam a servir nos regimentos de primeira linha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No período da Guerra da Restauração foi necessário proceder-se à reorganização do exército, dividindo-se as forças em três grandes unidades:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- As ordenanças - organizadas em companhias de 240 homens, cuja missão era a de apoio às forças de primeira linha, fosse guarnecendo fortalezas, escavando trincheiras, ou fazendo a "pequena guerra" - a de guerrilha. Voltava ainda a servir como depósito para recrutamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Mílicias - um corpo auxiliar que deveria garantir a defesa das fronteiras, organizadas em terços de 600 homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Exército de Linha ou Regular - Um exército permanente, cujos efectivos variaram muito de época para época.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Portanto ao longo de todas as reformas porque passou e outras que ainda estavam para vir, nunca foi negligenciado o papel destas forças, atribuíndo-se sempre grande relevância às suas funções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1806 novo regulamento tinha por objectivo a modernização da tropa, sendo criadas três regiões militares, Norte, Centro e Sul, possuíndo cada 8 capitanias mores, que se dividiam em 8 companhias de Ordenanças, no total formavam 24 brigadas. Os regimentos de Mílicias eram agora 48.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O recenseamento que era obrigatório para os homens entre os 17 e os 40 anos, fazia com que depois as levas anuais fossem divididas por sorteio em duas partes, de forma a abranger todas estas unidades. O conscrito tinha pela frente 10 anos de serviço no exército, mais 8 nas Ordenanças ou 14 nas Mílicias, mais 8 nas Ordenanças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Esta foi a parte que tímidamente se começou a implementar, pois o que era de urgente implementação arrastou-se e a Primeira Invasão deu-lhe um duro golpe, mas foi só Beresford que acabou com a dita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1216964779991969870?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1216964779991969870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1216964779991969870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/mlicias-e-ordenanas.html' title='Mílicias e Ordenanças.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7403247275566097332</id><published>2007-06-15T12:01:00.000+01:00</published><updated>2007-06-14T14:21:59.182+01:00</updated><title type='text'>Manuel Fernandes Tomás (1771-1822).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RnFAzJcJAyI/AAAAAAAAAG8/ftVMeBwdjPU/s1600-h/ManuelFernandesTomÃ¡s.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075909502474715938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RnFAzJcJAyI/AAAAAAAAAG8/ftVMeBwdjPU/s200/ManuelFernandesTom%C3%A1s.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Figura proeminente da Figueira da Foz, onde nasce no seio de uma família burguesa, que o destinou ao sacerdócio. Mas ele assim não quis e trocou-o pela advocacia, sendo bacharel pela Universidade de Coimbra aos 20 anos, continuando depois em Lisboa o seu aperfeiçoamento, atarvés do estudo das ciências do Direito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 30 de Agosto de 1792 é nomeado síndico e procurador fiscal do munícipio da Figueira, no qual é posteriormente vereador, entre 1795 e 1798. Em 1801 já é juíz na comarca de Arganil e em 1805 recebe a superintendência das alfândegas e dos tabacos nas comarcas de Leiria, Aveiro e Coimbra, cargo que desempenhava em 1807.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Com o governo de Junot a ditar as ordens, resolve retirar-se para uma quinta que possuía na região da Figueira da Foz, aí permanecendo até ao mês de Agosto de 1808, altura em que o desembarque inglês ocorre em Lavos, mas não existiam já na zona autoridades que pudessem prestar auxílio aos mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mas estava presente Manuel Tomás, pelo que logo foi nomeado Comissário em Chefe do exército na zona, merecendo de Wellesley o elogio de ter sido "o homem de quem recebi mais assistência e serviço do que qualquer outro".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Restabelecido o governo, em 1809 é provedor da comarca de Coimbra, mas não abandona totalmente as funções anteriores e no ano seguinte Beresford chama-o para o seu quartel general como intendente dos víveres, tendo sido a sua acção incansável para os garantir para o exército.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1811 é nomeado desembargador honorário no tribunal da relação do Porto, de 1812 a 1814 transfere-se para Coimbra, mas só recebendo o cargo em pleno em 1817, por não ter completado o triénio como provedor como era requerido, volta ao Porto nessa data para ocupar a vaga que era sua. Distinguiu-se neste período pelas suas publicações de direito, mas nas quais manifestava também uma grande preocupação pelo estado da nação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A fase seguinte da sua vida é igualmente muito interessante, sendo fundamental o seu papel durante o Liberalismo, mas isso fica para outra altura e outro blog.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7403247275566097332?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7403247275566097332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7403247275566097332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/manuel-fernandes-toms-1771-1822.html' title='Manuel Fernandes Tomás (1771-1822).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RnFAzJcJAyI/AAAAAAAAAG8/ftVMeBwdjPU/s72-c/ManuelFernandesTom%C3%A1s.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6169643955379716900</id><published>2007-06-14T22:48:00.000+01:00</published><updated>2007-06-14T12:37:45.278+01:00</updated><title type='text'>Os afrancesados 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Nos países ibéricos a existência de grandes impérios coloniais, motivara a instalação nas suas principais cidades de uma numerosa comunidade estrangeira de industriais, mas principalmente de comerciantes. Entre estes eram maioritários os ingleses e os franceses, assim se por um lado podemos falar que ambas estas sociedades estavam algo isoladas e presas nos seus costumes de antigo regime, por outro lado, também é certo que as influências do exterior entravam por este meio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Sendo certo que apenas uma minoria tinha acesso às mesmas, uma das primeiras e mais duradouras surgiu ao nível do vestuário e as últimas modas provenientes de Paris suscitavam a cobiça entre as classes mais abastadas, embora em público poucos fossem os que se atravessem a usá-las. Foram esses, no entanto, os primeiros a serem apelidados de afrancesados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Cientes do perigo que constituíam as novas ideias iluministas para a monarquia absoluta, os governos de ambos os países proibiram desde logo certos livros, o vestuário ainda vá, mas pensar-se em construir uma nova sociedade nem pensar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nada disso impediu que as novas ideias circulassem, através da troca de correspondência entre uma burguesia e mesmo uma nobreza que tinha relações familiares nos dois lados da fronteira e não era igualmente incomum que os comerciantes franceses, por exemplo, se instalassem em Portugal e em Espanha, assim até livros chegavam às mãos de homens de letras ávidos da sua leitura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Já desde o tempo do Marquês de Pombal que se sabia que isto acontecia, mas era algo que o governo não podia controlar, dando azo a uma livre troca de ideias, o que não quer dizer que não existisse uma feroz perseguição a todos aqueles suspeitos da sua divulgação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Aos poucos o termo passou então a ter uma conotação mais perjorativa, acentuada a partir de 1789, data da revolução francesa, mas torna-se necessário evidenciar as notórias diferenças entre todos aqueles que abarngidos por esta conotação, afinal entre eles havia os que desejavam o fim da monarquia e os que apenas desejavam reformar a monarquia, b&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;asta relembrar que no próprio governo existiam duas facções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6169643955379716900?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6169643955379716900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6169643955379716900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/os-afrancesados-1.html' title='Os afrancesados 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6437042866394885561</id><published>2007-06-12T14:40:00.000+01:00</published><updated>2007-06-12T14:51:25.431+01:00</updated><title type='text'>Napoleão leva a paz às nações europeias.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rm6icZcJAxI/AAAAAAAAAG0/KWaUc6Z3ZEw/s1600-h/454973_1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075172438842082066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rm6icZcJAxI/AAAAAAAAAG0/KWaUc6Z3ZEw/s200/454973_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A figura central é o próprio imperador dos franceses que estende um ramo de oliveira aos países com quem ainda mantinha conflitos. Podemos identificar na parte direita e já com os ramos na mão o rei de Espanha, o imperador da Áustria. o rei da Prússia e o Tzar da Rússia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na esquerda temos então os países a quem se propunha a paz e através disso a prosperidade dos novos tempos sob a égide francesa. Da direita para a esquerda temos o rei da Suécia, o Papa, representando a Santa Sé, o sultão da Turquia e ao fundo o príncipe regente de Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Afinal a propaganda não é uma ivenção do século XX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6437042866394885561?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6437042866394885561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6437042866394885561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/napoleo-leva-paz-s-naes-europeias.html' title='Napoleão leva a paz às nações europeias.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rm6icZcJAxI/AAAAAAAAAG0/KWaUc6Z3ZEw/s72-c/454973_1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6938441894339446319</id><published>2007-06-11T13:41:00.000+01:00</published><updated>2007-06-10T23:24:38.765+01:00</updated><title type='text'>A Doutrina dos Exércitos Franceses após a Revolução 2.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O melhor exemplo para o que acabou de ser descrito no artigo anterior é a campanha da Prússia de 1806 e particularmente as batalhas de Iena e Austertadt. Napoleão reunira rapidamente um Grande Armée de 180.000 homens, dividiu-o em três colunas com dois corpos cada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A cavalaria e a guarda imperial acompanhavam o avanço da coluna do meio e uma divisão de bávaros a coluna da direita. Desconhecendo a posição exacta do inimigo, mas confiante que ao levar a batalha para campos alemães saíria vencedor, estende a sua frente por 200 km, encurtando-a na passagem pela floresta da Turíngia para 45km, para depois a alongar novamente para 65km.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Tudo isto serviu para confundir os prussianos que foram obrigados a dispersar o seu dispositivo para não descurarem nenhuma das possíveis rotas que os franceses poderiam seguir. Quando as patrulhas reportam a presença do inimigo junto do seu flanco esquerdo, Napoleão reúne 145.000 homens para atacar nesse ponto, conseguindo a tal superioridade numérica decisiva e com isso destruíndo uma parte significativa do inimigo em Iena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um só corpo, destacado da massa de tropas, conseguira entretanto reter uma força muito superior de prussianos, que tentava desesperadamente acorrer ao local da batalha principal. Não só não o conseguiram, como no dia seguinte em Austertadt foram completamente derrotados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A mobilidade defendida por Guibert foi comprovada, quando apenas 33 dias depois de iniciada a campanha, os franceses ocuparam Berlim e aniquilaram o exército da Prússia. No total esta guerra durou 7 semanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6938441894339446319?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6938441894339446319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6938441894339446319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/doutrina-dos-exrcitos-franceses-aps.html' title='A Doutrina dos Exércitos Franceses após a Revolução 2.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3005796327418746328</id><published>2007-06-09T12:02:00.000+01:00</published><updated>2007-06-07T22:14:08.417+01:00</updated><title type='text'>Porque Junot nunca foi Marechal 3.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Já há algum tempo que se confundia a coragem de Junot com loucura, certos ataques que lhe deram fama, como por exemplo durante a campanha do Egipto, em que com poucas centenas de homens desbarata milhares, tinham tanto de glorioso como de temerário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na campanha de Itália é ferido pela primeira vez na cabeça em Lonato, considerando os seus biografos que a partir deste momento o seu carácter se alterou, tornando-se temperamental e impetuoso, mas o que é certo é que estas características já faziam parte da sua personalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Durante a terceira invasão Junot foi mais uma vez ferido com alguma gravidade na face, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;durante uma escaramuça em Rio Maior a 19 de Março de 1811, nunca tendo recuperado totalmente, conta-se que, muito depois, quando ficava colérico sangrava da mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Também se dizia já na época que os sinais de loucura eram agora mais evidentes do que nunca, mas tendo Junot conduzido a sua vida pessoal de modo bastante desregrado, isso era difícil de avaliar ao certo e apesar do seu ferimento, continua no serviço militar activo e participa na campanha da Rússia de 1812.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No entanto a sua conduta desastrosa, leva a que Napoleão se decida a afastá-lo do comando, nomeando-o governador das províncias da Iliría. Não fica por muito tempo nesta posição, o seu pai vê-se obrigado a ir buscá-lo em Fevereiro de 1813 e com ele regressa a França, dado o seu agora claro estado mental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Sabe-se que esta nomeação tinha sido mal recebida e que Junot se sentira abandonado, talvez fosse essa a razão final do seu declínio. Poucos meses depois, ao saber da notícia da derrota do seu grande amigo e protector, suícida-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3005796327418746328?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3005796327418746328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3005796327418746328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/porque-junot-nunca-foi-marechal-3.html' title='Porque Junot nunca foi Marechal 3.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5897171505324907233</id><published>2007-06-08T17:14:00.000+01:00</published><updated>2007-06-07T22:11:05.617+01:00</updated><title type='text'>Porque Junot nunca foi Marechal 2.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A segunda razão seria então de ordem funcional, este é um género de eufemismo, para dizer que nem os seus contempôraneos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; lhe reconheceram grandes méritos militares, relacionando as suas promoções iniciais com a sua inigualável coragem em batalha, mas as subsequentes já resultariam da longa amizade mantida com Napoleão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ninguém negava que era um estrito cumpridor das ordens recebidas, mas em batalhas mais complexas, que exigissem algo mais do que um rápido ataque, a situação complicava-se e o Vimeiro é logo apontado como o primeiro exemplo disso mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Junot ganhara dos seus companheiros de armas a alcunha de "La Têmpete", pela maneira como se entregava à luta, encontrando-se sempre onde ela era mais feroz. Quando conheceu Napoleão durante o cerco de Toulon já era sargento de granadeiros, depois foi logo requisitado para ser seu ajudante de ordens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No Egipto é desde a sua chegada promovido a general de brigada, mas é ferido num duelo e ao regressar a França como inválido é capturado pelos ingleses. O afastamento progressivo de Napoleão terá começado então nesta altura, temendo-se a sua irascibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nomeado governador de Paris, quando começa a abusar da sua posição é enviado como embaixador para Portugal, em substituíção de Lannes, que também aqui tinha sido exilado. Ainda assume uma segunda o cargo na capital de França, mas novos escândalos, tal como já foi descrito na sua biografia, levam a novo afastamento e ao regresso ao nosso país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Napoleão não fica inteiramente satisfeito com o seu comportamento e na terceira invasão envia-o mais uma vez, mas agora como auxiliar de Massena. O pior é que Junot sentia-se humilhado por ter de responder perante este e tudo fazia para conspirar contra ele e não era o único.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A sua carreira militar entrara num nítido declínio, não mais sendo chamado para comandos independentes, de qualquer modo ainda participa na campanha da Rússia, onde na batalha de Smolensk foi acusado de permitir a retirada do exército russo, mas ainda comanda o 8º corpo na batalha de Borodino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5897171505324907233?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5897171505324907233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5897171505324907233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/porque-junot-nunca-foi-marechal-2.html' title='Porque Junot nunca foi Marechal 2.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4915043502193374778</id><published>2007-06-06T14:38:00.000+01:00</published><updated>2007-06-07T22:15:50.853+01:00</updated><title type='text'>A importância de Bailén 2.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O desfecho da batalha de Bailén não resultou de nenhum confronto decisivo e sim da imobilidade de Dupont que acabou por ficar cercado por um exército espanhol, numa zona completamente sublevada. Perdidas as esperanças no restabelecimento das comunicações com Madrid, onde estava uma importante reserva, foi decidida a rendição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em príncipio todo o exército deveria ser repatriado, mas só os oficiais e uma parte da infantaria puderam regressar a França, pois os ingleses objectarm contra este acordo e impediram a partida dos navios espanhóis. Depois de 4 meses fechados em porões sem verem a luz do dia e a morrerem num racio de 100 homens por dia, finalmente um acordo entre as duas nações ditou o seu envio para uma pequena e semi desértica ilha de Cabrera no Mediterrâneo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Espanha o dispositivo organizava-se agora da seguinte forma:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- Na Catalunha o marechal Moncey com o apoio do general Duhesme, combatia a insurreição de Valência e Cartagena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- No Norte, o marechal Bessiéres lutava por manter abertas as comunicações com França, ao mesmo tempo que enfrentava os rebeldes de Saragoça e Santander.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- O marechal Murat permanecia em Madrid com uma importante reserva de forças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Qual o significado desta distribuição? A Galiza, a Andalúsia e parte significativa do Norte não estavam controlados, dando tempo aos espanhóis para que pudessem reorganizar os seus exércitos e um governo provisório.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Para Portugal tudo isto significava que Junot estava isolado, sem comunicações e principalmente sem poder receber reforços durante vários meses. Assim após a derrota no Vimeiro, levantaram-se algumas dúvidas para os franceses, afinal será que estariam em condições de enfrentar nova batalha? Ou que poderiam enfrentar um cerco? E as comunicações seriam restabelecidas a tempo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Bailén significou portanto que quer ingleses quer portugueses tiveram tempo para repensar as suas estratégias, organizar os seus exércitos e prepararem-se para o que ainda estava por vir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4915043502193374778?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4915043502193374778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4915043502193374778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/importncia-de-bailn-2.html' title='A importância de Bailén 2.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4713886555527857494</id><published>2007-06-05T22:31:00.000+01:00</published><updated>2007-06-04T14:37:51.170+01:00</updated><title type='text'>A importância de Bailén 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As revoltas espanholas, já anteriormente descritas, são de importância fundamental para o desenrolar dos acontecimentos em Portugal, permitindo por último a derrota do Armée du Portugal e o fim da Primeira Invasão em 1808.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Só o facto de o tratado de aliança franco espanhola e, principalmente, o tratado de Fontainebleau, terem sido postos de lado, permitiu o bloqueio das comunicações, reflectindo-se no isolamento do exército do general Junot. Mas outro importante exército francês estava na zona e a sua influência na história também vai ser decisiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O general Pierre Antoine Dupont, tinha recebido a incumbência, ainda em 1807, de formar o Segundo Corpo de Observação da Gironda, igual em efectivos ao primeiro, ou seja, 25.000 homens. Este oficial era um dos favoritos de Napoleão, pela coragem e competência demonstrada nos campos de batalha, culminando na campanha de 1805 na Áustria, em que tem várias acções decisivas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não é portanto uma nomeação extemporânea, a missão destes homens era delicada, havia desde logo que garantir a ocupação de uma série de fortalezas, da fronteira francesa à portuguesa, isto sem levantar muitas suspeitas entre os espanhóis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O custo para o corpo traduziu-se na sua redução para 15.000 homens, em Maio de 1808, tendo também que ceder alguns efectivos que foram reforçar o Armée du Portugal, não sendo de modo nenhum suficientes para repor a ordem a Norte e a Sul, depois da retirada das forças espanholas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O general Kellerman ainda é enviado para Elvas com o intuito de a partir dessa base, entrar em Espanha e estabelecer contacto com as forças de Dupont, que operavam na Andalúsia, mas os ataques a Badajoz são repetidamente rechaçados e pouco depois Junot chama todos os seus generais, concentrando o seu efectivo em redor de Lisboa, com excepção para a divisão Loison que tinha por missão abafar as revoltas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Assim em Junho de 1808 Espanha estava na maioria do seu território sublevada contra os franceses, que no momento dispunham de apenas cerca de 50.000 homens, distribuídos entre as ditas fortalezas e a região de Madrid onde se concentravam a maioria dos efectivos, sob o comando do general Murat.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Desconhecedor da extensão total da revolta e crente de que a mesma tinha sido já quase completamente reprimida em Madrid, Murat envia, seguindo instruções de Napoleão, o general Dupont para o Sul de Espanha, com a missão de conquistar Cádiz, onde ainda estava o reminiscente da frota francesa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;À semelhança do que se passava com o primeiro corpo, também este era composto na sua grande maioria por recrutas inexperientes, a que se tinham juntado infantaria de marinha, com o objectivo de por em condições de navegar a dita frota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Este é só o primeiro problema que Dupont enfrenta, pois logo ao iniciar a sua marcha apercebe-se de que afinal a revolta não tinha sido abafada, espalhando-se na medida em que os sobreviventes contavam o que se tinha passado em Madrid. Apesar de tudo Córdova e Sevilha tinham sido fixados como objectivos a conquistar e por isso o avanço continua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Junho ainda consegue conquistar o primeiro, mas depois resolve permanecer vários dias em Andujar, não me querendo alongar neste episódio, refiro apenas que esta foi a chave para o desfecho final dos acontecimentos, a imobilidade de Dupont ditou no que final, o general Castaños com cerca de 30.000 homens, consegue cercar as forças francesas, reforçadas entretanto e que ascendiam a perto de 25.000 homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4713886555527857494?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4713886555527857494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4713886555527857494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/06/importncia-de-bailn-1.html' title='A importância de Bailén 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-8655478492985841822</id><published>2007-06-04T15:52:00.000+01:00</published><updated>2007-06-07T22:22:21.786+01:00</updated><title type='text'>Pierre Antoine Dupont (1765-1840).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RmPn7dDLItI/AAAAAAAAAGk/GZ6qr3IO27Q/s1600-h/dupont2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072152613945549522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RmPn7dDLItI/AAAAAAAAAGk/GZ6qr3IO27Q/s200/dupont2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Oriundo da região de Charente, começou a sua vida militar ao serviço da legião estrangeira. Em 1791 passa para o regimento n.º 12 com a patente de sub-tenente e no ano seguinte após o seu baptismo de fogo é promovido a tenente coronel. A sua ascensão meteórica não pára por aí e em 1793 é primeiro coronel e depois general de brigada, estando então no estado maior do exército do Norte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Com a criação pelo Directório do Departamento Topográfico, Dupont é para aí transferido, conhecendo muitas das jovens estrelas em ascensão, como o general Bonaparte. Posteriormente faz a campanha da Alemanha, recebendo rasgados elogios e a promoção a general de divisão. A sua pronta adesão ao golpe de 18 do Brumário, liderado por Napoleão, valeu-lhe a nomeação para chefe de estado maior do exército de reserva na campanha de 1800, que intervém na batalha de Marengo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Já grande oficial da Legião de Honra, participa nas batalhas de1805 - Ulm e Friedland - mas não em Austerlitz, o que não impediu que Napoleão o considerasse como um dos seus melhores generais. Tendo um currículo como poucos, o ano de 1808 vai ser desastroso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Como comandante do segundo Corpo de Observação da Gironda, tinha uma missão sensível, a de ocupar pontos estratégicos em Espanha sem levantar muitas suspeitas, mas com o passar do tempo ocorreram algumas mudanças que deram origem ao desastre de Bailén.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Napoleão culpou-o de toda a situação, cerca de 20.000 franceses a renderem-se ao inimigo era algo que não se via na Europa desde há muito e as consequências poderiam ser nefastas. A primeira para Dupont foi o seu encarceramento, juntamente com os outros oficiais repatriados, depois foi julgado por uma comissão especial, que apreciou todos os seus actos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em resultado disso, foi desprovido de todas as honrarias recebidas até então, incluíndo o título de conde e a legião de honra, foi proíbido de usar uniforme militar e todas as suas pensões foram confiscadas, finalmente voltou ainda para a prisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Com a restauração da monarquia, estando ainda na prisão, viu todos os seus títulos e outras honrarias restauradas, tendo sido nomeado ministro da guerra, cargo que não ocupa durante muito tempo, manchada a sua reputação por mais um episódio, quando quis enviar para a Córsega os "Cabreros", os sobreviventes do seu corpo que tinham sido esquecidos até então na desolada ilha de Cabrera, nas Baleares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Desgostado da vida pública, retira-se para o seio da sua família até à data da sua morte - 9 de Março de 1808.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-8655478492985841822?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8655478492985841822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8655478492985841822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/pierre-antoine-dupont-1765-1840.html' title='Pierre Antoine Dupont (1765-1840).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RmPn7dDLItI/AAAAAAAAAGk/GZ6qr3IO27Q/s72-c/dupont2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2929192633225747447</id><published>2007-05-25T23:38:00.000+01:00</published><updated>2007-05-24T11:55:58.570+01:00</updated><title type='text'>Curiosidades.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Dois vinhos portugueses já eram sobejamente conhecidos por toda a Europa, o do Porto e o da Madeira, fazendo mesmo parte dos hábitos das classes mais abastadas e mesmo de muitas cortes. Mas com a Guerra Peninsular, mais dois foram redescobertos pelos ingleses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O primeiro era o vinho branco de Bucelas, muito apreciado pelo então general Wellesley, a tal ponto que ao regressar a Inglaterra levou consigo algumas garrafas, oferecendo-as de presente ao regente e futuro rei Jorge III. A partir daí houve um grande incremento das exportações, dado que o dito se tornou habitual na corte, mas já anteriormente era conhecido, uma vez que Shakespeare o designa como "Lisbon Hock".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O segundo dos vinhos era oriundo de Carcavelos, licoroso, era do agrado da tropa inglesa que durante muito tempo esteve estacionada na zona de Lisboa, ao levarem-no consigo fizeram dele um sucesso imediato, com grandes vendas durante muitos anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ambos estes vinhos estão hoje em dia ameaçados, não tanto o de Bucelas uma vez que existem produtores conscientes das suas potencialidades e que procuram dar-lhe novo alento, mas no caso do de Carcavelos, essa recuperação torna-se praticamente impossível quando sabemos que os terrenos agrícolas, deram lugar às mais rentáveis urbanizações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Hoje em dia ainda são produzidas quantidades muito reduzidas desse vinho generoso de Carcavelos, por isso se tiverem a sorte de encontrar uma garrafa, apreciem-na tal como Wellesley o faria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2929192633225747447?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2929192633225747447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2929192633225747447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/curiosidades_25.html' title='Curiosidades.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-496360305929697908</id><published>2007-05-23T20:14:00.000+01:00</published><updated>2007-05-25T11:12:32.797+01:00</updated><title type='text'>Porque Junot nunca foi Marechal 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Campanha do Egipto, em 1787 os membros do Directório aceitam a ideia de Napoleão em levar a guerra para este território, persuadidos por um lado que a Inglaterra sofreria um rude golpe na sua expansão colonial e influênciados por Barras, que temia a crescente popularidade deste general depois das recentes vitórias em Itália. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Maio de 1798 a frota larga de Toulon, mas o mais interessante para esta história, não são as batalhas africanas e sim &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;os escritos de Bourienne, secretário pessoal de Bonaparte, que nas suas memórias descreveu um episódio deveras significativo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Tenho que recuar um pouco no tempo, para melhor poder explicar depois. O jovem Napoleão ascendeu muito depressa a general e desejava agora um casamento que o pusesse numa confortável posição financeira e social. Ao seu desejo juntou-se a vontade de Barras em torná-lo próximo, para assim poder contar com o seu apoio numa pretendida ascensão política.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Barras tinha uma amante, de seu nome Marie Josèphe Rose de Beauharnais, mas enamorando-se de outra mulher, tratou de a casar com esta estrela em ascensão. Josephine, como depois ficou conhecida, detestava Napoleão, mas não tendo outra escolha fazia-lhe rasgados elogios e o casamento não tardou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Toda a Paris conhecia a sua reputação, com o marido fora por longos períodos, frequentava os bailes e os jantares que podia e mantinha um sem número de amantes. Só uma pessoa desconhecia esta situação e Bourienne escreveu precisamente que no Egipto, deparou-se com dois homens a conversar, um deles estava cada vez mais pálido e a na sua face eram visíveis as convulsões e um olhar terrível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os oficiais superiores presentes nesta campanha sabiam do comportamento de Josephine, mas só Junot teve a irreflectida corajem para lhe contar. Napoleão terá depois aparecido bastante transtornado ao seu secretário, gritando-lhe que não lhe era dedicado, pois de certeza que também tudo isto seria do seu conhecimento e nada lhe dissera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Muitos autores afirmam que neste seu primeiro casamento Napoleão passou por duas fases, a primeira de total enamoramento por sua mulher, a segunda e já regressado permaturamente do Egipto, de ódio e depois de simples amizade. Curiosamente Josephine depois deste episódio torna-se numa esposa fidelíssima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Resumindo, para alguns autores, Napoleão nunca terá perdoado a Junot o facto de lhe ter contado sobre as traições de sua esposa.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-496360305929697908?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/496360305929697908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/496360305929697908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/porque-junot-nunca-foi-marechal-1.html' title='Porque Junot nunca foi Marechal 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2460650760996271419</id><published>2007-05-22T20:05:00.000+01:00</published><updated>2007-05-21T20:14:53.825+01:00</updated><title type='text'>Porque Junot nunca foi Marechal.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Este podia ser o título de um romance, onde se especularia sobre as razões de tal facto. Não existe nenhum documento, seja uma carta, ou um diário, escrito por Napoleão a afirmar taxativamente o porquê das suas promoções terem parado no posto de general, ao contrário dos outros companheiros de eleição do corso que a partir de 1804 são promovidos a marechais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Jean Andoche Junot até foi um dos seus primeiros homens de confiança, tendo-o conhecido no cerco de Toulon e a ascensão dos dois ficaria intimamente ligadas, quanto mais brilhava a estrela de um, mais o outro subia na hierarquia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Podem-se apontar três razões fundamentais para que tal nunca tivesse acontecido, uma vem do tempo da campanha do Egipto, a segunda seria de ordem funcional e a terceira e última de ordem emocional.......&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2460650760996271419?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2460650760996271419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2460650760996271419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/porque-junot-nunca-foi-marechal.html' title='Porque Junot nunca foi Marechal.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5126055336245968390</id><published>2007-05-22T18:37:00.000+01:00</published><updated>2007-05-21T15:16:33.410+01:00</updated><title type='text'>95th Rifle Corps.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A guerra da independência dos Estados Unidos, forneceu, apesar da derrota, valiosas lições aos exércitos de sua majestade britânica, que não tardaram em copiar muitas das tácticas empregues no conflito. A utilização das encostas como forma de protecção das linhas contra fogo, foi uma dessas lições, mas havia que dispor no cume algumas unidades, de forma a atrair o inimigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os americanos empregavam as suas milícias nessa tarefa, mas não só, por serem unidades muito móveis e constituídas por excelentes atiradores, podendo dispersar e reagrupar com facilidade, atacavem igualmente as colunas de abastecimento e a retaguarda ou os flancos, em suma, eram um pesadelo para qualquer comandante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;De volta a Inglaterra o estado maior, com o icentivo de alguns oficiais superiores, decretou a formação de um corpo experimental, que utilizaria os mesmos métodos das milícias americanas e que teria igualmente um melhor armamento, em relação aos regimentos de linha, nomeadamente novas espingardas que possibilitassem o tiro de precisão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O coronel Coote Manningham foi encarregue da tarefa do recrutamento de homens, que na sua maioria provinham de outros regimentos, mas que eram recrutas ainda sem grande experiência e por isso mais permeáveis ao intenso treino a que foram sujeitos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; O seu baptismo de fogo ocorreu, curiosamente, no falhado assalto anfíbio de Ferrol, Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Apesar de diversos fracassos nas expedições britânicas até 1807, a acção destes homens, desde a Dinamarca à América do Sul, foi decisiva para a assumpção da designação definitiva, 95th e para o recrutamento de mais um batalhão, isto em 1803.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1808&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; o 95th tinha as suas forças divididas, o primeiro batalhão acompanhara Sir John Moore na expedição à Suécia e o segundo forma o cerne do que irá ser conhecido como a divisão ligeira de Wellesley. Cerca de 400 homens desembarcam em Portugal e são logo encarregues de abrir o caminho que o restante exército percorreria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Neste contexto, são os atiradores do 95th, que disparam os primeiros tiros durante a refrega de Brilos, contra a vanguarda das tropas francesas do general Delaborde. O tenente Bunbury, membro do regimento, é o primeiro oficial inglês a ser morto nesta campanha. Mas n&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;ão ficou por aqui a sua participação, tendo ainda tido um papel de destaque, quer na batalha da Roliça, quer na batalha do Vimeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A sua forma de estar numa batalha era muito simples, não formavam a habitual linha de fogo, actuando sim dispersos num raio de 100 a 200 metros e, quando isso era possível, protegidos por rochas ou vegetação, sendo por isso muito difícil desalojá-los das suas posições. Tinham ainda a vantagem de já possuirem a espingarda Baker, talvez a arma mais precisa do seu tempo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A protecção que dispensavam às linhas de infantaria, permitia que as mesmas só aparecessem no momento certo, para com o seu efeito devastador, acabar com o avanço inimigo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As ordens eram transmitidas por toques de clarim, ao contrário dos tambores nos outros regimentos e também os seus uniformes eram diferentes, ao invés da tradicional casaca vermelha, vestiam uma casaca verde escuro e calças também da mesma cor, o que lhes valeu a alcunha de "Grilos"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5126055336245968390?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5126055336245968390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5126055336245968390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/95th-rifle-corps.html' title='95th Rifle Corps.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6178761153557944451</id><published>2007-05-18T22:42:00.000+01:00</published><updated>2007-05-18T15:41:18.192+01:00</updated><title type='text'>Curiosidades.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O Açúcar chegava a França proveniente das suas colónias nas Caraíbas e na América do Sul, mas um prolongado bloqueio marítimo declarado pelos ingleses e a incapacidade para o contrariar depois da derrota de Trafalgar, ditou a sua escassez nos mercados desta nação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Este era um ingrediente importante para a conservação dos alimentos e Napoleão necessitava de uma solução, afinal possuía um numeroso exército. Alguns progressos já tinham sido concretizados, nomeadamente embalando comida, primeiro em jarros de vidro e depois em latas, mas uma fonte alternativa deste produto continuava a ser necessária.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Colaboradores fizeram então chegar às suas mãos os trabalhos que Marggraf  e um seu discípulo realizaram 50 anos antes em Berlim e que permitia a extracção de açúcar de beterrabas, no entanto não se conseguiam grandes quantidades de uma maneira rápida e eficiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Como a situação assim o exigia e a necessidade é a mãe de todas as coisas, em 1811 Napoleão ordena o cultivo de 80.000 acres de beterraba e incentiva a criação de escolas e fábricas, numa tentativa de melhorar o processo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1812 a Legião de Honra é atribuída a Benjamin Delessert pelos avanços técnicos que conseguiu e que permitiram finalmente que a produção de açucar fosse viável, fazendo com que em 1814 já 40 fábricas estivessem em operação em França e também na Bélgica, Alemanha e Áustria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Industria que com a derrota de Napoleão entrou em declínio, pois o açúcar de cana inundou novamente os mercados europeus e só em finais do século XIX é que se vai dar um tímido ressurgimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6178761153557944451?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6178761153557944451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6178761153557944451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/curiosidades_18.html' title='Curiosidades.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7300123562482333474</id><published>2007-05-17T11:50:00.000+01:00</published><updated>2007-11-20T17:44:09.363Z</updated><title type='text'>A Bíblia de Belém.</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7300123562482333474?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7300123562482333474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7300123562482333474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/bblia-de-belm.html' title='A Bíblia de Belém.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-522081177809418954</id><published>2007-05-17T11:45:00.000+01:00</published><updated>2007-05-16T11:46:11.092+01:00</updated><title type='text'>A campanha do Rossilhão.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;É necessário retroceder até aos ultimos anos do século XVIII para se compreender todas as ramificações do que viria a ser conhecido posteriormente como As Invasões Francesas, ou num contexto ibérico A Guerra Peninsular, ou ainda num contexto europeu As Guerras Napoleónicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1789 a Revolução Francesa desencadeia uma guerra entre as famílias coroadas da Europa, quase todas aparentadas com os Bourbon, que reinaram até então em França e as novas autoridades - a Convenção, de cariz republicano. Atacada em todas as suas fronteiras a jovem revolução está em perigo de sucumbir, mas pela primeira vez na história mundial, um exército de conscrição nacional vai impor a sua superioridade sobre exércitos compostos na sua maioria por mercenários, ou conscritos mal pagos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Por altura da Primeira Coligação contra França, as autoridades de Espanha e Inglaterra negociaram uma convenção de auxílio mútuo, que não abrangia Portugal, mas D. João acaba por firmar acordos separados com ambos os países, sendo nessas condições que o governo espanhol solicita o envio de um contigente de auxílio, ao abrigo do tratado de 15 de Julho de 1793.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Cerca de 3 meses depois 5.400 homens, pouco mais do que uma divisão reforçada, chega à Catalunha sob o comando de John Forbes Skellater. O exército atravessava um período de nítida decadência quer ao nível do comando, quer ao nível do recrutamento, também os seus uniformes e armas eram antiquados, mas apesar de tudo entraram logo em acção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O general Ricardos, comandante das forças luso-espanholas, optara por uma rápida invasão através dos Pirinéus Orientais conquistando toda a margem esquerda do rio Tech, já em pleno Rossilhão francês. Dispunha de 20.000 homens, número reduzido para levar a cabo uma campanha destas, pelo que o reforço português, se bem que escasso, foi bem recebido e deu-lhe ânimo para prosseguir em direcção a Perpignan, que no entanto não pôde ser tomada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A partir daí estava perdida a iniciativa e no ano seguinte a resposta não se faria esperar, até porque em Dezembro a cidade de Toulon, que estava ocupada por uma força anglo espanhola, caíra novamente em mãos francesas. No Norte também a invasão de França fôra travada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O ano de 1794 não começava sob os melhores auspícios, o que se confirmou logo com a notícia da morte do general Ricardos, que doente se retirara para Madrid. As derrotas sucedem-se, terminando a 17 de Novembro na batalha da Montanha Negra, onde o regimento do Porto é capturado e onde a fortaleza de Figueras se rende, abrindo caminho para uma invasão da Catalunha. Também o País Basco e a Navarra estão sob ameaça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;1795 é o ano decisivo, a Prússia retira-se da coligação, assinando um tratado em Basileia, a Holanda segue-lhe os passos e a Inglaterra perante estes factos, retirara as suas forças não só do Sul de França, mas também do Norte. Em Espanha a fortaleza de Rosas rende-se, mas os franceses no momento são incapazes de explorar este sucesso, mantendo-se atrás do rio Fluvia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O general Urrutia, novo comandante das forças luso espanholas, consegue suster a invasão, com alguns contra ataques bem sucedidos, nomeadamente a reconquista de Puigcerdá, na fronteira, a 26 de Julho. O que este general não sabia é que Manuel Godoy preparava a paz e que 4 dias antes, no dia 22, a mesma tinha sido acordada em Basileia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Portugal vê-se subitamente isolado no seio da desfeita primeira coligação, não é assinado qualquer tratado de paz, pelo que, para todos os efeitos continuava a guerra com França, de Inglaterra pouco ou nenhum auxílio se poderia esperar, apenas uns poucos regimentos formados por nobres franceses vêm para Portugal em 1801, mas pior do que isso era a Espanha passar de aliada a inimiga.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-522081177809418954?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/522081177809418954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/522081177809418954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/campanha-do-rossilho.html' title='A campanha do Rossilhão.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1300983673917254715</id><published>2007-05-16T18:15:00.000+01:00</published><updated>2007-06-14T11:36:18.966+01:00</updated><title type='text'>A quarta invasão francesa.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Estando este blog consagrado na sua essência à Primeira Invasão e a um período compreendido entre 1789 e 1808, não pode, no entanto, deixar de abordar outros temas, especialmente quando são tão maltratados pela historiografia portuguesa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No ano de 1811, a derrota nas Linhas de Torres e a consequente retirada das forças do marechal Massena, não fazem terminar os combates, os franceses não tinham sido destroçados e ainda constituíam uma importante força de combate. Mas Wellesley consegue uma série de vitórias importantes e, agregando a isso as dissenções que há muito existiam entre o corpo de oficiais franceses, nomeadamente com as intrigas de Junot e de Ney, que chega mesmo a retirar com o seu corpo ignorando as ordens de Massena, temos o cenário para a batalha do Sabugal, após a qual os franceses retiram de Portugal, pondo termo à 3ª invasão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O avanço inglês não pôde ser imediato, algumas fortalezas em território nacional, como Campo Maior e Almeida, ainda estavam em mãos francesas e especialmente do outro lado da fronteira Ciudad Rodrigo e Badajoz eram barreiras que não se podiam contornar por constituirem importantes bases de apoio para os mesmos. A atenção de Wellesley voltou-se então para a sua conquista, impedindo futuras invasões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Apesar da superioridade em números, 350.000 homens no Armée d'Espagne, os franceses nunca conseguem essa vantagem no campo de batalha, pois acossados pela guerrilha espanhola, têm que deslocar importantes efectivos para a protecção das suas linhas de abastecimento. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Napoleão, numa tentativa de estabilizar o Armée du Portugal, resolve enviar o Marechal Marmont, duque de Ragusa, para substituir Massena, à frente destes cerca de 50.000 homens.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Marmont tem carta branca para reorganizar este corpo, formando agora 6 divisões e mesmo para enviar de volta a França os oficiais, incluíndo generais, que julgue indesejáveis. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Estratega hábil, aproveita todos os recursos ao seu dispôr para habilmente manobrar e impedir, por exemplo, que Ciudad Rodrigo caia em mãos inglesas, já no Outono de 1811. As ordens de Napoleão eram muito claras, face às ilações retiradas de combates anteriores, os marechais deviam ter por regra primordial a cooperação entre as suas divisões e não darem azo a ataques isolados e sem resultados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Foi assim que Marmont dirigindo-se para a Andalúsia, fez a junção com as forças de Murat e levou Wellesley a retirar para Elvas aguardando nova oportunidade para conquistar Badajoz. Mas este foi episódio único de colaboração tendo em vista o mesmo objectivo e nenhum dos dois, apesar da superioridade numérica, tentou sequer explorar o sucesso inicial, apenas fizeram reconhecimentos em força e perante os resultados retiraram para norte e para leste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Neste entretanto preparava-se a invasão da Rússia e muitos regimentos regressam a França para fazer parte do Grande Armée, o que quer dizer que os generais franceses tinham cada vez mais território que deviam defender, mas menos homens para o fazer e também tinham dificuldades com os abastecimentos, dada a guerrilha feroz movida pelos espanhóis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Só Marmont para além de ter a seu cargo Portugal, ficara igualmente com responsabilidades sobre o 6º e o 7º &lt;em&gt;gouvernement&lt;/em&gt;, ou seja, as Astúrias, parte da Estremadura, a velha Castela e Leão. Em Novembro de 1811 tem ainda que deslocar efectivos para a Catalunha, assim só poderia ter no campo de batalha cerca de 26.000 homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 8 de Janeiro os anglo lusos cercam Ciudad Rodrigo, Marmont queria atacar de imediato com as suas 6 divisões, mas Dorsenne é contra tal operação e manda retirar 2 dessas divisões que faziam parte do exército do Norte, compelindo o marechal a retirar para a linha do Tejo, mantendo as comunicações com Madrid, mas desguarnecendo a fronteira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Napoleão envia-lhe novas ordens em Fevereiro, as Astúrias seriam evacuadas, o quartel general deveria ser fixado em Salamanca e em Abril ou Maio, o mais tardar, desencadear uma nova ofensiva contra Portugal, através da Beira Baixa. Mais uma vez descurando-se o facto de serem meses com muita chuva, tornando difíceis as marchas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No dia 3 de Abril de 1812 inicia-se então a operação que ficou esquecida - a 4ª e última invasão - tendo por pano de fundo o mesmo cenário inicial da 1ª. Marmont reúne os 26.000 homens nas margens do Águeda, deixando alguns regimentos a bloquear Ciudad Rodrigo e Almeida, dirigindo-se depois a Fuenteguinaldo, entra em Portugal por Alfaiates, Sabugal e Fundão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Daí envia destacamentos, nomeadamente para Castelo Branco que é saqueada a 12 de Abril, no dia seguinte é a vez do Pedrogão e de Medelim. A 14 a cavalaria francesa desbarata com alguma facilidade milícias portuguesas enviadas contra ele desde a Guarda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Marmont é cauteloso nesta sua investida e ao saber que no dia 7 Badajoz havia sido conquistada, apesar do alto preço em vidas pago pelos aliados, e que Wellesley investia agora para Norte, tem que tomar uma decisão rápida. A junção com Murat é agora impossível, os abastecimentos são cada vez mais dificeís e as fortalezas que cercara não caíram em suas mãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não sendo o cenário favorável, 20 dias depois de iniciada, a 24 de Abril de 1812 começa a retirada. A 18 de Maio o general Hill destrói aquilo que restava da ponte de Almaraz, significando que os exércitos do Norte e do Sul já não comunicavam nem podiam efectuar operações conjuntas.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 13 de Junho de 1812 um exército anglo luso, composto por cerca de 27.000 ingleses e 18.000 portugueses, atravessa o rio Águeda, dando início à campanha de Salamanca, no dia 28 são conquistados os fortes que defendiam a cidade, mas no dia 18 de Julho os franceses saem vitoriosos dos combates na zona de Tordesilhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A derrota francesa só acontece no dia 22 de Julho e só após um erro de cálculo de Marmont que acaba por expor demasiado o seu flanco esquerdo, no dia seguinte, a cavalaria britânica destroça a retaguarda do exército francês e a 8 de Agosto Madrid é reconquistada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não mais os franceses voltam a invadir Portugal, prosseguindo agora a campanha no sentido da fronteira franco espanhola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1300983673917254715?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1300983673917254715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1300983673917254715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/quarta-invaso-francesa.html' title='A quarta invasão francesa.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1268824714692979986</id><published>2007-05-15T19:05:00.000+01:00</published><updated>2007-05-13T15:08:21.855+01:00</updated><title type='text'>A Ópera em Portugal de 1790 a 1808.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A dependência da corte, manifestada desde logo por ser o próprio monarca a pagar as bolsas de estudo, levava a que os autores tivessem que sujeitar-se às encomendas que recebiam. A música sacra tomava assim a primazia no seu repertório com solenes Te Deum, missas, salmos, oratórias e motetes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não existia a possibilidade de se dedicarem a um único género, mas como na corte havia uma longa tradição de celebrar datas festivas com música, mesmo as religiosas, sempre se podia dar às mesmas um carácter quase teatral, contra o qual diversas vozes se insurgiram e nomeadamente as dos confessores dos monarcas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Para além dos nomes já referidos no artigo anterior, outros fizeram história no panorama operático nacional, mas é necessário recuar até inicíos do século XVIII para melhor se poder compreender a ascendência determinante que a música italiana vai ter em Portugal, relembre-se que a ópera é uma criação de nacionais deste país. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Sendo esse o modelo a seguir e tendo o monarca fundos disponíveis para o fazer, António de Almeida e António Teixeira foram os primeiros a irem estudar nas escolas italianas, tendo no seu regresso produzido uma não muito vasta, mas sim muito interessante obra religiosa e dramática. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Em sentido inverso vieram compositores, como Domenico Scarlatti, que vive em Lisboa de 1721 a 1729, aqui compondo algumas das suas mais conhecidas obras e aqui mantendo uma polémica com &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Carlos Seixas (1704 -1742) que foi reconhecidamente um dos grandes compositores para orgão e cravo do seu tempo, especulando-se da influência que terá exercido sobre o próprio Scarlatti, não se distinguindo bem quem foi o mestre e quem foi o aprendiz. Certo é que a música de Seixas, em muito ultrapassava os canônes do barroco, introduzindo já um novo estilo mais "moderno".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Giovanni Giorgio e David Perez, também italianos, eram o espelho de uma corte que graças ao ouro do Brasil era das mais esplendorosas da Europa, podendo contratar quem queria. Ambos ensinaram toda uma nova geração de músicos no Seminário Patriarcal, fundado em 1713. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Foi igualmente um período em que 5 teatros em simultâneo encenavam óperas, muitas das quais já traduzidas para o português, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;numa delas, situada no Bairro Alto estreou-se Luísa de Aguiar Todi, grande cantora lírica portuguesa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;João Sousa Carvalho (1745-1800), professor de Marcos Portugal, estudou igualmente em Itália e foi compositor oficial da coroa. Deixou-nos de 5 óperas, a mais famosa das quais é &lt;em&gt;L'amore industrioso, &lt;/em&gt;perdida durante anos nos arquivos da Ajuda. Mas um outro nome é intrigante, pelo pouco que se sabe dele - João Pedro de Almeida Motta, cuja obra só recentemente foi descoberta e, que os conhecedores não hesitam em colocá-la entre as melhores da segunda metade do século XVIII.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Outro dos alunos de Carvalho, foi João Domingos Bontempo (1775-1842), filho de um músico italiano, começa por afirmar-se em Paris, onde reside de 1801 a 1810, passando depois por Londres onde permanece até 1814. A sua biografia ficará para outro altura, o que interessa aqui é a sua vasta obra enquanto compositor e o seu papel enquanto pedagogo, deixando a sua influência em muitas gerações de músicos portugueses, quer através da fundação da Academia Filarmónica de Concertos, extinta por D. Miguel devido ao seu ideário liberal, quer também pelo seu papel enquanto director do Conservatório Nacional, criado em 1835. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mais uma deixo a pergunta que cultura é esta, se é que assim se pode chamar, que ignora os nossos compositores e vive da importação de obras do estrangeiro. Mas afinal para que serve uma companhia nacional? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1268824714692979986?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1268824714692979986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1268824714692979986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/pera-em-portugal-de-1790-1808.html' title='A Ópera em Portugal de 1790 a 1808.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2149747998127012017</id><published>2007-05-13T11:48:00.000+01:00</published><updated>2007-05-12T20:12:25.546+01:00</updated><title type='text'>A embaixada de Lannes.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O general Jean Lannes era um oficial de grande prestígio no seio do exército francês, fizera todas as campanhas até 1800, nomeadamente as de Itália e a do Egipto, ao lado de Napoleão, surgindo aí uma forte amizade e confiança mútua, manifestada neste mesmo ano com a sua nomeação para comandante da Guarda Consular, percusora da Guarda Imperial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A sua demasiada proximidade para com Napoleão era alvo de muitas invejas, o próprio não gostava de certas "liberdades" que Lannes tinha para com ele e quando rebentou o escândalo das elevadas somas de dinheiro gastas em fardamentos e em faustosas recepções, somando-se a isso rumores de desvio de fundos, ofereceu-se o pretexto ideal para o afastar de Paris.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Lannes vê nessa nomeação a sua queda em desgraça e muito contrafeito aceita ser ministro plenipotenciário e enviado extraordinário para a corte portuguesa. Chega em Março de 1802, instalando-se primeiro em Buenos Aires, nas casas do desembargador Santa Marta, mudando-se depois para a hospedaria inglesa, sita no palácio D. José Lobo da Silveira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Contrariado e sem preparação para esta função, a sua acção pauta-se pela arrogância, mantendo constantes conflitos com o governo da época, que segundo ele já estaria minado pelas influências inglesas. O seu único gesto de delicadeza para com o príncipe regente, consistiu na oferta, a 12 de Abril, de um manto de veludo verde, mais um selim bordado a ouro e com coldres que continham duas belíssimas pistolas, muito ornamentadas, fabricadas em Versailles e ainda luxuosos arreios para o cavalo. À princesa ofereceu uma espingarda ricamente trabalhada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;D. João retribuíu com um retrato seu em moldura de diamantes, uma espingarda e duas pistolas, as balas eram feitas de ouro e nos polvorinhos em vez de pólvora, havia ouro em pó. Nada disto refreou a sua arrogância, quando se dirigia a Queluz, perguntava sempre se &lt;em&gt;Mr. du Brésil&lt;/em&gt; estava.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 10 de Agosto de 1802 pede passaportes e inopinadamente parte para Paris, mas a 11 de Março de 1803 regressava, pois Napoleão ainda não lhe perdoara. Desta vez fica hospedado no palácio do Largo do Loreto, esta sua nova vinda revela outro traço do seu carácter, em vez da altivez, a persuação e a boa disposição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Consegue assim a amizade do príncipe, com quem se encontrava regularmente, mantendo mesmo conferências pela noite dentro, numa delas a 18 de Novembro, é estabelecida a neutralidade de Portugal. Acompanhava algumas caçadas reais e em pelo menos uma ocasião foi presenteado com uma lebre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Para não ficar atrás ofereceu para os aposentos do palácio de Mafra, onde então estava a corte, uma colcha de cama de rendas magníficas. Tornou-se uma &lt;em&gt;personna gratissima &lt;/em&gt;para D. João, que não hesitou em apadrinhar um seu filho, que em homenagem recebeu o nome do padrinho, o baptizado ocorreu na capela real da Bemposta a 29 de Setembro de 1803.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mais uma vez, o príncipe ofertou a Lannes em honra da ocasião, uma prenda avaliada em quatro mil libras esterlinas e três punhados de diamantes, a madrinha deu à mãe do rebento o seu retrato emoldurado em diamantes e encimado por uma coroa. Nessa noite uma grande festa celebrou tão feliz ocasião, salientando-se o contributo de Marcos Portugal, que durante toda a estadia do francês compôs para ele diversas obras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Estava Lannes neste idílio português, quando já em 1804 recebe a notícia da sua promoção a marechal por ocasião da proclamação de Napoleão como imperador dos franceses. Sentindo-se afastado desta efervescência na capital francesa, aproveita a partida de D. Lourenço de Lima, nomeado embaixador em Paris a bordo da fragata Carlota, para com ele enviar a sua esposa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na madrugada do dia 31 de Julho, também Lannes deixa Lisboa e o seu cargo, não mais aceitando voltar apesar das insistências de Tayllerand, ministro dos negócios estrangeiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2149747998127012017?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2149747998127012017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2149747998127012017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/embaixada-de-lannes.html' title='A embaixada de Lannes.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2114088398433412945</id><published>2007-05-10T23:26:00.000+01:00</published><updated>2007-05-10T22:26:58.470+01:00</updated><title type='text'>Conferência.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Museu do ciclismo das Caldas da Rainha, amanhã dia 11 pelas 9:00 horas da noite, vai haver mais uma conferência sobre as invasões francesas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A própria exposição é interessante, quer pelo armamento e uniformes, quer pelos objectos de uso quotidiano da época. Duas chamadas de atenção, a primeira para as páginas do mítico Falcão, banda desenhada publicada no Cavaleiro Andante, outra para os trabalhos dos alunos da escola Secundária de Odivelas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Também está patente muita da literatura sobre o tema, sejam obras de cariz histórico, sejam romances e afins inspirados no tema. Não deixem pois de visitar e desfrutem da palestra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2114088398433412945?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2114088398433412945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2114088398433412945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/conferncia.html' title='Conferência.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6963595804823704671</id><published>2007-05-10T22:32:00.000+01:00</published><updated>2007-05-09T22:33:16.453+01:00</updated><title type='text'>Manuel Godoy</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RkI-C8JKPYI/AAAAAAAAAGQ/Ge6oOY2Qm0k/s1600-h/godoy1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062677151343066498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RkI-C8JKPYI/AAAAAAAAAGQ/Ge6oOY2Qm0k/s200/godoy1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6963595804823704671?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6963595804823704671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6963595804823704671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/manuel-godoy.html' title='Manuel Godoy'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RkI-C8JKPYI/AAAAAAAAAGQ/Ge6oOY2Qm0k/s72-c/godoy1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5361699899446989830</id><published>2007-05-10T22:17:00.000+01:00</published><updated>2007-05-09T22:31:52.871+01:00</updated><title type='text'>Manuel Godoy (1767-1851).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Depois de já ter mencionado por diversas vezes esta personagem, impunha-se agora fazer a biografia de Manuel de Godoy y Álvarez de Faría Rios Zarosa, nascido em Badajoz no seio de uma família da pequena nobreza e de mãe portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Sendo o seu pai coronel do exército, a sua educação foi desde cedo orientada para o serviço militar, mas também adquire alguns conhecimentos de matemática, humanidades e filosofia. Em 1784 é admitido na corte por Carlos III, juntando-se ao irmão mais velho, que era membro da Guarda de Corpo. Estuda aí francês com os irmãos Joubert, que sobre ele exercem grande influência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 8 de Novembro de 1792, oito anos depois da sua chegada, Godoy é nomeado Primeiro Secretário de Estado ou do Despacho e Primeiro Ministro por Carlos IV que desde 1788, altura em que sucedera a seu pai, lhe tinha concedido inúmeras honrarias, promovendo-o de cadete a ajudante general, brigadeiro, marechal de campo e sargento mor da Guarda de Corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A linha política que seguiu foi sempre a de apoiar o campo que parecia ter a vantagem, assim tanto apoiou a Inglaterra, como de seguida apoiou a França. Ao firmar a paz de Basileia, em 1796, recebe o título de Príncipe da Paz e após a Guerra das Laranjas de 1801, é nomeado generalíssimo, título outorgado pela primeira vez em Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não caberiam aqui todos os que recebeu até cair em desgraça, mas impõe-se a pergunta, a que se deveu tão rápida ascensão? Uma parte dos historiadores espanhóis, ligou-a à rainha Maria Luísa, de quem seria supostamente amante, mas outra parte, sem descurar esta possibilidade, atribuiu à Revolução Francesa e às hesitações dos ministros Floridablanca e Aranda, que não souberam impôr uma política de fortalecimento da monarquia face aos novos ideiais revolucionários. Segundo esta perspectiva, Godoy seria um homem livre de influências e leal ao seu rei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Voltando aos factos, a aliança com França, tal como ficara consagrado no primeiro tratado de San Ildefonso, serviria para salvarguardar os territórios ultramarinos, os interesses da Duquesa de Parma, filha de Maria Luísa e, para acalmar os intentos dos republicanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No entanto as intrigas, muitas vezes instigadas pelos próprios franceses que secretamente negociavam a paz com Inglaterra e algumas derrotas levaram à sua saída do governo em 1798. Nem as reformas que apoiou, nem o facto do seu governo integrar personagens ilustres, "grandes" de Espanha, o salvou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Só em 1801 voltou a integrar um governo, embora deixando o cargo de primeiro secretário para um seu primo, tinha sido negociado um ano antes o terceiro tratado de San Ildefonso com França, ficando consagrado desta vez que a Louisiana ficaria para este país, em troca a Duquesa de Parma receberia o reino da Etrúria e as hostilidades seriam abertas com Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No rescaldo da Guerra das Laranjas, Godoy conseguiu para Espanha a praça de Olivença e em 1802, com a paz de Amiens, firmada entre Napoleão e o monarca inglês, perdeu a ilha de Trinidad, mas recuperou a ilha de Menorca. Napoleão não deixava de interferir na política interna e em 1805 consegue uma nova aliança, que leva ao desastre de Trafalgar, perdendo Espanha a maioria das sua embarcações de guerra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1806 Napoleão oferece o reino de Nápoles a José Bonaparte, seu irmão, expulsando do trono Fernando IV, irmão do monarca espanhol, algo que não conseguiria sem desfazer a aliança, não fôra a intervenção de Godoy, que odiava essa personagem e a quem já teria sido prometido uma parte de Portugal caso o país fosse invadido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os desmedidos pedidos do imperador dos franceses, em homens, dinheiro e territórios, levaram-no a considerar pouco depois a adesão à quarta coligação, mas a derrota da mesma, levou-o a reconsiderar. No ano seguinte adere ao Bloqueio Continental e a 27 de Outubro por intermédio de D. Eugénio Izquierdo, um seu agente, acorda com Napoleão os termos do Tratado de Fontainebleau.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Quando descobriu as intenções de dominío de toda a península já era tarde demais e mesmo antes da ractificação final do documento, já tropas francesas, com o seu beneplácito, tinham atravessado os Pirinéus. Depois veio a exigência da abertura de um caminho militar, com as principais fortalezas guarnecidas por tropas francesas e a linha de fronteira foi transferida para o rio Ebro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Começaram a surgir das sombras as vozes de descontentamento em relação à sua política, agrupando-se em volta do herdeiro, D. Fernando, a&lt;/span&gt; 19 de Março de 1808 e na sequência dos projectos da familia real que pretendia seguir os passos da sua congénere portuguesa e fugir para as Américas, inicia-se o motim de Aranjuez, em que o palácio do favorito é queimado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só a rápida intervenção de um exército francês comandado por Murat o salva, escoltando-o até Bayonne, onde pela primeira vez encontra Napoleão em pessoa e onde assiste à abdicação de Carlos IV e à cedência de D. Fernando dos seus direitos ao trono em favor da família Bonaparte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1814, finda a guerra, Carlos IV abdicou novamente do trono, desta vez em favor de seu filho que toma o título de Fernando VII e entrega a seu pai 8 milhões de reais para que ele viva em Roma sem mais o incomodar, consegue ainda o exílio de Godoy em Pesaro na Itália.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Godoy acompanhou os seus monarcas até à morte dos mesmos, em 1819, mas foi sempre perseguido por D. Fernando que finalmente acabou por conseguir a renúncia aos títulos que lhe tinham sido outorgados, entre os quais o de Príncipe da Paz. A partir de 1832 instala-se em Paris, vivendo a expensas de uma modesta pensão concedida por Luís Felipe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na onda de revivalismo do primeiro império, aproveita para escrever as suas memórias, publicadas em castelhano e em francês. Em 1844 e 1847, dois decretos de Isabel II consagram a devolução de todos os seus títulos, com excepção para os de Príncipe da Paz, Generalísimo e Gran Almirante. Não usufrui deles pois ficam retidos até depois da sua morte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos 80 anos de vida é permitido o seu regresso a Espanha, mas rapidamente decide voltar para Paris onde assiste ainda à revolução de 1848 e à ascensão de Napoleão III. A 4 de Outubro de 1851 morre sem que ninguém quer em Espanha, quer em França faça disso grande notícia e é sepultado em campa modesta no cemitério de Père Lachaise. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5361699899446989830?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5361699899446989830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5361699899446989830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/manuel-godoy-1767-1851.html' title='Manuel Godoy (1767-1851).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3854494787531200099</id><published>2007-05-08T23:03:00.000+01:00</published><updated>2007-05-09T11:00:54.686+01:00</updated><title type='text'>Curiosidades.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Existe no Porto um género de pão e que chamam "moletes", atribuíndo-se a origem desta designação a um oficial francês. Não tenho todos os factos, mas sei que alguns dos mencionados estão incorrectos, por exemplo, Junot não esteve no Porto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Certo é que o general Quesnel esteve e tinha consigo alguns oficiais de patente superior, se entre os mesmos estaria um chamado Molet, é algo que irei descobrir, mas continuando com a lenda, conta-se que este oficial tinha trazido consigo um padeiro, que fazia um pão de que todos gostavam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Deturpações mais tarde, teríamos aí a origem dos "moletes".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3854494787531200099?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3854494787531200099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3854494787531200099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/curiosidades_08.html' title='Curiosidades.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-536479839452592947</id><published>2007-05-08T18:24:00.000+01:00</published><updated>2007-05-08T16:57:44.037+01:00</updated><title type='text'>José Travassos Valdez (1787-1862).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rj8nU8JKPWI/AAAAAAAAAGA/aki4kv0SigA/s1600-h/Bonfim.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061807746883140962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rj8nU8JKPWI/AAAAAAAAAGA/aki4kv0SigA/s200/Bonfim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A primeira invasão francesa, bem como as subsequentes, permitiram uma rápida ascensão social, que antes estaria vedada aos que não nasciam no seio da nobreza. Um dos paradigmas disso mesmo é o primeiro conde do Bonfim e par do reino, tal como foi outorgado por D. Maria II.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Sendo natural de Elvas, em 1807 estudava direito na Universidade de Coimbra e seria essa a sua carreira futura, interrompida pelas incidências do ano seguinte que o levam a alistar-se no batalhão académico. Bernardim Freire, general encarregue da reorganização do exército português, envia-o para o quartel de Wellesley, onde seria o elemento que faria a ligação com as forças nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nessa condição é um espectador privilegiado das batalhas da Roliça e do Vimeiro, no que seria só o início da sua brilhante carreira e que levou, embora não fosse militar de carreira, a ser promovido a Major no final da campanha peninsular em 1814.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Também tem uma participação activa na guerra civil e mesmo nas revoluções posteriores, o que lhe vale alguns períodos de encarceramento e mesmo o exílio. Tudo perdoado, nos últimos anos de vida, já promovido a brigadeiro, faz parte do conselho de justiça militar até à sua morte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-536479839452592947?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/536479839452592947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/536479839452592947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/jos-travassos-valdez-1787-1862.html' title='José Travassos Valdez (1787-1862).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rj8nU8JKPWI/AAAAAAAAAGA/aki4kv0SigA/s72-c/Bonfim.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-8047929561248787118</id><published>2007-05-07T22:48:00.000+01:00</published><updated>2007-05-06T23:04:29.793+01:00</updated><title type='text'>Goya - La carga de los Mamelucos.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rj5NPsJKPVI/AAAAAAAAAF4/VYbt-JHGpg4/s1600-h/CargaMamelucos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061567963153972562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rj5NPsJKPVI/AAAAAAAAAF4/VYbt-JHGpg4/s200/CargaMamelucos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-8047929561248787118?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8047929561248787118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8047929561248787118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/goya-la-carga-de-los-mamelucos.html' title='Goya - La carga de los Mamelucos.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rj5NPsJKPVI/AAAAAAAAAF4/VYbt-JHGpg4/s72-c/CargaMamelucos.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5271660420133145501</id><published>2007-05-07T20:24:00.000+01:00</published><updated>2007-05-06T23:26:48.953+01:00</updated><title type='text'>Dos de Mayo.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Na sequência do motim de Aranjuez, no dia 23 de Março de 1808, o general francês Murat ocupa Madrid. No dia seguinte Fernando VII, aclamado pelo povo depois da abdicação do seu pai, Carlos IV, faz uma entrada triunfal na cidade, mas a situação não ficaria por aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Murat exige que ambos partam para Bayonne onde resolveriam as suas disputas sob os auspícios de Napoleão, que serviria como árbitro, Godoy segue-os nessa viagem. É nomeada uma &lt;em&gt;Junta de Gobierno&lt;/em&gt;, embora o poder resida efectivamente nas mãos do general francês, relegando a dita para um papel de mero espectador dos acontecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No dia 23 de Abril, a Junta recebe um pedido de Murat, feito supostamente em nome de Carlos IV, para que também a rainha da Etrúria e o infante Fernando de Paula, fossem enviados para França, pedido que é inicialmente recusado, só sendo finalmente aceite depois da recepção de uma carta de D. Fernando, onde se podia ler que era importante "manter a paz e a harmonia" com os franceses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O encontro de Bayonne termina com a abdicação de D. Carlos e D. Fernando e diga-se de passagem, que tal acto não foi uma grande contrariedade para nenhum deles. A partir daí tudo se vai precipitar até ao dia 2 de Maio, quando uma multidão se reúne em redor do palácio real de Madrid.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Novamente são postos a circular boatos, desta vez verídicos, em como soldados franceses estavam a levar os restantes membros da família real e se a partida da rainha da Etrúria não causou qualquer comoção, já os preparativos para a do infante e o facto do mesmo ter sido visto numa varanda, leva ao começo da revolta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ao grito de ¡Que nos lo llevan!, o povo invade o palácio, o pretexto ideal para Murat enviar os seus granadeiros e alguma artilharia, que abre fogo sobre os revoltosos. A luta estende-se a toda a cidade, os madrilenos armam-se com o que conseguem e os diferentes &lt;em&gt;barrios&lt;/em&gt;, liderados por caudilhos mais ou menos espontâneos, procuram organizar-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A primeira prioridade é a defesa das portas da cidade, numa tentativa de impedir a chegada do grosso da tropa francesa, acantonada fora da cidade, o pior é que Murat, mais experiente nestes assuntos, já tinha feito chegar a maioria dos cerca de 30.000 homens de que dispunha. Não contava era com uma resistência tão feroz, incapaz no entanto de ser mantida por muito tempo, mas imortaliza pelos quadros de Goya, como &lt;em&gt;La Carga de los Mamelucos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O dia custou caro aos franceses, mas ainda mais aos madrilenos, porque findas as lutas, iniciaram-se as represálias, Murat aproveita mesmo para impôr uma jurisdição militar e assim através de tribunais sumários liderados por Grouchy, executar centenas de rebeldes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Refira-se que as unidades militares da capital não têm qualquer tipo de interferência nos acontecimentos, seguindo as ordens do capitão general Francisco Negrete, mantêm-se nos seus aquartelamentos. Excepção feita aos artilheiros que, comandados pelos capitães Luis Daoiz y Torres e Pedro Velarde Santillán, entrincheiram-se no parque de artilharia de Monteléon e chegam mesmo a repelir o primeiro ataque francês, sendo dizimados no segundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Murat, tendo como objectivo primordial o controlo de todas as instituições espanholas, depois da repressão e contando com o apoio das classes dirigentes, controla todo o governo, o que não evita que alguns dos sobreviventes, espalhem as notícias dos horrores de Madrid por toda a Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5271660420133145501?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5271660420133145501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5271660420133145501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/dos-de-mayo.html' title='Dos de Mayo.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5869491976008184875</id><published>2007-05-05T22:15:00.000+01:00</published><updated>2007-05-04T22:41:34.347+01:00</updated><title type='text'>Aranjuez.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;199 anos, Aranjuez não esqueçe a memória dos motins, que ditaram a queda do favorito Manuel Godoy. As festas estão desde 1992 declaradas como de Interesse Turístico Nacional, curiosamente ocorrem agora na primeira semana de Setembro, coincidindo com a feria local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Local de residência de Verão dos monarcas Borbons, o Palácio Real é o cenário perfeito para as comemorações, sim leram bem, porque se trata de uma celebração do levantamento popular e os locais exprimem assim o seu orgulho, apesar de reconhecerem que a nobreza da altura manipulou os acontecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O programa é extenso e variado, salientando-se a encenação do motim na praça de armas do palácio, em que cerca de 200 pessoas dão vida a um guião de Galdós. Para o resto basta consultar um qualquer guia turístico de Espanha, que anuncia amplamente esta festa e que prepara desde o ano passado o bicentenário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;E em Portugal?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5869491976008184875?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5869491976008184875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5869491976008184875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/aranjuez.html' title='Aranjuez.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4886588047153524409</id><published>2007-05-05T19:57:00.000+01:00</published><updated>2007-05-04T22:34:04.902+01:00</updated><title type='text'>O Motim de Aranjuez.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A corte de Carlos IV era um ninho de intrigas, que atingiram o seu ponto alto a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; 17 de Março de 1808, quando as ruas desta povoação, situada ao Sul de Madrid, na confluência do rio Jarama com o rio Tejo, são invadidas por uma multidão em protesto contra Carlos IV, mas especialmente contra Godoy e a sua política pró francesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um núcleo importante da nobreza espanhola, unida em torno do primogénito D. Fernando, temendo o poder absoluto de que gozava o favorito e a sua relação com Maria Luísa, soube aproveitar o descontentamento popular, que aliás fomentaram, para exigir mudanças profundas no governo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O apoio da igreja foi o último passo de que necessitaram, bem como a suspeição, que reinava em todos os sectores da sociedade, contra os franceses que, apesar do acordado em Fontaibebleau, ocupavam fortalezas importantes (Burgos, Pamplona, Salamanca, San Sebastián, entre outras). A pouco e pouco os efectivos desta nacionalidade já ascendiam a 65.000 homens, controlando as comunicações com França e mesmo a capital Madrid.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Godoy já tinha as suas próprias suspeitas e fizera retirar a família real para Aranjuez em Março, integrado num projecto mais vasto de retirada para a América Latina, tal como o fizera o Príncipe Regente de Portugal. Precisamente no dia em causa, a nobreza espalha o rumor da viagem incitando a população a impedir a mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O palácio real é cercado, mas pior sorte tem o palácio de Godoy que é queimado, no entanto o favorito escapa e no dia 19 consegue refugiar-se no quartel da Guarda de Corpo e é D. Fernando que evita o seu linchamento, mas ordena a sua prisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Sendo o "líder" desta revolta é nele que seu pai abdica da coroa, o novo monarca é agora legitimado pela vontade popular, vendo muitos historiadores do país vizinho neste acontecimento os estertores da monarquia absoluta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4886588047153524409?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4886588047153524409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4886588047153524409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/o-motim-de-aranjuez.html' title='O Motim de Aranjuez.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-8355852637190841313</id><published>2007-05-04T20:54:00.000+01:00</published><updated>2007-05-04T16:43:50.577+01:00</updated><title type='text'>Curiosidades.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Resposta:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Palco da fase final do período napoleónico, com algumas grandes batalhas a decorrerem em seu território, os agricultores da Bélgica, mas não só, começaram a notar que eram as papoilas as primeiras a florir sobre as campas dos soldados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mais tarde após a Primeira Grande Guerra, o fenómeno repetiu-se e aos poucos a papoila foi associada à lembrança desses milhares de soldados mortos ao longo dos tempos, sendo um símbolo utilizado nas homenagens que ocorrem um pouco por todo o mundo, o paradigma disso é o Anzac Day, na Austrália que desde 1978, faz uso de uma papoila estilizada nas comemorações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um médico canadiano ditou a sua divisa: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;In Flanders fields the poppies grow &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Between the crosses, row on row.&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-8355852637190841313?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8355852637190841313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8355852637190841313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/curiosidades_04.html' title='Curiosidades.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-999741378925015792</id><published>2007-05-03T20:50:00.000+01:00</published><updated>2007-05-03T12:54:12.747+01:00</updated><title type='text'>Curiosidades.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Qual é a ligação entre as papoilas, as guerras napoleónicas e a homenagem aos soldados caídos em batalha?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-999741378925015792?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/999741378925015792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/999741378925015792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/curiosidades.html' title='Curiosidades.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-8162272401513550114</id><published>2007-05-03T20:24:00.000+01:00</published><updated>2007-05-03T12:37:55.937+01:00</updated><title type='text'>A Europa em 1807.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A batalha naval ao largo de Trafalgar, Espanha, em 1805, constitui um sério revés para os planos de Napoleão Bonaparte, que desde o ano anterior era o Imperador dos franceses. Uma invasão das ilhas britânicas fica posta de parte e o domínio dos mares pende definitivamente para o lado inglês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Por oposição no continente tudo corre pelo melhor, ainda em 1805 Ulm e Austerlitz são vitórias retumbantes para os exércitos franceses, forçando austríacos e russos a negociarem a paz e ingleses e suecos a estacarem os seus planos para a guerra. Assim se acabou com a terceira coligação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;1806 é um ano de consolidação de posições, novamente Inglaterra que resistia só ao domínio francês, consegue a formação de uma quarta coligação, financiando os exércitos da Prússia, da Saxónia e da Rússia. O que estes países não tinham aprendido então era a forma de contrariar as tácticas de Napoleão. Um avanço rápido apanhou estes exércitos sem os efectivos completos e sem poderem fazer a junção, Jena e Austertadt são vitórias que abrem o caminho para Berlim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A campanha é muito rápida, a 8 de Outubro inicia-se a invasão, a 14 são as vitórias e a 24 já Napoleão está no palácio dos Hohenloe em Berlim. Um mês depois o derradeiro exército prussiano rende-se em Lubek, forçando Frederico Guilherme III a refugiar-se na Rússia em busca de santuário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Restava precisamnente este país, mas a aproximação do inverno parecia não permitir o continuar das hostilidades, no entanto, tentando um golpe de sorte, o comandante russo Benningsen aproximou as suas forças de Napoleão, provocando a batalha de Eylau, uma das mais sangrentas do período napoleónico. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Friedland, nova vitória francesa dita o fim desta campanha, o Tsar russo devastado pela rapidez com que tinha sido derrotado, encontra-se com Napoleão no meio do rio Niemen dando origem ao famoso tratado de Tilsit.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Casa arrumada, ou seja, derrotada a Prússia, é formada a Confederação do Reno, união de estados pró francesa, é decretado o Bloqueio Continental e é estabelecida uma aliança com a Rússia. O que restava a Napoleão?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Bem, restava a questão ibérica e em 1807, o imperador dos franceses queria resolvê-la de vez, relembre-se que a mesma estava pendente desde 1793, data da Campanha do Rossilhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-8162272401513550114?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8162272401513550114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8162272401513550114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/05/europa-em-1807.html' title='A Europa em 1807.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5867905386788859315</id><published>2007-04-28T20:02:00.000+01:00</published><updated>2007-04-28T22:41:17.255+01:00</updated><title type='text'>Forte de S. João Baptista da Foz, Porto.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RjOal8JKPUI/AAAAAAAAAFw/8kCZakgr5LE/s1600-h/FortedeS.JoÃ£oBaptistaPorto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058556783057583426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RjOal8JKPUI/AAAAAAAAAFw/8kCZakgr5LE/s200/FortedeS.Jo%C3%A3oBaptistaPorto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5867905386788859315?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5867905386788859315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5867905386788859315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/forte-de-s-joo-batpista-da-foz-porto.html' title='Forte de S. João Baptista da Foz, Porto.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RjOal8JKPUI/AAAAAAAAAFw/8kCZakgr5LE/s72-c/FortedeS.Jo%C3%A3oBaptistaPorto.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7180498734949230016</id><published>2007-04-28T17:48:00.000+01:00</published><updated>2007-04-28T22:44:35.929+01:00</updated><title type='text'>Crítica e Elogio.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Porque ambos não devem deixar de ser feitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Aqui há dias consultando a agenda cultural de Torres Vedras, reparei que 2 entidades iriam organizar um "vasto" programa relacionado com as Invasões Francesas, que incluía uma conferência, um concerto da Banda da GNR e uma visita a Elvas e a Olivença?!?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Quanto à vastidão ficou logo arrumada, depois a conferência mereceu-me críticas e muitas, mas guardo-as para mim, prefiro o elogio de cada vez mais as pessoas estarem conscientes da importância deste período e procurarem com estas iniciativas a sua divulgação. Pena é que não se preocupem com as escolas, ou mesmo com a população em geral e que a mesma meia dúzia do costume esteja presente neste tipo de eventos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O passeio é para mim de tal modo absurdo procurá-lo integrar nesta vastissíssima programação, que não mais lhe darei importância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O que mais faz vir ao de cima a minha veia crítica é o facto de a banda da GNR dar um concerto, não sendo por aí que a coisa corre mal, antes pelo contrário, é a este tipo de iniciativas que normalmente mais gente acorre e por isso devem ser estimuladas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No entanto ao consultar o programa, constato que mais uma vez os autores não portugueses tomam a primazia e que com a excepção de Tchaikovsky, nenhum deles é contemporâneo dos acontecimentos. Então este não passa de mais um concerto e só figura no vastíssimo programa para fazer número.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Uma simples pesquisa faria ver aos senhores da organização que existem muitos e bons autores no período, portugueses e não só e que no interesse, até de se fazer o retrato da época, por aí se deveria começar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Uma última nota, as 4 invasões de Portugal começaram em Novembro de 1807, prolongando-se o período de luta até 1814. Porquê comemorar-se só 1810 e a terceira invasão que constituí apenas um dos episódios desta guerra? Porquê continuar a ignorar as outras 3 invasões?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nada de importante se terá passado?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7180498734949230016?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7180498734949230016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7180498734949230016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/crtica-e-elogio.html' title='Crítica e Elogio.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5995727582939404079</id><published>2007-04-26T20:26:00.000+01:00</published><updated>2007-04-28T22:42:19.327+01:00</updated><title type='text'>Forte de São João Baptista da Foz - Porto.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Embora a defesa da barra do rio Douro fosse uma necessidade premente desde os tempos da fundação da nacionalidade, a evolução da arte da guerra acarretou que a mesma sofresse alterações ao longo dos séculos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A ultima e talvez a mais importante ocorreu durante o período designado como Guerra da Restauração, que trouxe a necessidade da construção de um baluarte capaz de resistir às peças de artilharia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Este tipo de fortaleza baseava-se nos desenhos de Vauban, um engenheiro francês, que introduziu uma verdadeira revolução nas construções defensivas, tornando-as capazes de resistir aos mais ferozes assaltos. No Porto, Charles de Lassart, também francês e engenheiro mor do reino, começou em 1642 as obras do que viria a ser conhecido como forte de São João Baptista da Foz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não sendo de estranhar no nosso país, as obras arrastaram-se, quer por dissenções entre mestre de obra e a câmara do Porto, quer por falta de fundos. Mas a invasão do Minho por tropas espanholas tornou absolutamente imperiosa a construção e finalmente em 1653, deram-se por concluídos os trabalhos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Era a segunda mais importante do país e a chave para as províncias do Norte litoral, no entanto em 1807 - 1808, não foi ocupada pelos franceses por o tratado de Fontainebleau consagrar que o Entre-Douro e o Minho ficariam para a rainha da Etrúria, sendo por isso tropas espanholas a formar a sua guarnição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O episódio mais significativo e aquele que mais nos concerne vai surgir no dia 6 de Junho de 1808, quando o sargento mor Raimundo José Pinheiro, na sequência da retirada do general Ballesta, iças as cores nacionais no forte, mas a administração pró-francesa, que ainda permanecia em funções, pouco depois manda retira-las, voltando a desfraldar a bandeira francesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Só dias mais tarde e perante a revolta de todo o Norte do país é que alguns notáveis, entre os quais o bispo da cidade, proclamam uma junta contra o governo francês e fazem içar novamente a bandeira nacional no forte. Um sinal que é visível para os barcos ingleses que constantemente patrulhavam as nossas costas e que torna possível o envio de missivas para Londres, a pedir auxílo e, para o Brasil a dar conta da revolta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5995727582939404079?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5995727582939404079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5995727582939404079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/forte-de-so-joo-baptista-da-foz-porto.html' title='Forte de São João Baptista da Foz - Porto.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7959550394317070929</id><published>2007-04-24T21:11:00.000+01:00</published><updated>2007-04-23T12:36:53.669+01:00</updated><title type='text'>Curiosidades.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As "heranças" da Primeira Invasão francesa são muitas e variadas, persistindo algumas até aos nossos dias. A culinária constitui um desses aspectos que não se deve ignorar, sendo mesmo uma mais valia para as regiões que se podem orgulhar de receitas que já existiam à quase 200 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A "canja de galinha à doentes" é só um primeiro exemplo, conta-se na Figueira da Foz, que nos primeiros dias de Agosto, quando Wellesley desembarcou em Lavos, estabelecendo aí o seu quartel general durante cerca de 8 dias - o tempo que demorou para todas as tropas chegarem a terra - lhe foi servida esta sopa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Poderia ser gabarolice da zona, mas o facto é que em cartas dirigidas à sua esposa, "Kitty" Pakenham, aparece a descrição da dita sopa e que constaria para além da galinha, orelha e toucinho de porco, enchidos, couve, massa, cebola e, claro está, sal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Cada conviva teria junto de si uma malga para a sopa, um prato para as carnes servidas à parte e outro com hortelã de que cada um a gosto se serviria. Para acompanhar a refeição um belo vinho branco e para a sobremesa e por recomendação do próprio Wellesley, uma simples laranja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não vai ficar por aqui a gastronomia das invasões e já agora se alguém tiver mais receitas aproveite para as divulgar neste singelo espaço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7959550394317070929?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7959550394317070929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7959550394317070929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/curiosidades.html' title='Curiosidades.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6820705222055862961</id><published>2007-04-18T22:21:00.000+01:00</published><updated>2007-04-18T12:28:19.573+01:00</updated><title type='text'>Convite.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;No dia 20 de Abril pelas 21h:30m, realizar-se-á uma conferência no Museu do Ciclismo, nas Caldas da Rainha, subordinado ao tema da Primeira Invasão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Quem já presenciou outros eventos em que estivemos presentes, sabe que faremos uma abordagem a diversos aspectos da mesma, desde as batalhas, às pequenas "estórias" locais que fizeram a História geral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não faltem, a entrada é gratuita. Resta dizer que o museu localiza-se mesmo em frente do parque.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6820705222055862961?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6820705222055862961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6820705222055862961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/convite.html' title='Convite.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3995838015026936865</id><published>2007-04-18T21:13:00.000+01:00</published><updated>2007-04-18T12:18:26.401+01:00</updated><title type='text'>Olhão 2.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Os primeiros sucessos entusiasmam os olhanenses comandados pelo coronel Lopes de Sousa, mas horas difíceis ainda estavam para vir. Apesar de já possuírem armas em quantidade razoável, faltava a a experiência e o treino militar aos homens, bem como faltavam os oficiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nos dias seguintes houve novamente que fazer frente aos franceses, que avançavam vindos da direcção de Vila Real de Santo António. Rapidamente organiza-se a defesa da aldeia de Moncarapacho, montando-se igualmente uma emboscada na ponte velha, nas proximidades de Quelfes, no entanto, estes preparativos foram denunciados dada a falta de disciplina deste "exército" improvisado, mas altamente motivado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O dia acaba com mais uma vitória, pois os franceses alertados pelo barulho retiram, mas sofrem algumas baixas. A perseguição movida só termina no Sítio da Meia Légua, local assinalado na estrada nacional 125 e de onde os perseguidos só a custo conseguem escapar, deixando muitos homens caídos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Após uma reunião com o capitão Mestre, o coronel Lopes de Sousa, decide ir com o mesmo de caíque a Ayamonte pedir novamente a ajuda dos ingleses, mas também dos espanhóis. Aproveitando a viagem levou consigo os quase 100 franceses que tinham sido aprisionados e para quem escasseava a comida em Olhão. Sem qualquer militar experiente a comandá-los, os olhanenses viram-se para o padre Malveiro, que sentido o receio das gentes manda difundir boatos de que os ingleses já estariam a ajudar os revoltosos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Antevendo um ataque em força, a população dormia nos barcos e na ilha do Coco. Maurin, o general que tinha a seu cargo a zona, resolve finalmente actuar no dia 19, aproximando-se de manhã pelo Norte e em todos os momentos julga ver ou o brilho das armas inglesas, ou os uniformes dos mesmos. Fosse pelo que fosse, o certo é que em vez de atacar em força, os franceses decidiram tentar uma solução negociada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O desepero começou a apoderar-se dos olhanenses, pois os líderes da revolta ainda não haviam regressado e pela tarde já muitas vozes eram a favor da rendição, mas para sua grande surpresa, os franceses já não estavam no horizonte, tendo que retirar apressadamente para Faro, onde a sua ausência motivou a revolta dos habitantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Já não conseguem reocupar a capital do Algarve e, no dia 22 outro destacamento volta a tentar a sorte em Olhão, mas sendo novamente derrotados, roubaram o que puderam da capela do Santo Cristo em Moncarapacho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Faro surge entretanto uma Junta Suprema onde consta o nome de um olhanense - Miguel do Ó - proprietário de um caíque baptizado como "Bom Sucesso". A 2 de Julho o pânico instala-se perante os boatos da vinda de uma divisão francesa, mas os olhanenses acorrem em grande número para ajudar na defesa da cidade. Terá sido este o factor decisivo para que fosse o já referido caíque a levar a notícia ao Brasil, da restauração do Algarve.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;17 olhanenses partem no dia 6 de Julho, fazendo apenas uma curta paragem na Madeira, onde recebem mais um tripulante e prosseguem a viagem que terminará, depois de muitas agruras, no dia 22 de Setembro no Rio de Janeiro. D. João recebe-os com muita emoção e atribui-lhes algumas honrarias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 15 de Novembro de 1808, um decreto reconhece a importância desta revolta ao ordenar que doravante a localidade tome a designação de Vila do Olhão da Restauração e D. Francisco de Melo da Cunha Mendonça de Menezes, que pela sua lealdade foi nomeado presidente do conselho de regência após expulsão dos franceses, recebeu ainda o título de Marquês de Olhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Aos olhanenses é também permitido o uso de uma medalha com a letra O e a inscrição "Viva a Restauração e o Príncipe Regente Nosso Senhor". Os embarcados regressam a Portugal numa nova embarcação, pois D. João decretou que o caíque deveria ser conservado no Rio em memória do seu feito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3995838015026936865?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3995838015026936865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3995838015026936865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/olho-2.html' title='Olhão 2.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7384005099263465070</id><published>2007-04-14T15:12:00.000+01:00</published><updated>2007-04-13T21:13:04.463+01:00</updated><title type='text'>Olhão 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O dia 16 de Junho de 1808, assume um particular significado para Olhão, uma vez que foi a primeira localidade em Portugal a efectivamente assumir a sua revolta contra o governo francês do general Junot. Outras revoltas ocorreram no Norte, nomeadamente após a retirada da tropa espanhola, mas o receio de represálias levou a um discreto desaparecimento dos simbolos nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No Algarve, em que a presença francesa era dimínuta e, onde também os espanhóis retiram de volta ao seu país, a revolta poderia triunfar com alguma tranquilidade, desde que de Lisboa não fossem enviados mais efectivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Inicialmente como em todo o país, as autoridades recebem bem os franceses, mas os sucessivos impostos lançados por esta administração estrangulam a já de sí muito depauperada economia. Surgem portagens para quem queria sair da região pela Serra do Caldeirão, uma taxa por cada embarcação, bem como a obrigação de as mesmas possuírem um número que as identificasse, uma percentagem do pescado capturado, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Também aqui foi confiscado algum do ouro e da prata das igrejas, mas o que terá causado maior celeuma foi a pena de morte aplicada aos contrabandistas. Considerando que em todos os portos existia um grande número dos mesmos, esta não foi uma iniciativa bem aceite e sobretudo, porque os próprios franceses dedicavam-se à mesma actividade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um facto curioso é o de os olhanenses terem de se deslocar a Faro para efectuar os pagamentos dos impostos, podendo constatar que os farenses recebiam um tratamento bem mais tolerante, pois assim garantiam os franceses a sua boa vontade e também que muitos afrancesados estavam a colaborar com os mesmos. Assim começaram a chamar "carecas" aos seus vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Dos vigaristas também se passou a dizer que "tinham mais artes que Napoleão". De qualquer modo e com um crescente sentimento de ódio, Olhão acolhe uma reduzida guarnição, que depois da retirada espanhola, é manifestamente insuficiente para continuar a calar a revolta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A rivalidade entre Olhão e Faro já era nesta altura secular, agravara-se pelo já descrito, agora bastava um lançar fogo ao rastilho que foi crescendo, quer com a notícia da revolta em Espanha, quer com outras em Portugal. Um ultimo edital de Junot, afixado a 11 de Junho, apela à calma e convida os portugueses a voluntariarem-se para o exército francês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mas o que ditou finalmente a revolta foi o facto de no dia 12 o altar do Compromisso Marítimo, situado na igreja matriz, possuir para além dos símbolos religiosos, as armas da família real. Como tinha sido ordenado, estas estavam cobertas por um pano, no entanto o escrivão João da Rosa resolve pô-las a descoberto para os festejos de Santo António. Logo um grande alarido se levantou entre a população e à noite já uma bandeira tinha sido hasteada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nada mais ocorre até ao dito dia 16, quando o coronel José Lopes de Sousa ao ver que alguns pescadores tentavam ler o edital afixado na porta da igreja, rasga-o e com o seu discurso patriótico consegue a adesão imediata à causa nacional. A guarnição é aprisionada, os poucos soldados portugueses que estavam na fortaleza da Armona também se juntam aos revoltosos fornecendo artilharia, o mesmo não se passa com os da fortaleza de S. Lourenço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;João Pincho, parte de Olhão para Ayamonte com o objectivo de entrar em contacto com uma esquadra inglesa, pelo caminho encontra o capitão Sebastião Martins Mestre, que a 13 de Junho com a ajuda de alguns populares, ocupara a fortaleza de S. João, na Barra de Tavira. Os ingleses não fornecem qualquer tipo de ajuda, mas a junta de Ayamonte entrega-lhes algo como 130 espingardas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;De Faro vêm então alguns padres, enviados pelo general Maurin, comandante da zona e que traziam uma mensagem de paz e perdão para todos os que se tinham revoltado. Os olhanenses recusam e são ameaçados com terríveis represálias. Para isso são convocadas as guarnições de Vila Real de Santo António e de Tavira, vindo estes últimos de caíque pela ria formosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O Coronel Lopes de Sousa soube destas movimentações por correios que foram interceptados e ao constatar que os franceses não iriam passar longe de Olhão, foi com algumas lanchas ao seu encontro e no local da barra nova, apanhou-os desprevenidos, talvez por terem sido confundidos como simples pescadores, o que é certo é que a abordagem decorreu quase sem troca de tiros e no final 80 soldados de França estavam em poder dos revoltosos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7384005099263465070?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7384005099263465070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7384005099263465070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/olho-1.html' title='Olhão 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6389939500159999616</id><published>2007-04-12T21:53:00.000+01:00</published><updated>2007-04-12T16:30:22.780+01:00</updated><title type='text'>José Francisco Miguel António de Mendonça (1725-1808).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgmF00reKMI/AAAAAAAAAFc/viqeROqaOns/s1600-h/JosÃ©FranciscodeMendonÃ§a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046711999986018498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgmF00reKMI/AAAAAAAAAFc/viqeROqaOns/s200/Jos%C3%A9FranciscodeMendon%C3%A7a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;D. José foi o quinto Patriarca de Lisboa, na altura da primeira invasão. Nascido na família dos condes de Val dos Reis, mas não sendo o primogénito, foi-lhe destinada uma carreira eclesiástica e é nesse sentido que prosseguem os seus estudos, finalizados com uma licenciatura em direito canónico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Foi cónego, monsenhor e principal na Sé Patriarcal, até ser nomeado para o lugar de D. Francisco de Lemos, como reitor da Universidade de Coimbra, cargo que ocupa entre 1779 e 1785 e onde deveria prosseguir com as reformas de que o seu antecessor fora encarregue pelo Marquês de Pombal e que tardavam a arrancar em pleno. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1786 é designado Patriarca de Lisboa, mas só em 1788 é que Pio VI o confirma como cardeal, dada a tradição de só o fazer no primeiro consistório após a elevação. É ainda o capelão mor da rainha D. Maria I.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Novembro de 1807, com 82 anos de idade e já doente, não acompanha a família real na fuga para o Brasil, permanecendo na cidade. Junot vê na sua presença um trunfo indispensável para o seu governo e mal começam as primeiras revoltas, após a substituição do conselho de regência e das bandeiras nacionais, ordena-lhe que escreva diversas pastorais apelando à calma, eis um exemplo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não temais, amados filhos, vivei seguros em vossas casas e fora delas; lembrai-vos que este exército é de sua majestade o imperador dos franceses e rei de Itália. Napoleão, o Grande, que Deus tem destinado para ocupar e proteger a religião e fazer a felicidade dos povos(...).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Com o que Junot não contava tão cedo era a morte do Patriarca, em Fevereiro de 1808, pois se os portugueses em geral respeitavam esta figura pela posição que ocupava na hierarquia da Igreja nacional e procuravam nas suas palavras o sossego que os franceses não lhes permitiam, a sua morte vai libertá-los desse fardo e a revolta agudiza-se de semana para semana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6389939500159999616?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6389939500159999616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6389939500159999616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/jos-francisco-miguel-antnio-de-mendona.html' title='José Francisco Miguel António de Mendonça (1725-1808).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgmF00reKMI/AAAAAAAAAFc/viqeROqaOns/s72-c/Jos%C3%A9FranciscodeMendon%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5121907206986083725</id><published>2007-04-04T16:01:00.000+01:00</published><updated>2007-04-04T15:54:50.844+01:00</updated><title type='text'>O dispositivo francês nos primeiros meses de ocupação.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O tratado de Fontainebleau garantiu aos franceses uma serena ocupação de Portugal e a concentração dos seus efectivos em locais estratégicos para a defesa de Lisboa e das suas linhas de comunicação. Assim guarneceram a fortaleza de Peniche, protegendo um local propício para desembarques demasiado perto da capital e o convento de Mafra, também pela sua localização e pelo seu tamanho, onde um grande número de soldados se podiam instalar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As localidades de Torres Vedras e Bombarral, por estarem em importantes nós viários, tinham em permanência 1 ou mesmo 2 regimentos, finalmente as Caldas da Rainha, devido ao seu hospital termal, assistiam a um autêntico vaivém de franceses que aí iam curar as suas doenças de pele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ainda em outras zonas do país, as fortalezas de Almeida e de Elvas, importantes na defesa das fronteiras,estavam igualmente guarnecidas. Em Faro e no Porto, pequenos destacamentos faziam a ligação com a tropa espanhola e em Coimbra outro destacamento garantia o chamado "caminho de posta", ou seja, a estrada por onde seguia o correio para França e para onde eram encaminhados os reforços. Chegou mesmo a funcionar durante largos meses um hospital militar, tratando os soldados esgotados pela caminhada desde Baionne.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Para a tropa espanhola reservou-se a missão de manutenção da paz em todo o restante território nacional, com as suas três divisões:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- A divisão do general Taranco com 6584 homens, depois de algumas dificuldades causadas pelo terreno acidentado e que só permitiram a ocupação do Porto a 13 de Dezembro de 1807, controla o Norte do país. Inesperadamente este general vem a falecer a 27 de Janeiro do ano seguinte, sucedendo-lhe o general Ballesta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- A divisão do general Solana, que percorrera um caminho semelhante ao dos franceses, , acaba por estabelecer o seu quartel general em Setúbal de onde controla todo o Sul. Era composta por 9728 homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;- A ultima das divisões, comandada pelo general Carrafa, vê os seus efectivos divididos, parte dos 9757 homens, ficam na zona de Lisboa com as tropas francesas, outra parte vai reforçar a tropa que estava no Porto.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; Saliente-se que os espanhóis são bem recebidos pelos portugueses, desconhecedores da aliança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Apesar de Junot, general em chefe do exército, não poder dispor da totalidade dos seus efectivos durante largas semanas, os primeiros meses de ocupação foram tranquilos. Ainda havia comida suficiente e as autoridades locais tinham recebido instruções de D. João para receberem bem os franceses de modo a obstar males maiores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Todo o equipamento arruinado pela travessia da península pôde ser substituído e, na sequência da mudança de designação de Corpo de Observação da Gironda para Exército de Portugal, os homens receberam mesmo uniformes extra e garrafas de vinho, entre outros objectos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Tranquilidade foi a palavra de ordem entre Novembro de 1807 e meados de Janeiro de 1808, altura em que surgiram as primeiras revoltas, mas só depois de Junho é que as mesmas eclodiriam em força.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5121907206986083725?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5121907206986083725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5121907206986083725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/o-dispositivo-francs-nos-primeiros.html' title='O dispositivo francês nos primeiros meses de ocupação.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4981363957283735304</id><published>2007-04-01T19:53:00.000+01:00</published><updated>2007-03-31T22:32:27.930+01:00</updated><title type='text'>Marcos Noronha e Brito (1771-1828).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041915243874751202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rfh7M3rIEuI/AAAAAAAAAEs/96-T6JBcsSo/s200/MarcosNoronhaeBrito.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O oitavo Conde dos Arcos foi o último vice-rei do Brasil, tendo exercido o cargo de Agosto de 1806 a 22 de Janeiro de 1808, altura da chegada da família real, que ao tansferir o governo para a então colónia, tornou redundante a função.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;D. João não se esqueçe dele e nomeia-o governador da Baía , onde Noronha e Brito estabelece a primeira tipografia, que imprimia o jornal "A Idade de Ouro do Brasil". Para além disso ordenou a construção da biblioteca pública e do teatro de S. João, concluiu as obras no cais da alfândega e criou uma linha de correio para o Maranhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1817 participa na repressão da revolta Pernambucana e pouco depois ascende a ministro da marinha e ultramar, instalando-se novamente no Rio de Janeiro. Não acompanha o monarca no regresso, permanecendo em funções de governo até à independência em 1822, altura em que D. Pedro o demite, por exigência das tropas que não gostavam da maneira ele as tratava e, ordena igualmente o seu regresso a Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4981363957283735304?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4981363957283735304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4981363957283735304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/marcos-noronha-e-brito-1771-1828.html' title='Marcos Noronha e Brito (1771-1828).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rfh7M3rIEuI/AAAAAAAAAEs/96-T6JBcsSo/s72-c/MarcosNoronhaeBrito.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3005406067487659314</id><published>2007-04-01T00:04:00.000+01:00</published><updated>2007-04-01T12:25:03.378+01:00</updated><title type='text'>A condessa da Ega.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O 2º Conde da Ega, Aires José Maria de Saldanha, enviuvando em 1795, casou em segundas núpcias com D. Juliana Maria Luísa Carolina Sofia de Oyenhausen e Almeida, filha da notável Marquesa de Alorna. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Entre 1807 e 1808 o conde, recentemente regressado de Espanha onde fora ministro plenipotenciário, recebe de forma entusiástica os franceses e chega mesmo a tomar parte activa na nova admnistração liderada por Junot. O seu palácio, conhecido por da Ega ou Saldanha e onde estão hoje instalados os Arquivos Históricos Ultramarinos, sofre obras de embelezamento da fachada e interiores, sendo o cenário para grandes festas em honra dos novos governantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Junot era frequentador assíduo e encantado pela formosura de D. Juliana fez dela a sua amante oficial enquanto esteve em Portugal. Mas o idílio só dura até à convenção de Sintra, altura em que o casal se vê obrigado a fugir para França acompanhando os seus protectores, de Napoleão recebem uma pensão de 60.000 francos anuais, que gozam até à sua queda em 1814.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1811, um tribunal condena os portugueses que estavam em França à morte, sentença que nunca seria aplicada e em 1823 outro tribunal anula estas sentenças permitindo o seu regresso a Portugal. O Conde opta por se manter afastado da cena política e vem a falecer em 1827. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;D. Juliana casa novamente com o Conde de Strogonoff, um russo e falece em S. Petersburgo no ano de 1864.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O palácio abandonado, serviu de hospital para as tropas anglo-lusas e depois como quartel general de Beresford, a quem D. João acaba por doar o edifício em 1820. A família só consegue reavê-lo após uma longa demanda em tribunal em 1838, mas dificuldades financeiras levam à sua venda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3005406067487659314?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3005406067487659314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3005406067487659314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/04/condessa-da-ega.html' title='A condessa da Ega.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4142625367878370133</id><published>2007-03-31T17:18:00.000+01:00</published><updated>2007-04-09T13:10:44.977+01:00</updated><title type='text'>François Jean Baptiste de Quesnel (1765-1819).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Originário de Saint Germain en Laye, entra para o 25º regimento de infantaria com 17 anos, mas apesar da idade,  as suas qualidades rapidamente se afirmam, o que é notório pela sua ascensão na hierarquia. Em 1793 recebe o posto de general-ajudante comandante de brigada, pelo seu papel na defesa de França nos Pirinéus Orientais, ou como é conhecida em Portugal, Campanha do Rossilhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;É depois destacado para a zona da Vendée, em revolta pela restauração da monarquia e que é claramente derrotada, mas sobre ele recaiem suspeitas de simpatia pela causa realista e o seu casamento com uma nobre não ajuda. O Directório acaba por apenas decidir a sua transferência graças à intervenção de outros generais que muito o estimavam e o defenderam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Participa nas campanhas de Itália e serve igualmente nos exércitos da República Cisalpina e de Nápoles, nomeado membro da Legião de Honra e promovido a general de divisão, fica como comandante da 9ª região militar, mas só até 1807 altura em que é destacado para o Exército de Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Junot confia-lhe o comando das forças espanholas no Norte do país, um território que em Fontainebleau ficaria conhecido como Lusitânia Setentrional, com capital no Porto e que abarcava as províncias de Entre o Douro e Minho, estando destinado ao rei da Etrúria, familiar do rei de Espanha. Dada a confiança que existia entre os dois aliados, Quesnel só tem consigo uns quantos oficiais de estado maior e o intendente de polícia Perron.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;À semelhança dos seus congéneres, um pouco por todo o país, também fez questão de exigir cerca de 5000 cruzados mensais do senado da câmara para despesas de estadia. A sua presença é olhada com desconfiança quer da parte dos espanhóis, quer da parte dos portugueses, especialmente a partir do momento em que Perron começa a perseguir todos os suspeitos de rebelião.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Preso pelo general Bellesta, quando o mesmo abandona o Porto de volta ao seu país, é posteriormente entregue aos ingleses que o transferem para a Corunha, onde numa volta do destino,  é libertado após a entrada dos seus compatriotas na dita cidade. Entre 1811 e 1813 continua na Península e recebe o título de barão do império pelo seu papel de destaque em diversos combates contra forças espanholas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;De volta ao exército de Itália, após a batalha de Mincio em 1814, o vice rei tece-lhe os mais rasgados elogios e com os Bourbon de volta ao trono de não perde honrarias, sendo nomeado cavaleiro de S. Luís e grande oficial da Legião de Honra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 4 de Setembro de 1815 retira-se e em 1819 morre em circunstâncias misteriosas, tendo o seu corpo sido encontrado no Sena com todos os pertences, incluíndo as jóias que habitualmente usava.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4142625367878370133?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4142625367878370133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4142625367878370133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/franois-jean-baptiste-de-quesnel-1765.html' title='François Jean Baptiste de Quesnel (1765-1819).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5659247320640716741</id><published>2007-03-28T23:13:00.000+01:00</published><updated>2007-03-29T11:08:51.791+01:00</updated><title type='text'>O assalto ao bergatim Gaivota.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgryXLwQmbI/AAAAAAAAAFk/pwPpUC2IWC8/s1600-h/pag27_1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047112812528179634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgryXLwQmbI/AAAAAAAAAFk/pwPpUC2IWC8/s200/pag27_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A alguns metros do edifício da direcção dos faróis, existe um monumento algo singelo, mas bem visível a quem todos os dias passa pela marginal, no sentido de Cascais para Lisboa. Poucos saberão que aí está mais um monumento a um soldado caído durante a Primeira Invasão Francesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O episódio conta-se em poucas palavras: Conway Shipley capitão da marinha britânica, foi encarregue no dia 22 de Abril de 1808, da captura do bergatim Gaivota, que estava acostado na zona de Belém. Esta embarcação tinha 24 peças e tinha sido lançada à água em 1792, sendo utilizada essencialmente em patrulhas costeiras. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Quando se procurou reunir o maior número possível de navios para o embarque da família real em direcção ao Brasil, muitos foram os que por necessitarem de grandes reparações ficaram para trás e, também os que não se julgava aptos para enfrentarem o alto mar, caso do Gaivota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os poucos que puderam ser reparados, foram depois reagrupados pelos franceses numa mini esquadra, mas a mesma nunca pôde sair da barra do Tejo, dado o bloqueio imposto pelos ingleses, é que estava ainda fundeada no rio uma esquadra russa, que segundo o tratado de Tilsit, era agora inimiga.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O almirante Cotton, o comandante inglês, gostava de "provocar" os franceses sempre que podia e esta foi mais uma dessas ocasiões, confiando na experiência que Shipley tinha em assaltos deste género, uma vez que tinha realizado dois idênticos nas Canárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Assim aproveitando a escuridão, escaleres dos navios La Nymphe e Blossom subiram o rio, avançaram muito lentamente, pois era essencial esperar pelo fim da maré cheia, para depois com a vazante poderem escapar com maior rapidez. No entanto os franceses esperavam ataques deste tipo e não só lançaram redes em volta do Gaivota, como tinham baterias prontas a actuar em caso de alarme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;E se de início tudo parecia correr pelo melhor, com a aproximação a decorrer sem incidentes, depois, a escalada deveras acidentada da amurada, levou à perda do efeito de surpresa e começaram os disparos que atingiram logo Conway Shipley.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os seus camaradas, julgando-o apenas ferido procuraram socorrê-lo o que mais atrapalhou quem vinha nos outros escaleres e por isso o ataque acabou frustado, com os ingleses a terem de recolher à sua frota. Alguns dias depois o corpo do oficial deu à costa no local onde se encontra o monumento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Acrescente-se que o mesmo não é consagrado a este ataque falhado, mas sim a Shipley, um herói do seu tempo, que alistando-se aos 12 anos, subiu por mérito próprio na hierarquia da marinha e foi o autor de ataques temerários e bem sucedidos ao longo da sua carreira. Morre em combate aos 25 anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5659247320640716741?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5659247320640716741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5659247320640716741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/o-assalro-ao-bergatim-gaivota.html' title='O assalto ao bergatim Gaivota.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgryXLwQmbI/AAAAAAAAAFk/pwPpUC2IWC8/s72-c/pag27_1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7758937316701854656</id><published>2007-03-25T12:02:00.000+01:00</published><updated>2007-03-25T13:33:09.368+01:00</updated><title type='text'>Paul Charles François Thiébault (1769-1846).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Nascido em Berlim, onde o seu pai era professor na escola militar, resolve estabelecer-se em França, sendo admitido como funcionário na administração da dívida pública. No ano de 1792 alista-se, recebendo poucos meses depois o posto de sargento, mas tem que abandonar o exército por motivos de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Na sequência da revolta de Dumoriez, é acusado de participar na mesma, conseguindo no entanto provar a sua inocência e, no ano seguinte, realista-se no Exército do Reno passando depois para o Exército do Norte. Sobe depressa na hierarquia e em 1795 já é adjunto do general Solignac no Exército de Itália.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Distingue-se em diversos combates e pôde gozar um período de descanso em 1799, sendo novamente chamado em 1800 para servir no estado maior do general Massena, ainda em Itália. Recebe a promoção a general no ano seguinte, em que publica igualmente o livro &lt;em&gt;Manuel des Adjudants-Generaux, &lt;/em&gt;onde conta as suas experiências nesse campo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na grande batalha de Austerlitz, comanda a 2ª brigada da 1ª divisão de infantaria, sendo ferido no assalto ao planalto de Pratzen. Nomeado governador de Fulda em 1806 é em seguida transferido para o Exército de Portugal, apesar de alguma resistência por parte do estado maior francês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Junot faz dele o número dois na hierarquia e em 1808 é confirmada a sua promoção a general de divisão. À semelhança do seu comandante, instala-se em Lisboa no palácio Ratton (actual sede do tribunal constitucional) com as despesas pagas pelo município e escolhe sempre o que de melhor encontra para poder levar consigo de volta para França. Nas suas memórias refere mesmo uma conversa mantida com Junot em que este lhe prometia elevados ganhos se participasse nesta campanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Faz ainda a guerra de Espanha e em 1811 recebe o título de barão do império, regressando à pátria para um curto período de descanso. Transferido para Hamburgo, serve sob as ordens do marechal Davout, durante a campanha de 1813-14 - a invasão de França pelos aliados. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Durante os 100 dias volta a apoiar Napoleão, estando na guarnição que defendia Paris. O seu nome está inscrito no Arco do Triunfo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Para além da obra já referida, publica ainda um &lt;em&gt;Manuel du Serviçe des Etats Majors&lt;/em&gt; em 1810, o &lt;em&gt;Journal des&lt;/em&gt; &lt;em&gt;opérations militaires du siège et du blocus de Gênes&lt;/em&gt; em 1801 e o que a Portugal mais interessa as suas memórias, no período de revivalismo dos tempos napoleónicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Uma obra de leitura fundamental é a &lt;em&gt;Relation de l'expédition du Portugal faite en 1807 et 1808&lt;/em&gt;, onde consta a sua versão dos acontecimentos que ficaram conhecidos como Primeira Invasão.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7758937316701854656?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7758937316701854656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7758937316701854656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/paul-charles-franois-thibault-1769-1846.html' title='Paul Charles François Thiébault (1769-1846).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1373395119803726314</id><published>2007-03-24T22:32:00.000Z</published><updated>2007-03-24T22:33:54.795Z</updated><title type='text'>A fortaleza de Peniche.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgWnLEreKLI/AAAAAAAAAFU/1Af3WjiExc0/s1600-h/peniche.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045622766214981810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgWnLEreKLI/AAAAAAAAAFU/1Af3WjiExc0/s200/peniche.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1373395119803726314?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1373395119803726314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1373395119803726314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/fortaleza-de-peniche.html' title='A fortaleza de Peniche.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgWnLEreKLI/AAAAAAAAAFU/1Af3WjiExc0/s72-c/peniche.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1002283656679575007</id><published>2007-03-22T22:53:00.000Z</published><updated>2007-03-22T11:56:38.425Z</updated><title type='text'>Partida da Familia Real para o Brasil, Novembro de 1807.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgJu3V_mQ5I/AAAAAAAAAFM/ygVRXRrqwlw/s1600-h/PartidaparaBrasil.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044716429684130706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgJu3V_mQ5I/AAAAAAAAAFM/ygVRXRrqwlw/s200/PartidaparaBrasil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1002283656679575007?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1002283656679575007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1002283656679575007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/partida-da-familia-real-para-o-brasil.html' title='Partida da Familia Real para o Brasil, Novembro de 1807.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RgJu3V_mQ5I/AAAAAAAAAFM/ygVRXRrqwlw/s72-c/PartidaparaBrasil.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1731237206668426606</id><published>2007-03-18T12:13:00.000Z</published><updated>2007-03-21T16:12:30.188Z</updated><title type='text'>Rowland Hill (1772-1842).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5043238626377863938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rf0uz3rIEwI/AAAAAAAAAE8/WYVwb-QGRrk/s200/hill.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Natural de Prees Hall, na região de Hawkstone em Inglaterra, cedo se inicia nas lides militares como soldado no 38th foot (1790), do qual obtém no entanto uma dispensa para poder estudar na Academia Militar de Estrasburgo. No ano de 1791, já é tenente e está ao serviço do 53rd foot, mas em 1793 ao conseguir recrutar uma companhia é promovido a capitão e, pouco depois, recebe a nomeação de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; assistente do ministro britânico em Génova.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Distinguiu-se como oficial de Estado Maior durante o cerco de Toulon, chamando a atenção de Sir Thomas Graham que, ao formar o seu próprio regimento - 90th foot, o convida para coronel. A partir daí toma parte em diversas expedições, como em 1801 quando serve com distinção no Egipto, sendo ferido na batalha de Alexandria. A sua situação altera-se novamente em 1803 com a promoção a brigadeiro general.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A sua situação altera-se novamente em 1803, com a promoção a brigadeiro general, não mais voltando ao 90th, mas sendo aí lembrado por durante o seu comando ter estado na origem da escola regimental e da messe de sargentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Transitou por diversos comandos até 1805, quando já major general é enviado para a Irlanda. Comandou uma brigada na falhada expedição a Hanover e só em 1808 volta ao comando activo, desta vez já em Portugal, provando ser, tal como o próprio Wellesley dizia, o braço direito em todas as operações, desde o Vimeiro até Vitória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Depois de 1810 a confiança de Wellesley chegou ao ponto de fazer dele o número dois da hierarquia e de lhe entregar um comando independente, no qual a sua habilidade permitiu-lhe obter importantes vitórias contra forças francesas. Em 1814 está entre os primeiros na invasão de França, distinguindo-se novamente em Orthez e Toulouse. Pelo seu papel nesta campanha é um dos oficiais generais que recebe títulos nobiliárquicos, sendo primeiro Baron Hill of Almaraz and Hawkstone.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No ano de 1815, com as notícias do regresso de Napoleão do seu exílio em Elba, Hill é nomeado comandante de um dos dois corpos que formavam o exército Anglo-Belga-Holandês que se reuniu neste último país. Na batalha de Waterloo lidera a carga da brigada de Sir Frederik Adams contra a guarda imperial francesa, pensando-se durante algum tempo que teria falecido durante essa refrega.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na verdade sobreviveu sem uma ferida e continuou com o exército em França até 1818. Retirou-se depois durante alguns anos para a sua propriedade, mas em 1825, já general de pleno direito, transporta o estandarte real na coroação de George IV. Em1828 com Wellesley primeiro ministro, é nomeado comandante em chefe dos exércitos, cargo que exerce até 1842, recebendo então o título de Viscount, vem a falecer a 10 de Dezembro desse ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Foi com Wellesley dos oficiais mais carismáticos e competentes do seu tempo, os seus soldados viam nele "the soldier's friend" - o amigo dos soldados e alcunharam-no de "Daddy Hill" - o pai Hill. Também os diversos países que estavam coligados com Inglaterra contra França o distinguiram pelas suas acções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1731237206668426606?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1731237206668426606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1731237206668426606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/rowland-hill-1772-1842.html' title='Rowland Hill (1772-1842).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rf0uz3rIEwI/AAAAAAAAAE8/WYVwb-QGRrk/s72-c/hill.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3171067895870041409</id><published>2007-03-14T22:50:00.000Z</published><updated>2007-03-18T12:12:00.082Z</updated><title type='text'>António de Araújo de Azevedo (1754-1817).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rf0sN3rIEvI/AAAAAAAAAE0/q77r9Th5ooE/s1600-h/aaazevado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5043235774519579378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rf0sN3rIEvI/AAAAAAAAAE0/q77r9Th5ooE/s200/aaazevado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Nasceu no seio de uma família abastada em Ponte de Lima, mas inicia os estudos no Porto, junto de um tio. Muda-se depois para Coimbra, onde chega a cursar o primeiro ano de filosofia, no entanto abandona esses estudos e volta para o Porto, onde se dedica à história e à matemática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1779 colabora com a Sociedade Económica dos Amigos do Bem Público, da sua terra natal e que pretendia o desenvolvimento industrial, agricola e comercial. Já em Lisboa, conhece o Duque de Lafões, ao tempo, primeiro ministro e mordomo mor da rainha, uma relação que lhe garantiria em 1787 a nomeação como enviado extraordinário e ministro plenipotenciário em Haia, mas só efectivamente em 1789 é que chega ao seu posto, passando antes por Londres e Paris.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Volta a esta ultima cidade em 1796 para tentar negociar um tratado de paz, o que só vem a concretizar-se a 10 de Agosto de 1797, mas o Directório acaba dois meses depois por o anular em face das hesitações da corte portuguesa, a quem os ingleses tinham manifestado a sua oposição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Passa dois meses na prisão, acusado de conspirar contra a tranquilidade da república francesa, mas findo esse periodo pôde voltar a Haia, onde pouco depois recebe autorização para viajar por territórios da Europa Central, ficando a conhecer as suas cidades mais notáveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1801, viaja para Londres e daí para Lisboa, sendo encarregado de nova missão em França, que mais uma vez fracassa. Ainda neste ano é nomeado ministro plenipotenciário para a Rússia, onde permanece até 1804, ano em que é chamado para ocupar o lugar de Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da guerra e nessa condição recebe a intimação de Napoleão para fechar os portos aos navios ingleses, apreender os bens dos cidadãos desse país residentes em Portugal e também para demitir o ministro inglês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Aceita a primeira condição, recusa as restantes, há que referir que durante este período fica conotado como pertencendo ao partido francês, estando a corte dividida entre este e o partido inglês. António Araújo, chega mesmo a ser nos circulos palacianos o líder dessa causa e consegue mesmo ascender a Secretário de Estado dos Negócios do Reino e Ministro Assistente do Despacho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Algo que muda a partir de 1807, pois se parte com a família real para o Brasil, não é nomeado para o novo gabinete, maioritariamente composto por menbros do partido inglês. Fica, apesar de tudo, como conselheiro de estado, só voltando ao governo em 1814 como ministro da marinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Neste seu cargo estravasa as suas competências, com o beneplácito de D. João e é ele que instrui os representantes portugueses ao congresso de Viena que põe termo ao período napoleónico. Pouco depois está entre os que decidem elevar o Brasil ao estatuto de reino, na tentativa de acalmar os sentimentos de independência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Foi um dos grandes defensores da permanência da corte no continente americano, entrando em conflito com os interesses ingleses que ditavam o contrário. Opôs-se ainda às pretensões da Santa Sé de que todos os monarcas católicos deveriam restaurar a Companhia de Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 17 de Dezembro de 1815 é agraciado com o título de Conde da Barca e por morte do Marquês de Aguiar assume a condução de todas as repartições do governo. Até à sua morte em 1817, desenvolve um trabalho notável no campo dos transportes públicos, da indústria e das artes. Com o Marquês de Marialva, funda a Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3171067895870041409?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3171067895870041409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3171067895870041409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/antnio-de-arajo-de-azevedo-1754-1817.html' title='António de Araújo de Azevedo (1754-1817).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rf0sN3rIEvI/AAAAAAAAAE0/q77r9Th5ooE/s72-c/aaazevado.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1031502307985845584</id><published>2007-03-14T16:54:00.000Z</published><updated>2007-03-14T17:03:06.529Z</updated><title type='text'>17 de Março.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Todos em força para a Roliça e Vimeiro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;As inscrições fecham no dia 15 e o número de lugares disponível já é bastante reduzido, não deixem pois para o fim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O tempo vai ajudar e vamos ter sol no sábado, pelo que melhor poderemos desfrutar a beleza natural da zona.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Relembro que é uma visita guiada de 1 dia, com transporte e almoço incluídos, o preço - 25 euros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Venha conosco conhecer mais da História da Região.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1031502307985845584?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1031502307985845584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1031502307985845584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/17-de-maro.html' title='17 de Março.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3642651510049149303</id><published>2007-03-06T23:39:00.000Z</published><updated>2007-03-06T23:53:37.727Z</updated><title type='text'>Visitas.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Estava planeada uma visita para dia 10, organizada pela Associação dos Castelos, mas infelizmente o caos criado por este organismo levou-nos para já a desligarmo-nos desta iniciativa. Quando não existem condições para que a visita corra bem e que as pessoas fiquem com vontade de repetir a experiência, então não vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A menos de uma semana do evento ainda não definiram, por exemplo, onde vão parar para almoçar e o número de pessoas envolvidas, mas já cobraram dinheiro aos que escolheram participar. Pela nossa parte, ou adiam e oferecem melhores condições ou fazem a visita sózinhos, seguindo os passos que já lhes mostrámos, mas sem todo o potencial de informação que podemos oferecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Dia 17 de Março está tudo planeado e em divulgação, as inscrições decorrem a bom ritmo. Como a organização está sob os auspícios da Associação de Defesa do Património de Óbidos e conta com bastantes apoios, tudo decorrerá da melhor de forma e quem participar passará um dia em grande.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3642651510049149303?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3642651510049149303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3642651510049149303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/visitas.html' title='Visitas.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-845602001094790010</id><published>2007-03-05T14:10:00.000Z</published><updated>2007-03-29T11:13:53.488+01:00</updated><title type='text'>The Commissary 2.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O comissariado - Commissariat - era dirigido por um comissário geral, que era o único membro civil do exército de sua majestade britânica a receber ordens directamente do Tesouro em Londres. O seu departamento era o mais vital dos sete que eram dirigidos por civis durante a guerra peninsular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Wellesley escreveu:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;É necessário atender a todos os detalhes e traçar a rota de um biscoito desde Lisboa até à boca de um homem na fronteira, providenciar o seu transporte por terra ou por mar ou nenhuma campanha poderá ser levada a bom termo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Em Portugal era portanto missão do comissariado, através dos seus secretários e intérpretes, organizar armazéns de abastecimento para a tropa contando para isso com uma rede local de talhantes, padeiros, alfaites, sapateiros, etc. Também tinham ao seu serviço guias, condutores com as respectivas carroças e algo como 8.000 mulas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Todas as brigadas no terreno, fossem de infantaria ou de cavalaria, tinham consigo um comissário assistente e cada regimento tinha um oficial de patente menor encarregue das mesmas funções. Só no quartel general de Wellesley estavam em permanência cerca de 32 funcionários desse departamento. Outros commissários tinham a seu cargo o abastecimento das unidades dos exércitos aliados, portugueses primeiro, a que se juntaram depois unidades espanholas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Tudo para prevenir roubos que pudessem virar contra o exército britânico a má vontade dos camponeses das regiões por onde passavam e as leis impostas eram durísimas nesses casos, por exemplo, em 1809 um soldado do 18th Hussars apanhado roubar uma casa, foi fuzilado por 20 dos seus companheiros e todo o regimento foi obrigado a assistir. Outros castigos implicavam a forca ou o chicote, o que não impedia que estas situações ocorressem na mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Por melhor que fosse a organização, a distância implicava sempre dificuldades em fazer chegar os abastecimentos, quer pelas dificuldades apresentadas pelo terreno, quer pela inexistência de estradas. No dia a dia da viajem, os comissários tinham ainda que manter uma vigilância permanente, para prevenir deserções de condutores, roubos, assassínios ou brigas com os soldados que compunham a escolta e que ignoravam as suas ordens, por não verem na figura mais do que um civil com um chapéu fino. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Atrasos poderiam implicar que uma brigada ficasse sem comer durante dias, o que aconteceu a partir de Talavera em 1809.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os carros pesadíssimos que originalmente vieram de Inglaterra para fazer o transporte de mantimentos, tiveram que ser substituídos pelos portugueses, que carregavam "apenas" 500 kg e rangiam por todos os lados, mas que eram os únicos que podiam atravessar terras onde nem sequer existiam estradas, ficando os outros carros confinados aos locais onde as mesmas existiam, efectuando principalmente o transporte de feridos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O soldado que se alimentava de manhã, com alguma sorte se o inimigo não estivesse nas proximidades a comida era servida quente, sabia que só pelo final do dia, após a batalha ou a marcha, poderia voltar a comer novamente e se não tivesse nada, paciência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-845602001094790010?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/845602001094790010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/845602001094790010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/commissary-2.html' title='The Commissary 2.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-3115956125273819983</id><published>2007-03-02T22:08:00.000Z</published><updated>2007-03-02T22:28:33.381Z</updated><title type='text'>Visita aos Locais da Primeira Invasão.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Finalmente está tudo decidido para dia 17 de Março, se o tempo ajudar, todos os pormenores estão já definidos e as inscrições serão feitas nos postos de turismo de Óbidos, Bombarral e Lourinhã, bem como na RTO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Programa:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;09:30 - Concentração em Óbidos, junto ao posto de turismo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;10:00 - Partida em direcção ao Bairro da Senhora da Luz.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;10:45 - A primeira posição francesa na Batalha da Roliça.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;11:30 - Os Altos da Columbeira.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;13:00 às 14:00 - Almoço no restaurante "O Braga".&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;14:30 - Porto Novo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;15:30 - Alto da Ventosa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;16:30 - Vimeiro.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O preço da visita é de 25 euros, inclui o transporte com partida e chegada a Óbidos; almoço; acompanhamento por 2 guias especializados. No final será distribuída uma lembrança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O horário deve ser entendido como meramente referencial, poder-se-á demorar mais ou menos em determinado ponto, dependendo do interesse dos participantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O mail &lt;a href="mailto:aureahistorica@clix.pt"&gt;aureahistorica@clix.pt&lt;/a&gt; também está disponível para inscrições, deve indicar-se para além do nome um número de contacto, pois se chover a visita será adiada por uma semana. O pagamento efectuar-se-á no dia da visita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Desfrute de um dia diferente, onde para além da história, poderá igualmente apreciar cenários naturais de uma grande beleza.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-3115956125273819983?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3115956125273819983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/3115956125273819983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/03/visita-aos-locais-da-primeira-invaso.html' title='Visita aos Locais da Primeira Invasão.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5434042505174552804</id><published>2007-02-27T21:43:00.000Z</published><updated>2007-03-05T22:47:24.226Z</updated><title type='text'>A Ópera em Portugal de 1790 a 1808.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A magnífica Ópera do Tejo, como era popularmente conhecida, Teatro Real do Paço da Ribeira de seu nome oficial abre as portas em Abril de 1755, situada entre o Terreiro do Paço e o Cais do Sodré, era das mais luxuosas e inovadoras do seu tempo, mas apenas 7 meses depois entra em colapso com o terramoto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Em sua substituição, o Teatro de S. Carlos abre as portas ao público pela primeira vez a 30 de Junho de 1793, com a representação da obra &lt;em&gt;La ballerina amante,&lt;/em&gt; da autoria de Domenico Cimarosa, um italiano, tal como todo o elenco. Aliás todo o panorama operático português estava dominado por nacionais deste país, o próprio espaço seguia a traça do &lt;em&gt;La Scala&lt;/em&gt; de Milão, algo que só viria a mudar com a chegada dos franceses em 1807.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mas nos primeiros anos relativamente calmos do século XIX, Lisboa era frequentada por cantores e autores que aí encontravam alguma tranquilidade, algo que rareava numa Europa em convulsão. Em 1801 o S. Carlos vivia uma das suas épocas mais brilhantes, possuíndo mesmo duas companhias permanentes - uma &lt;em&gt;buffa, &lt;/em&gt;ou seja cómica&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; dirigida por Valentino Fioravanti e com algumas das grandes vozes do momento como a do baixo Giuseppe Naldi, ou da soprano Elisabetta Gafforini e outra &lt;em&gt;seria&lt;/em&gt; dirigida por Marcos Portugal que contava com o "castrado" Girolamo Crescentini, a soprano Angelica Catalani e o tenor Domenico Mombelli.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Pena que a partir de 1805 um ou outro tenha regressado a Itália, embora a maioria tenha escolhido Londres para prosseguir as suas carreiras. Destaque para Angelica Catalani que nessa cidade canta três obras de Marcos Portugal, uma delas &lt;em&gt;La morte de Semiramide&lt;/em&gt; e em particular a ária&lt;em&gt; Son Regina,&lt;/em&gt; tornar-se-ia mesmo no seu "tema", cantando-o por diversas vezes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Regressando a 1807, a missão dos franceses era essencialmente militar, mas uma ocupação / dominio não se faz apenas pela força das armas, a cultura também detinha um papel importante e o S. Carlos recebe um novo impulso. A Ópera era um excelente veículo para as ideias iluministas, e uma das primeiras peças estreadas baseava-se num texto de Stefano Vestris sobre a "Idade da Razão".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Este tipo de propaganda francesa está presente desde Portugal à Polónia, afinal eles não eram conquistadores, eram sim libertadores, vinham libertar os povos da opressão, do despotismo. Traziam consigo o progresso, uma nova sociedade, enfim a felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5434042505174552804?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5434042505174552804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5434042505174552804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/pera-em-portugal-de-1790-1808.html' title='A Ópera em Portugal de 1790 a 1808.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2196095360074557840</id><published>2007-02-27T12:19:00.000Z</published><updated>2007-02-27T23:15:09.651Z</updated><title type='text'>Tomé Rodrigues Sobral 1759 - 1829.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Lente de Química na Universidade de Coimbra, ficou conhecido como "mestre da pólvora", por ser um dos grandes impulsionadores do seu fabrico nos laboratórios ,onde normalmente leccionava e por apesar de todas as adversidades, nomeadamente a falta de matéria prima, conseguir produzir uma razoável quantidade e com qualidade elogiada por oficiais portugueses e ingleses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1809 assume novamente um papel de extrema importância ao desenvolver novos métodos de fumigação com gás muriático oxigenado nos edifícios públicos, combantendo eficazmente uma epidemia que assolou a cidade. Os franceses não lhe perdoaram os feitos e na terceira invasão, procuraram a sua casa e icendiaram-na.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2196095360074557840?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2196095360074557840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2196095360074557840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/tom-rodrigues-sobral-1759-1829.html' title='Tomé Rodrigues Sobral 1759 - 1829.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-8755717138693113745</id><published>2007-02-26T10:42:00.000Z</published><updated>2007-02-26T11:59:25.591Z</updated><title type='text'>O Passeio Público.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Na sequência do terramoto de 1755, surgiu uma oportunidade única para a reformulação do espaço urbano de Lisboa. Defenidas as áreas a reconstruir, o Marquês de Pombal e seus colaboradores reconheceram a necessidade de um espaço arborizado para recreio da população e onde a mesma se poderia refugiar em caso de nova catástrofe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Traçado o plano da baixa, expropriaram-se terrenos situados para Norte, nomeadamente os que faziam parte das hortas da Mancebia e da Cera e também outros que eram pertença do conde de Castelo Melhor, correspondendo hoje em dia à Avenida da Liberdade. A construção iniciou-se em 1764 segundo plano de Reinaldo Manuel, mas nos seus primeiros anos de existência era descrito como um espaço pequeno e sombrio, basicamente um bosque com as àrvores dispostas de forma simétrica e intercaladas por estátuas, tudo rodeado por muros muito altos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não era um local muito atraente para a população que via nos muros e nas grades como que uma prisão, para além de que não existir animação no local e as entradas que eram para ser provisórias, feitas de madeira, lá iam permanecendo. Por tudo isto não era muito frequentado, apesar de ser o único espaço aberto e arborizado da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Claro que uma sociedade muito fechada, em que o elemento feminino permanecia fechado em casa como era de bom tom, não ajudava e foi preciso esperar por 1834 e por D. Fernando II para que novas obras o tornassem naquilo que sempre deveria ter sido, um espaço de eleição para o passeio das diversas classes sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;À data da chegada dos franceses a Lisboa, permanecia esse espaço quase esquecido e nem o facto de as ruas estarem cheias de lixo e os esgotos correram a céu aberto, fazia com que a população o procurasse para "respirar".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-8755717138693113745?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8755717138693113745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8755717138693113745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/o-passeio-pblico.html' title='O Passeio Público.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7769108442224407553</id><published>2007-02-25T11:53:00.000Z</published><updated>2007-07-31T11:17:25.842+01:00</updated><title type='text'>Louis Henri Loison 1771 - 1816</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5032131776026104130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdW5MFz90UI/AAAAAAAAAEU/OaD93o7dvXA/s200/Loison.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nasceu em Damvillers, região de Meuse. A revolução leva-o a alistar-se em Junho de 1787 no batalhão auxiliar das colónias, mas abandona-o logo em Setembro do mesmo ano para voltar a 25 Janeiro de 1788 e no mesmo dia obtém a dispensa mediante pagamento. Em Setembro de 1791 recebe o posto de sub-tenente no regimento de voluntários do Meuse e no ano seguinte já é tenente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Demonstra grande coragem em batalha, pelo que alguns meses depois é nomeado capitão de hussardos na legião do Norte e novamente a sua bravura permite-lhe ascender a chefe de brigada provisório, grau conferido pelo representante do povo em missão naquele departamento. Pouco depois recebe do comité de saúde pública o grau de general de brigada no exército de Rhin et Moselle.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Apesar de possuir talentos militares e uma audácia incomparável, o seu carácter sempre foi motivo de dúvidas, especialmente após a conquista da abadia de Orval, perto da fronteira com o Luxemburgo, onde participou activamente no saque que se seguiu e que lhe valeu ser presente a um tribunal que, estando na disposição de fazer dele um exemplo, se viu manietado por um comissário da convenção que o livrou das acusações e o reintegrou nas suas funções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Apoiante de Napoleão na sua ascensão meteórica ao poder, está sob o seu comando na repressão da ressureição monárquica de 1795, presidindo mesmo ao tribunal militar subsequente. Marca presença em vários cenários por onde decorriam as campanhas, desde a Suíça, à Itália e mesmo na Alemanha, após a batalha de Austerlitz é nomeado para a grã cruz da Legião de Honra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mais uma vez se levantam voz contra o seu carácter (nomeadamente o marechal Ney), quando fica com a maior parte das contribuições de guerra impostas na Áustria, o que não impede de em 1808 já estar sob o comando de Junot no Exército de Portugal, dois anos antes perdera o braço esquerdo num acidente de caça e no nosso país fica conhecido como o "Maneta".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Regressa durante a 2ª invasão com a missão de proteger o flanco esquerdo das forças principais sob o comando de Soult, recebendo pouco depois um título de conde. Também está presente durante a 3ª invasão, sofrendo uma grave derrota no Buçaco. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Chamado a participar na campanha da Rússia, organizou uma divisão em Koenisberg, mas Napoleão ordena posteriormente a sua prisão culpando-o de abandonar o seu posto em Vilna, levando à derrota dos seus homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Reintegrado durante a restauração, é reformado do serviço activo em 1815 e morre no ano seguinte, sem poder gozar o fruto de vários anos de pilhagens por toda a Europa. O seu nome está inscrito no Arco do Triunfo em Paris.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7769108442224407553?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7769108442224407553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7769108442224407553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/louis-henri-loison-1771-1816.html' title='Louis Henri Loison 1771 - 1816'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdW5MFz90UI/AAAAAAAAAEU/OaD93o7dvXA/s72-c/Loison.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-8634147883263802201</id><published>2007-02-23T18:54:00.000Z</published><updated>2007-02-23T14:10:20.019Z</updated><title type='text'>The Commissary 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Wellesley, tal como o próprio Napoleão, deu sempre uma grande importância ao comissariado encarregue dos abastecimentos. Em Cork, antes do embarque para a Península, foi uma das suas grandes preocupações ao constatar que não existiam carroças e animais em número suficiente, tentando requisitá-los de todo o lado e chegando mesmo a levar homens do comissariado irlandês, sem ter garantias de que teriam posteriormente as equipagens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As suas instruções eram muito claras no que dizia respeito à conduta de oficiais e soldados em campanha - todo e qualquer alimento não fornecido peo exército deveria ser pago no local, para não se criarem atritos com a população local. O comissariado deveria garantir a recolha de alimentos da frota que seguia ao largo e de seguida criar depósitos para pelo menos 3 dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Claro que um oficial não comia o mesmo que um soldado, as rações não diferiam, mas o facto de os primeiros pertenceram a familias nobres, geralmente com algum dinheiro, permitia-lhes a aquisição de outros géneros alimentícios, que faziam variar a dieta. Certo é que em tempos de penúria, como durante um cerco, todos sofriam de igual modo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Diariamente e com um comissariado a funcionar bem, cada soldado recebia cerca de 340 gramas de carne do osso e cerca de 250 gramas de pão ou biscoito. Era comum cozinhar-se os dois num género de guisado, a que se poderia juntar o que houvesse à disposição e daí extraiam-se duas refeições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Sir John Kinkaid descreve por outro lado a messe dos oficiais: ao anoitecer 1 ficaria sempre de serviço ao campo do seu regimento, outro estava encarregue da mesa e como tal dirigia-se ao "talhante" regimental e tentava comprar as únicas coisas que eram permitidas - o coração, os rins e o fígado dos animais, de seguida dirigia-se ao comissariado,onde convinha ter boas relações, para conseguir uma dose extra de pão ou com alguma sorte umas garrafas de brandy. Os restantes oficiais sem deveres específicos para o dia passeavam-se pelos regimentos vizinhos e também pelas localidades próximas, nunca esqueçendo um dever fundamental - ter sempre na mente a sua messe e não perder uma oportunidade de a fornecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-8634147883263802201?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8634147883263802201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/8634147883263802201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/commissary-1.html' title='The Commissary 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6205380515618411506</id><published>2007-02-22T13:46:00.000Z</published><updated>2007-02-21T12:00:25.139Z</updated><title type='text'>Corpo Expedicionário Britânico na Roliça.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Comandante em chefe:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Arthur Wellesley&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Forças provenientes de Cork:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Line Infantry - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;5th foot - 990 homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;9th foot - 833 homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;36th foot - 591 homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;38th foot - 957 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;40th foot - 926 homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;71st foot - 903 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;91st foot - 917 homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;60th rifles - 936 homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;95th rifles - 400 homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Cavalry -&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;20th light dragoons - 394 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Divisão Spencer:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;6th foot - 946 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;29th foot - 806 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;32nd foot - 874 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;50th foot - 948 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;82nd foot - 929 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Mais 18 peças de artilharia e guarnições, que estreavam em batalha um novo tipo de granada a "schrapnel". Cada um dos regimentos foot, ou seja infantaria de linha, era composto por dois batalhões, mas só um entrava em campanha, ficando o outro de reserva em Inglaterra para colmatar as baixas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O 95th rifles passava por uma reorganização e era dos poucos regimentos ligeiros que já dispunha da espingarda "Baker". A cavalaria era em número reduzido face à dificuldade em transportar cavalos para a Peninsula, muitas das montadas foram mesmo cedidas pela Junto do Porto, mas nem assim todos tinham montada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No total estavam no campo cerca de 13.500 homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6205380515618411506?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6205380515618411506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6205380515618411506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/corpo-expedicionrio-britnico-na-rolia.html' title='Corpo Expedicionário Britânico na Roliça.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1498169201491560797</id><published>2007-02-22T12:40:00.000Z</published><updated>2007-02-22T14:25:01.656Z</updated><title type='text'>José Bonifácio de Andrada e Silva (1763 - 1838).</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rd2nAlz90VI/AAAAAAAAAEg/WDl9bBYwCHE/s1600-h/Jose_bonifacio_de_andrada_e_silva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5034363587061993810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rd2nAlz90VI/AAAAAAAAAEg/WDl9bBYwCHE/s200/Jose_bonifacio_de_andrada_e_silva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Nascido no seio de uma familia da aristocracia portuguesa em Santos, no Brasil, iniciou os seus estudos em casa e prosseguiu-os depois com o bispo de S. Paulo, Manuel da Ressureição, dono de uma vasta biblioteca. Como outros seus concidadãos com recursos, pôde em 1783 viajar para Coimbra, com o objectivo de ingressar na Universidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Formou-se em Filosofia e em Leis e aos 26 anos já era membro da Academia das Ciências de Lisboa, cujo fundador o Duque de Lafões o protege, lê alguns dos grandes autores do tempo, como Leibnitz, Montesquieu, Voltaire, Locke e também autores clássicos como Vírgilio. A recente independência dos EUA entusiasma-o, vê na mesma a derrota do monstro que era o despotismo. Dois campos suscitam o seu interesse, a Filosofia Natural e a Matemática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Concentra aí a sua atenção e nomeadamente na História Natural e na Minerologia, revelando igualmente uma faceta de poeta ao publicar sob o pseudónimo de Américo Elísio. Em 1790 casa-se e é encarregue por D. Maria I de efectuar uma viagem científica pela Europa com o objectivo de recolher o máximo de informações nas áreas da Química, Mineralogia, geologia, exploração mineira e metalurgia. A escola de Freiberg vai exercer nele uma enorme influência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Missão cumprida, em 1801 regressa a Portugal e ocupa o lugar de Lente de Metalurgia em Coimbra, é uma época de intensa actividade, chega mesmo a ocupar 11 cargos distintos, entre os quais - Membro do Tribunal de Minas; Intendente Geral das Minas e Metais do Reino; Superintendente do rio Mondego e Obras Públicas de Coimbra; etc. Fazia também regularmente comunicações na academia e publicou diversas monografias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Poderia pensar-se que atingira o auge da sua carreira, mas não era assim, em Coimbra lutava por reformas que ninguém queria fazer, existia uma grande resistência a ideias inovadoras e a adminstração pública era lenta e ineficaz. Escreveu em 1806 ao Conde de Linhares seu amigo dizendo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Estou doente, aflito e cansado e não posso com tantos dissabores e desleixos. Logo que acabe o meu tempo em Coimbra e obtenha a minha jubilação, vou deitar-me aos pés de S.A.R. para que me deixe acabar o resto dos meus cansados dias nos sertões do Brasil, a cultivar o que é meu.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1807 tenta, como muitos outros portugueses, levar uma vida normal face às invasões francesas, mas presenciando actos de pura prepotência, foi dos primeiros no ano seguinte a alistar-se no Batalhão Académico, onde empregou os seus conhecimentos no fabrico de pólvora e cartuchos para mosquetes. Posteriormente volta a alistar-se como soldado e vai subindo na hierarquia até chegar ao posto de comandante de batalhão e em 1810 recebe ordens para guarnecer Peniche onde fica até ao final da 3ª invasão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Regressa ao Brasil em 1819, com 56 anos, muito mudara desde a sua partida, mas algumas coisas continuavam na mesma, empenhou-se na resolução de dois desses problemas - a questão dos índios e a abolição da escravutura. Não os conseguiu resolver, empenha-se no entanto a fundo na independência da sua pátria e é hoje reconhecido como o seu Patriarca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;À data da sua morte a 6 de Abril de 1838, entre os escassos bens que deixava, contava-se um de grande importância, uma biblioteca com cerca de 6.000 volumes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1498169201491560797?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1498169201491560797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1498169201491560797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/jos-bonifcio-de-andrada-e-silva-1763.html' title='José Bonifácio de Andrada e Silva (1763 - 1838).'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rd2nAlz90VI/AAAAAAAAAEg/WDl9bBYwCHE/s72-c/Jose_bonifacio_de_andrada_e_silva.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2348905429545565806</id><published>2007-02-21T22:40:00.000Z</published><updated>2007-02-21T11:58:29.841Z</updated><title type='text'>O Tratado de Fontainebleau</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Assinado a 27 de Outubro de 1807 pelo general Michel Duroc em representação do imperador de França e por D. Eugénio Lezaun representando o rei de Espanha, consagrava uma aliança entre os dois países e a resolução do que era considerado como o "problema português". No texto principal constavam 14 artigos, entre os quais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Artigo 1 - Entregava a província de Entre o Douro e Minho com a cidade do Porto ao rei da Etrúria que tinha sido desapossado dos seus territórios em Itália.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Artigo 2 - O Alentejo e o Algarve formariam o Principado dos Algarves e seria entregue a Manuel Godoy.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Artigo 3 - As províncias da Beira, Trás os Montes e Estremadura, poderiam ser divididas entre os dois países depois da paz geral, mas também se poderiam devolver à Casa de Bragança por troca com Gibraltar, Trinidade, entre outras colónias conquistadas pelos ingleses. Neste último caso, o soberano ficaria dependente da Casa Real de Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No mesmo local e em resultado deste tratado foi assinado logo de seguida uma convenção secreta, destinada a organizar a expedição de conquista de Portugal. Ficou estabelecido que um corpo de 25.000 homens de infantaria e 3000 de cavalaria, poderia marchar por Espanha em direcção a Lisboa, seria acompanhado por 8.000 infantes, 3000 cavaleiros e 30 peças de artilharia do reino vizinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ao mesmo tempo outros 10.000 espanhóis tomariam o norte e mais 6.000 encarregar-se-iam do Sul. O sustento das tropas estava ao cargo de Espanha, se bem que a tropa francesa fosse paga pelos cofres imperiais, de resto o designado comandante chefe francês, ficaria a controlar não só todo este exército, como todas as províncias, cujos impostos decretados reverteriam de igual modo a favor de França.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Outro corpo de 40.000 homens seria preparado, mas só seguiria caminho se as duas partes o aprovassem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2348905429545565806?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2348905429545565806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2348905429545565806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/o-tratado-de-fontainebleau.html' title='O Tratado de Fontainebleau'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6953147601132447992</id><published>2007-02-20T13:23:00.000Z</published><updated>2007-02-20T19:54:52.606Z</updated><title type='text'>A divisão Delaborde na Roliça.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Primeira Divisão - Exército de Portugal, comandante em chefe:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Henri François Delaborde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;70éme regiment de ligne:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;1º e 2º batalhões = 2359 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;1er regiment provisoire:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;2º ligeiro - 3º batalhão = 1075 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;4º ligeiro - 4º batalhão = 1098 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;4éme regiment suisse:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;1º batalhão = 985 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;1er regiment provisoire chevalerie:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;26º caçadores - 4º esquadrão = 263 homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Mais 3 peças de artilharia e respectivas guarnições.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Na altura da batalha da Roliça, uma companhia de granadeiros de cada batalhão formavam a reserva que não estava presente, seis companhias de suíços haviam igualmente sido destacadas para a fortaleza de Peniche e tinha-se que contar com os doentes, o que perfazia cerca de 1500 homens a menos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Foy escreveu que só cerca de 2500 franceses estiveram na batalha e Thiébault referiu 1900.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os números de cima são apresentados por Oman que se baseou em relatórios do exército francês datados de Junho de 1808.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6953147601132447992?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6953147601132447992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6953147601132447992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/diviso-delaborde-na-rolia.html' title='A divisão Delaborde na Roliça.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4380813967246547200</id><published>2007-02-17T16:20:00.000Z</published><updated>2007-02-20T22:06:57.196Z</updated><title type='text'>A granada "Shrapnel".</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdSOQFz90SI/AAAAAAAAAD4/bHC_1skMUb4/s1600-h/Schrapnel.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031803090768875810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdSOQFz90SI/AAAAAAAAAD4/bHC_1skMUb4/s200/Schrapnel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O nome deriva de Henry Shrapnel (1761-1842), um oficial de artilharia inglês que testava novos protótipos nos seus tempos livres. Depois de muitas tentativas, em 1784 chegou ao desenho final para uma granada cujo propósito inicial era o de permitir que os artilheiros se pudessem defender contra uma carga de cavalaria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Consistia numa vulgar bola de ferro oca, cheia com balas de mosquete e pólvora a que se aplicava um rastilho mas, se tudo fosse bem calculado, a explosão e dispersão de projécteis ocorreria em frente ou sobre uma linha ou coluna de infantaria e ou cavalaria, com efeitos devastadores. Apesar de dispositivos semelhantes já serem usados, agora graças a esta nova concepção conseguiu-se aumentar o alcance efectivo para cerca de 1.100 metros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ficou conhecida inicialmente como "Spherical Case" e só em 1852 toma o nome por que hoje é conhecida, em 1803 já era empregue na artilharia, mas só em 1808 com o início da campanha peninsular é utilizada com maior regularidade. No Vimeiro e pela primeira vez em Portugal, as colunas de soldados franceses recebem as primeiras descargas desta arma e desmoralizadas são forçadas a retirar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4380813967246547200?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4380813967246547200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4380813967246547200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/granada-shrapnel.html' title='A granada &quot;Shrapnel&quot;.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdSOQFz90SI/AAAAAAAAAD4/bHC_1skMUb4/s72-c/Schrapnel.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-7793161320290711587</id><published>2007-02-16T12:06:00.000Z</published><updated>2007-02-20T22:11:53.379Z</updated><title type='text'>Henri François Delaborde 1764 - 1833.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdRdolz90QI/AAAAAAAAADk/QWUbBRE0dqA/s1600-h/delaborde.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031749635605909762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdRdolz90QI/AAAAAAAAADk/QWUbBRE0dqA/s200/delaborde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Nascido em Dijon, filho de um padeiro, estudava para ser padre quando o apelo da revolução é mais forte e o leva a alistar-se, curiosamente no mesmo regimento a que pertencia Junot - o da Côte-D'or. Distingue-se desde a primeira hora subindo rapidamente na hierarquia e em 1793 após a batalha de Rhein-Zabern é promovido a general de brigada e governador da Córsega, mas não exerce o cargo partindo para o cerco de Toulon, onde mais uma sua acção é decisiva para o bom termo do combate.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Lutou na fronteira com Espanha, durante a campanha do Rossilhão, tendo aí o primeiro contacto com tropas portuguesas. A sua actividade como militar levou-o às diversas frentes do conflito napoleónico, onde a sua competência mais uma vez se evidência e em 1804, já general de divisão, é nomeado comandante da Legião de Honra e é-lhe também outorgado o título de conde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Após um interregno de alguns anos por doença, em que desempenha funções na rectaguarda, volta ao serviço activo em 1807, recebendo o comando de uma das divisões do Exército de Portugal, sob o comando de Junot, exerce o cargo de governador militar de Lisboa e trava de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; forma brilhante a Batalha da Roliça contra as forças inglesas, muito superiores em número e comandadas por sir Arthur Wellesley.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1809 está de volta durante a 2ª invasão, que não passa do norte do país, mesmo assim derrota forças portuguesas em Braga, capturando um grande número de canhões. De regresso a França, em 1812 toma parte na expedição da Rússia comandando uma divisão do corpo do Duque de Trévise. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1813 pelos bons serviços prestados é nomeado governador do Castelo de Compiégne.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Juntando-se a Napoleão durante os 100 dias, após a derrota de Waterloo, teve que enfrentar um tribunal marcial, ao qual escapou por a ordem de prisão mencionar Laborde e não Delaborde. Retirou-se então do serviço activo. O seu nome está inscrito no Arco do Triunfo em Paris do lado Oeste, simbolizando o seu último cargo sob Napoleão o de Governador das Divisões do Oeste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-7793161320290711587?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7793161320290711587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/7793161320290711587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/henri-franois-delaborde-1764-1833.html' title='Henri François Delaborde 1764 - 1833.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdRdolz90QI/AAAAAAAAADk/QWUbBRE0dqA/s72-c/delaborde.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5697490450589247770</id><published>2007-02-16T11:42:00.000Z</published><updated>2007-02-16T11:43:14.401Z</updated><title type='text'>Monumento Comemorativo da Batalha da Roliça.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdWYyVz90TI/AAAAAAAAAEI/3TVfyHp-q-4/s1600-h/rolica5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5032096149272383794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdWYyVz90TI/AAAAAAAAAEI/3TVfyHp-q-4/s200/rolica5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5697490450589247770?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5697490450589247770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5697490450589247770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/monumento-comemorativo-da-batalha-da.html' title='Monumento Comemorativo da Batalha da Roliça.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdWYyVz90TI/AAAAAAAAAEI/3TVfyHp-q-4/s72-c/rolica5.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4811248612177783299</id><published>2007-02-15T20:03:00.000Z</published><updated>2007-07-13T10:58:26.815+01:00</updated><title type='text'>A batalha da Roliça 2.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;No Alto da Columbeira o general Delaborde tinha uma visão esplêndida sobre o campo de batalha, mas continuava sem o menor indício da aproximação de Loison, três das suas companhias de infantaria estavam no Bombarral, para encaminhar essa divisão, no entanto os ingleses retomavam o seu avanço e para já só poderia contar com os seus 4.500 homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Wellesley por seu lado, insistiu em repetir a manobra da manhã e mais uma vez o centro avançou lentamente, os regimentos de infantaria sob o seu comando receberam ordens para só disporem as unidades ligeiras que, ao iniciarem a escalada, receberam um intenso tiroteio vindo de cima. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Nesta altura dá-se o episódio do coronel Lake, já descrito anteriormente e que forçou ao avanço geral de todos os restantes regimentos, cinco mil homens procuram então subir por todos os locais humanamente possíveis, com o 5th foot a avançar pelo Vale do Roto fazendo pressão na esquerda francesa, ao centro o 29th e o 9th foot e pela direita o 95th foot.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os ataques em várias frentes não conseguem romper as linhas francesas que resistem grande parte da tarde, bem protegidos que estavam nas suas posições, mas a pouco e pouco a relação de forças começa a pesar na balança e os regimentos ingleses progressivamente aproximam-se do topo e ao ultrapassarem as estreitas gargantas deparam-se com espaços abertos onde podem formar as suas linhas de fogo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Finalmente a aproximação das alas ditou o que Delaborde já previra e novamente surge o sinal para a retirada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Ao não receber os reforços por que desesperava, o seu plano saira frustado, Junot que deixara Lisboa encontrara-se sensivelmente ao início da tarde com Loison no Cercal, a uns meros 20km do local da batalha e onde se podia ouvir perfeitamente o troar dos canhões, mas a decisão foi a de levar esta divisão para Torres Vedras onde se reuniria o maior número de forças disponíveis e onde se traçaria um plano de campanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Sendo assim na Roliça e mais uma vez ordeiramente, os franceses retiram, a cavalaria colocada de reserva efectua algumas cargas controladas que impedem o avanço rápido dos ingleses, no entanto a poucas centenas de metros do Picoto situa-se a aldeia da Zambujeira, cujas ruas estreitas dificultam a passagem obrigando ao afunilamento de centenas de homens, aí uma retirada planeada e perfeitamente executada desorganiza-se, dando azo aos ingleses de capturarem a artilharia, as bagagens e mesmo alguns prisioneiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No casal da Esprega finda a perseguição, podendo Delaborde recuar então para o Bombarral, fazendo a junção com as companhias aí colocadas e continuando na direcção de Lisboa, no dia seguinte já estava em Montachique quando chegou a ordem para voltar para Torres Vedras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Pelas 5 horas da tarde tinham findado todos os combates do dia, os franceses haviam perdido 600 a 700 homens, entre mortos, feridos e prisioneiros, bem como bastante material, incluíndo os três canhões que tinham levado para a batalha. Já os ingleses perderam 474 homens, Wellesley não foi mais longe nesse dia apesar da sua clara vitória no campo, pois ainda havia o receio de ver aparecer Loison e de um contra ataque francês apanhar desprevenidas as suas forças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Nessa noite os seus pouco mais de 13.000 homens, bivacaram em formação de combate preparados para tudo, mas sem novidade, no dia seguinte retomaram o avanço para Sul.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4811248612177783299?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4811248612177783299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4811248612177783299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/batalha-da-rolia-2.html' title='A batalha da Roliça 2.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1901589805931083868</id><published>2007-02-14T16:25:00.000Z</published><updated>2007-04-09T13:15:12.045+01:00</updated><title type='text'>Os franceses em Lisboa 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A longa marcha desde Baiona estava quase no seu fim, a 29 de Novembro de 1807 Junot chega a Sacavém ao anoitecer, aí resolvendo pernoitar e receber as três deputações enviadas ao seu encontro, pelo conselho de regência, pelos comerciantes e pela maçonaria, que lhe asseguraram que em Lisboa tudo estava calmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Entra na cidade pela porta de Arroios às 9 horas da manhã do dia 30, mas desta vez não consegue fazê-lo de forma triunfal. Os populares que apesar do mau tempo se tinham concentrado no local, esperando ter um vislumbre daqueles "gigantes" que faziam tombar impérios europeus, mandam piadas ao ver apenas cerca de um milhar de homens esfarrapados, sujos de alto a baixo, com os pés a sairem das botas e tão famintos que não caminhavam - arrastavam-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O conde de Novion que era um emigrado francês e que comandava o corpo de polícia, ofereceu logo os serviços dos esquadrões de cavalaria aí presentes para prestarem as honras militares, dando descanso a esses soldados, sendo com essa escolta que Junot é conduzido pelo Intendente, Mouraria e Rossio até chegar a Belém, de onde corre para a bateria do Bom Sucesso, deixando ordens claras ao artilheiros para dispararem sobre toda e qualquer embarcação que tentasse sair da barra do Tejo. Depois disso só a galera &lt;em&gt;Chocalho&lt;/em&gt; o consegue fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os lisboetas não recebem logo em clima de revolta os franceses, tal como no resto do país, sentem-se abandonados pelas classes dirigentes e em certos circulos de uma burguesia literada fortemente adepta do iluminismo, a ideia que de França vinha alguém que pudesse reformar um território caído no marasmo e a atravessar uma grave crise económica, é por muitos acarinhada. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os que falavam francês chegam mesmo a confraternizar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; nos cafés e, principalmente no &lt;em&gt;Nicola&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;que já era um ninho dos ideiais progressistas, com os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;oficiais que chegavam e sonhavam com uma possível constituição portuguesa outorgada por Napoleão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Quanto a Junot, resolvidas as primeiras questões, faltava decidir quais seriam os seus aposentos, recusou os que lhe foram fornecidos pelo conselho de regência no palácio da Bemposta, preferindo alojar-se naquele que era o mais rico da capital propriedade do barão de Quintela, situado na rua do Alecrim, de onde estava a uma curta distância do Rossio onde gostava de assistir às paradas militares. Exigiu ainda que o senado do município lhe pagasse 12.500 cruzados mensalmente para fazer face às despesas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Thiébault que era o número 2 da hierarquia, alojou-se no palácio Ratton a expensas do seu proprietário e Delaborde, que ficou como comandante miltar da capital, aloja-se em casa de António de Araújo Azevedo, que tinha partido com a corte para o Brasil. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Há que referir que todos os oficiais tinham direito de alojamento e aquecimento em casas particulares, basicamente escolhiam a que mais lhes agradava e aí se instalavam, o que como é normal, nem sempre era do agrado dos seus proprietários, ainda para mais quando lhes era exigido também a alimentação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A restante soldadesca ficou em aquartelementos já existentes como os de Alcântara e de Belém, mas também no castelo de S. Jorge de onde foram expulsos os alunos da Casa Pia e nas fortalezas de S. Julião e Búgio. A grande maioria dos cerca de 10.000 estacionados em permanência, ficou em conventos requisitados para o efeito: Carmo, S. Domingos, Camilos, Jesus, Caetanos e Inglesinhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Para tratar dos doentes que afluíam em grande número e apesar das más condições oferecidas pelos hospitais militares, foi decidido utilizar os do convento do Beato (ou da Corte), o da Estrela e o da Marinha (quase vazio, dado que todos os efectivos tinham sido chamados para a viagem da família real). O convento da Graça e o hospital de S. José ficaram como unidades de apoio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os homens que iam chegando, ficavam a aguardar a reorganização do seu regimento, entretanto recebiam novos equipamentos, uma vez que as oficinas estavam a trabalhar em exclusivo para isso. Após um período de descanso, seguiam para as zonas consideradas de extrema importância para a defesa da capital como a fortaleza de Peniche, o convento de Mafra, etc. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Lisboa era como que o espelho do país, pobre, suja e desorganizada, animais de pequeno e grande porte vagueavam pelas ruas onde o lixo se acumulava, bem como todo o género de àguas inquinadas. A iluminação pública não existia, pelo que todos concordavam que sair de casa de noite só em caso de extrema urgência e o melhor era levar uma arma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Acúrcio das Neves no meio do ódio que nutria pelos franceses, reconheceu que os mesmos pelo menos ao mandarem limpar as ruas, organizarem patrulhas de polícia e iluminarem certas ruas, melhoraram o ambiente da cidade,tornando-a mais segura e o ar mais respirável&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1901589805931083868?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1901589805931083868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1901589805931083868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/os-franceses-em-lisboa-1.html' title='Os franceses em Lisboa 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2169134240087346393</id><published>2007-02-14T15:22:00.000Z</published><updated>2007-02-27T18:58:16.753Z</updated><title type='text'>Marcos António Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdMsgVz90OI/AAAAAAAAADM/F0jPx09sGaw/s1600-h/M.A.Portugal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031414142825517282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdMsgVz90OI/AAAAAAAAADM/F0jPx09sGaw/s200/M.A.Portugal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Lisboa 4 de Março de 1762 - Rio de Janeiro 1830.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Aluno do compositor João de Sousa Carvalho, aos 21 anos já era organista na Sé Patriarcal em Lisboa e aos 23 é nomeado mestre do Teatro do Salitre, onde as suas melodias se tornam bastante populares chamando a atenção da corte, que lhe encomenda obras religiosas para a Sé e para o Palácio de Queluz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Com a sua fama a crescer, consegue do monarca uma bolsa de estudo para Itália, onde reside de 1762 a 1800, fixando-se sobretudo em Nápoles, compondo algumas óperas de estilo italiano, entre outras obras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;De volta a Portugal é nomeado mestre da Capela Real e do Teatro de S. Carlos, em 1804 priva com o general Lannes, então embaixador de França na corte e que lhe encomenda um solene &lt;em&gt;Te Deum &lt;/em&gt;em honra da coroação de Napoleão. Talvez por isso em 1808 resolve permanecer em Lisboa, e a 15 de Agosto proporciona a Junot o seu último momento de lazer no nosso país. Esse era o dia do aniversário do Imperador e os franceses queriam uma grande comemoração solene em S. Carlos, pelo que Marcos Portugal lembrando-se de uma peça escrita anos antes com o &lt;em&gt;&lt;/em&gt;título de &lt;em&gt;Demofoonte, &lt;/em&gt;cujo libreto ressalta actos corajosos, escreveu nova música e levou-a à cena nesse dia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Após a derrota, é obrigado a penitenciar-se e sendo um dos mais brilhantes compositores do seu tempo, não lhe causa muitas agruras a partida dos franceses e num ambiente de alto fervor patriótico&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt; em 1808 compõe a obra &lt;em&gt;La speranza o sia l'augurio felice,&lt;/em&gt; cuja parte final é posteriormente adoptada como hino nacional até 1834, tomando o nome de &lt;em&gt;Hino do Príncipe&lt;/em&gt; e mais tarde &lt;em&gt;Hino de D. João VI.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1810 tudo muda novamente na sua vida, surgem novas acusações de jacobinismo, num cenário em que à menor denúncia as pessoas eram ostracizadas ou mesmo perseguidas, o que o leva a embarcar para o Rio de Janeiro onde é bem recebido pela corte e onde tudo lhe é perdoado podendo prosseguir a sua carreira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Doente em 1821 é forçado a permanecer no Brasil, não acompanhando o monarca de volta a Lisboa, perde todas as regalias que até então usufruia e morre em casa da marquesa de Aguiar que o acolhera, pobre e esquecido pela maioria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Deixou uma importante obra celebrada em Itália, França e Inglaterra, não será então tempo de olharmos pelos nossos autores, de termos uma verdadeira política de cultura que incentive a sua divulgação, em vez de andarmos a reboque do que meia dúzia de pessoas instaladas gostam e que pouco ou nenhum público conseguem atrair aos teatros?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2169134240087346393?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2169134240087346393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2169134240087346393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/marcos-antnio-portugal.html' title='Marcos António Portugal'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdMsgVz90OI/AAAAAAAAADM/F0jPx09sGaw/s72-c/M.A.Portugal.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6269710983960527641</id><published>2007-02-13T18:42:00.000Z</published><updated>2007-07-13T10:54:13.539+01:00</updated><title type='text'>A batalha da Roliça.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Ao receber notícias do desembarque dos ingleses em Lavos, o general Junot é forçado a reagir imediatamente, sabendo que grande parte do país foge ao controlo das suas forças estabelece como prioridade o combate aos ingleses. As forças portuguesas apesar de já apresentarem um número considerável, estão mal treinadas e mal equipadas, sem apoio externo não seriam grande rival para os franceses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Cabe ao general Delaborde a missão de vigiar o avanço para Sul do inimigo, sendo despachado com a sua divisão de cerca de 4.500 homens para a zona de Alcobaça, tem igualmente a incumbência de retardar e se possível mesmo travar a progressão, recebendo para isso o apoio da divisão Loison que entretanto regressava do Alentejo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No caminho, ao atravessar a zona Oeste depara-se com o terreno ideal para a manobra que tinha em mente e resolve montar o seu dispositivo, pois o terreno à volta de Alcobaça não se afigura promissor para o que tinha em mente. O vale no qual está inserida a cidade das Caldas da Rainha é entrecortado por algumas elevações, numa das quais se ergue a vila de Óbidos, 5km para sul da qual a planura do terreno é bruscamente interrompida pelos altos da Columbeira, uma formação rochosa, qual fortaleza natural com passagens muito estreitas até ao cimo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;É claramente visivel do alto das muralhas, tendo para Oeste o mar e para Este um terreno muito acidentado que se prolonga até à serra do Montejunto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As aldeias da Roliça e da Columbeira ficam no seu sopé, existindo ainda muitas linhas de àgua e outras pequenas elevações até se chegar ao seu topo, que uma vez &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;atravessado nos leva a outra aldeia, a Zambujeira e daí estamos a curta distância do Bombarral (cerca de 5 km).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Sensivelmente a meio caminho entre os altos da Columbeira e Óbidos existe uma pequena elevação sendo precedida por um pequeno ribeiro e tendo no topo um moinho, aí se colocaram algumas unidades francesas bem visíveis para o general Wellesley, que do alto do Moinho do Facho as observava desde os primeiros raios de sol do dia 17 de Agosto de 1808.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As ordens de batalha são transmitidas sem perda de tempo, Wellesley em pessoa comanda o centro do exército inglês com 3 brigadas de infantaria, mais 400 cavaleiros e 1 regimento de caçadores portugueses na rectaguarda, pela sua esquerda avança o major general R. Ferguson e o brigadeiro B. Bowes com 2 brigadas (já precavendo um possível ataque de flanco por parte de Loison) e pela direita avança o coronel Nicolas Trant com as forças portuguesas - 3 batalhões e 50 cavaleiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A ideia era efectuar uma manobra de cerco aos franceses, tendo para isso as forças que estavam no centro demorado bastante tempo a iniciar a marcha, fazendo rumbar os tambores e desfraldando ao vento as suas insígnias, nas palavras de Foy, uma magnifíca produção de uniformes vermelhos bem ordenados e armas que reluziam ao sol:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Havia neste espectáculo algo que impressionava a imaginação dos jovens soldados, que até então só tinham bandos de revoltosos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Trocaram-se os primeiros tiros com baixas para ambos os lados, mas no momento certo Delaborde ordena a retirada, podia ver da sua posição as alas que o começavam a cercar e ordeiramente, numa manobra previamente estudada, batalhão a batalhão retrocede disparando as suas armas de forma a que os ingleses não possam persegui-los de perto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Wellesley ao conquistar a posição percebe então a verdadeira intenção do seu opositor, na sua frente estão as escarpas do Alto da Columbeira. Toda a manhã fôra perdida nesta primeira refrega e agora a manobra tinha que ser repetida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Algo preocupa no entanto Delaborde, desta nova posição bastante elevada consegue avistar o Montejunto e por consequência a estrada que vinha do Cercal, mas de Loison nem sinal, dispõe na mesma as suas forças abrigadas por muros, arbustos ou mesmo rochas, protegendo assim as estreitas gargantas que permitem a caminhada até ao topo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6269710983960527641?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6269710983960527641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6269710983960527641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/batalha-da-rolia.html' title='A batalha da Roliça.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6346634972601387650</id><published>2007-02-13T18:08:00.000Z</published><updated>2007-02-14T16:10:39.579Z</updated><title type='text'>Maximilien Foy</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdI5H1z90NI/AAAAAAAAADA/BlisvKh0Fkc/s1600-h/Maximilien_Foy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031146540593172690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdI5H1z90NI/AAAAAAAAADA/BlisvKh0Fkc/s200/Maximilien_Foy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Nascido a 3 de Fevereiro de 1775 em Ham, região do Somme, Foy desempenha um papel muito sifnificativo durante a primeira invasão francesa. Combatente da revolução desde a primeira hora, distingue-se em diversos campos de batalha, mas a sua crença nos princípios republicanos vale-lhe alguns dissabores, nomeadamente a recusa da sua promoção a general em 1804 após se ter oposto à ascensão de Napoleão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Era um homem culto que nos intervalos proporcionados pelo tratados de paz, aproveitou para concluir os estudos de Direito Público e História Moderna. Servindo-se deles defendeu o general Moreau aquando da conspiração monárquica de Cadoudal, enfurecendo o imperador e só escapando de ser preso, porque entretanto tinha-se alistado no exército que ocupava a Holanda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em 1806 casa-se com a filha do general Baraguay D'Hilliers, um alto dignatário do Império e que consegue a sua nomeação para o exército encarregue de incorporar Veneza e seus territórios no reino de Itália, depois em 1807 parte para a corte de Istambul, onde organiza a artilharia turca nos dardanelos, impedindo o ataque de uma frota britânica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Após a morte do Sultão Selim III e a recusa dos janíssaros em acatar ordens de comandantes franceses, regressa à pátria, onde estando em preparação o exército de ocupação de Portugal, é-lhe confiado o comando da artilharia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No nosso país o seu profissionalismo e a forma como lidera a sua arma perante o descalabro do restante exército, fazem com que finalmente seja promovido a general. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Até ao fim do período Napoleónico tem uma carreira sempre em ascensão, cotando-se como um dos grandes comandantes da sua época, mas mais importante para a História foram as suas memórias, escritas de com um sentido crítico que é raro notar em outros autores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não se desligando da sobranceria com que os franceses tradicionalmente olham os povos peninsulares, descreve toda a primeira invasão, mencionando inclusive as pilhagens ocorridas e dando tanto quanto possível os números mais exactos que pôde encontrar dos exércitos em confronto. É mais uma visão dos acontecimentos, mas desta vez do lado francês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6346634972601387650?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6346634972601387650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6346634972601387650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/maximilien-foy.html' title='Maximilien Foy'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RdI5H1z90NI/AAAAAAAAADA/BlisvKh0Fkc/s72-c/Maximilien_Foy.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2318885651564458982</id><published>2007-02-13T17:54:00.000Z</published><updated>2007-02-04T22:15:21.672Z</updated><title type='text'>Visita aos locais da 1ª Invasão.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A Associação dos Amigos dos Castelos vai promover uma visita guiada com a duração de 1 dia a alguns dos lugares que fizeram a história da 1ª invasão francesa. Será no dia 10 de Março, com partida de Lisboa e todos os interessados poderão recolher mais informações no site &lt;a href="http://www.amigosdoscastelos.org.pt"&gt;www.amigosdoscastelos.org.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No dia 17 de Março ocorrerá outra, desta vez sob a égide da Associação de Defesa do Património de Óbidos com a colaboração de diversas outras entidades, ambas as visitas serão orientadas pelo Dr. Pedro Fiéis e pelo Dr. João Tormenta. Para mais informações está disponível o mail &lt;a href="mailto:aureahistorica@clix.pt"&gt;aureahistorica@clix.pt&lt;/a&gt;, após cada contacto faremos seguir o programa e o custo da viagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2318885651564458982?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2318885651564458982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2318885651564458982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/02/visita-aos-locais-da-1-invaso.html' title='Visita aos locais da 1ª Invasão.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-528882930655451837</id><published>2007-01-30T18:20:00.000Z</published><updated>2007-01-30T14:39:30.145Z</updated><title type='text'>Requisições</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Se uma constante houve ao longo da primeira invasão, essa constante foram as requisições. Noutro capitulo já foi referido que o exército francês dependia de si próprio para se abastecer, mas os seus generais levavam um pouco mais longe essa directriz.&lt;br /&gt;O general Loison exigiu dos monges de Alcobaça uma entrega semanal de 12 garrafas de vinho do porto, doces diversos, 3 garrafas de vinho da madeira, 6 arráteis de velas de cera, café, 2 presuntos, 6 galinhas e 3 perus, 6 dúzias de ovos, e 12 arráteis de açucar. Se conseguia comer tudo no espaço de uma semana não o sabemos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Curioso era o caso de outro general, Thomiéres que tinha a seu cargo a fortaleza de Peniche, nessa condição exigia do mesmo mosteiro 228 móios e 6 alqueires de trigo, cevada e legumes. Mas estes abstecimentos não chegavam à guarnição, eram por ele vendidos no mercado local a preços mais baixos, garantido-lhe um escoamento do produto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Junot pouco depois de se instalar em Lisboa, ordenou que fosse elaborada uma lista com todos os comerciantes e os seus rendimentos, após o que a cada um foi cobrada uma percentagem, servindo esse dinheiro para pagar algumas outras requisições, como sapatos para a tropa, vinho, etc. Nos primeiros meses pagaram em parte ou na totalidade aquilo de que necessitavam, depois e conforme se pode ver em documentos do arquivo histórico militar, avolumavam-se as queixas de pessoas cuja dívida não parava de crescer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Escusado será dizer que após a derrota nada foi pago, mas a pior requisição foi a do ouro e da prata das igrejas, para a cunhagem de moedas, tendo escapado uma autêntica fortuna para França.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-528882930655451837?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/528882930655451837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/528882930655451837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/requisies.html' title='Requisições'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1147203660525987699</id><published>2007-01-30T14:47:00.000Z</published><updated>2007-01-30T14:48:31.886Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rb9amJei3dI/AAAAAAAAAC0/yDmhnSArnng/s1600-h/Oman1to4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5025835320594324946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rb9amJei3dI/AAAAAAAAAC0/yDmhnSArnng/s200/Oman1to4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1147203660525987699?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1147203660525987699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1147203660525987699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/blog-post.html' title=''/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/Rb9amJei3dI/AAAAAAAAAC0/yDmhnSArnng/s72-c/Oman1to4.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5545708087506400</id><published>2007-01-29T13:05:00.000Z</published><updated>2007-01-29T13:37:56.571Z</updated><title type='text'>Portugal de Junho a Agosto de 1808.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Agosto de 1808 a situação do exército francês em Portugal não era nada favorável, a retirada das forças espanholas de volta para o seu país na sequência da revolta que aí estalara e a derrota e rendição do general Dupont em Baylén, significava que grande parte do território nacional já fugia ao seu controlo e que as comunicações com França estavam cortadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;As fortalezas de Almeida e de Elvas tinham sido guarnecidas na esperança do restabelecimento das linhas por onde poderiam vir os tão necessitados reforços, mas o número de soldados ao dispor de Junot diminuía na proporção em que aumentavam as revoltas. Tornou-se necessário alterar todo o dispositivo estabelecido anteriormente dispersando efectivos por vários locais da costa até à Figueira da Foz para prevenir desembarques, mantendo no entanto uma forte presença em Peniche. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Em Lisboa, cerca de 10.000 soldados mal eram suficientes para conter os ímpetos da população e as patrulhas tiveram de ser reforçadas, soldado que saísse sózinho não voltava. Nem mesmo os sucessivos fuzilamentos resolviam o problema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O corpo de exército do general Loison foi reforçado com o objectivo de fazer face às revoltas de que iam chegando conhecimento, mas no primeiro confronto para retomar o controlo da cidade do Porto onde estava a principal Junta que se opunha ao governo dos franceses, foi confrontado com resistência de populares na zona de Mesão Frio, sendo obrigado a retroceder ficando para trás a ponte de Amarante que lhe abriria o caminho. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Curiosamente a 22 de Junho ao regressar à capital tem uma pequena multidão a esperá-lo pois correra o boato de que tinha sido morto nesta refrega.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Voltou-se então para o Alentejo, onde o terreno não é tão acidentado podendo progredir mais rapidamente e aplacar revoltas como as de Vila Viçosa e Beja, tendo em Évora de enfrentar um combate terrível que causou bastantes baixas de ambos os lados, isto sem contar com os fuzilamentos que se seguiram à conquista da cidade por parte dos franceses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mal Loison retirou na direcção de Lisboa e já outras localidades, que acolheram os sobreviventes do combate, revoltaram-se horrorizados os seus habitantes com o que lhes contavam dos saques e violações cometidas, não podendo o general deixar guarnições atrás de si por entretanto ter recebido notícias do desembarque dos ingleses em Lavos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O Algarve era outra zona que estava perdida, a escassa presença de oficiais e soldados franceses, não era nem de perto suficiente para conter os revoltosos, sendo Olhão a primeira, muitas outras localidades lhe seguiram o exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Assim em meados de Agosto só mesmo a zona compreendida entre as Caldas da Rainha e Lisboa, estava efectivamente em posse dos franceses, cuja prioridade deixou de ser as revoltas, para passar a ser os Ingleses que avançavam rapidamente para Sul na direcção da capital, o confronto era inevitável. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Junot entretanto enviara o general Delaborde para a zona de Alcobaça, onde deveria recolher informações e se possível retardar o avanço do inimigo, necessitando para tal de encontrar o terreno ideal para um confronto dessa natureza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O antigo campo de batalha de Aljusbarrota de que lhe falaram, não era adequado às armas do século XIX, pelo que depois verificar que os ingleses vinham em sua direcção e que eram cerca de 15.000, resolveu retroceder para uma zona que atravessara havia poucos dias e que lhe parecera ideal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5545708087506400?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5545708087506400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5545708087506400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/portugal-de-junho-agosto-de-1808.html' title='Portugal de Junho a Agosto de 1808.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1616834479879111361</id><published>2007-01-28T14:54:00.000Z</published><updated>2007-01-28T15:11:49.611Z</updated><title type='text'>Frei António Pacheco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Numa época onde grande parte das populações eram analfabetas, não eram os poucos jornais que existiam que constituíam grande fonte de informação. Do mesmo modo os editais régios que iam aparecendo necessitavam de alguém que os soubesse ler para a população e só um local atraía gente em número considerável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Do alto dos seus púlpitos, os clérigos tinham autênticas tribunas de onde podiam influenciar o espírito daqueles que os escutavam. Frei António Pacheco, foi um desses homens que durante a primeira invasão soube aproveitar isso muito bem , graças aos seus dotes de oratória e podemos dizê-lo de "encenação".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um episódio ficou inscrito para a posteridade - na sequência da derrota de Loison em Mesão Frio e a captura de alguma da sua bagagem, onde se incluíam uniformes de gala, este frade subiu ao púlpito da Sé do Porto com o sentimento que a revolta da cidade e a formação da Junta ainda eram acontecimentos muito recentes e que ainda eram muitos os que vacilavam na sua adesão à mesma, pegou então num desses uniformes e colocou-o a seu lado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Invectivando os ânimos patrióticos, começou a bater-lhe com um pau, infelizmente não nos chegaram as palavras exactas que proferiu, apenas a reacção do povo que o escutava e que saiu da igreja aos gritos de "Morte aos Franceses", "Viva D. João" e "Fora com os Jacobinos", etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1616834479879111361?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1616834479879111361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1616834479879111361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/frei-antnio-pacheco.html' title='Frei António Pacheco'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-2023371579316535474</id><published>2007-01-26T13:00:00.000Z</published><updated>2007-01-28T12:41:03.640Z</updated><title type='text'>A medicina no teatro de guerra.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Recorre-se sempre às mesmas palavras para se descrever a medicina na época napoleónica, ou seja, não existiam condições de higiene e a amputação era o remédio mais prescrito - um soldado que fosse ferido em batalha, teria ainda de combater contra as infecções, perda de sangue e moscas, que resultavam na maioria das vezes em morte. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Outro problema era precisamente o da evacuação de feridos, sendo essa uma tarefa que por vezes demorava dias, pelo que quem podia caminhar encarregava-se de pelos seus próprios meios de encontrar o hospital de campanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os únicos analgésicos conhecidos eram o rum, brandy e um pedaço de madeira para morder. Alguns exércitos proibiam os seus homens de emitir qualquer som quando estivessem na mesa do cirurgião, que era utilizada sem qualquer limpeza. Será escusado dizer que com este tratamento as taxas de mortalidade eram elevadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Apesar de tudo a amputação também conduzia a uma rápida melhoria do soldado em questão, pois limpava os fragmentos da bala, de osso ou de tecidos mortos que poderiam originar graves infecções e os melhores cirurgiões sabiam que se actuassem rapidamente quando a pessoa ainda estivesse em choque depois de uma batalha, isso significaria uma menor presão sanguinea o que equivalia a uma menor perda de sangue.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RboecZei3cI/AAAAAAAAACo/9qbzNxpDknE/s1600-h/surgery_bowsaws.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5024361807509380546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RboecZei3cI/AAAAAAAAACo/9qbzNxpDknE/s200/surgery_bowsaws.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Usavam-se diversos tipos de serra consoante a parte a amputar, o pior é que depois de algumas horas de corte, as lâminas ficavam rombas e não eram substituídas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Claro que também se faziam pequenas cirurgias, se uma bala estivesse ao alcançe de um dedo era retirada, mais fundo do que isso ficava dentro do corpo. Rasgões causados por baionetas e desde que não tivessem atingido um orgão vital eram limpos e cozidos, geralmente com fio de algodão ou mais raramente com um fio muito resistente feito a partir de tendões dos animais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Dois nomes destacaram-se neste período - Dominique Larrey em França, que inventou uma ambulância para uma evacuação mais rápida dos feridos e James Macgrigor em Inglaterra, que inventou um hospital "pré-fabricado" que acompanhava o exército em campanha. Ambos perceberam que quanto mais depressa intervissem nos ferimentos, mais possibilidades de sobrevivência teriam os homens, mas os seus pedidos para que mais carroças fossem colocadas ao serviço dos corpos médicos esbarravam na constatação de que as mesmas já eram poucas para os abastecimentos que por sua vez não podiam entrar em ruptura ou tudo o resto parava.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Tirando as feridas, as doenças que mais mortes causavam quando um exército estava em movimento eram a desinteria, o tifo, pneumonia, diarreia, tuberculose. Feridas mal curadas davam origem a gangrena, outra grande preocupação, tal como fracturas que se não sarassem bem seriam um problema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-2023371579316535474?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2023371579316535474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/2023371579316535474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/medicina-no-teatro-de-guerra.html' title='A medicina no teatro de guerra.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RboecZei3cI/AAAAAAAAACo/9qbzNxpDknE/s72-c/surgery_bowsaws.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-504017537223053603</id><published>2007-01-23T13:41:00.000Z</published><updated>2007-01-23T13:42:04.968Z</updated><title type='text'>O Forte de Santa Catarina, Lavos.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbYQopei3bI/AAAAAAAAACc/UDrJGNo-cpY/s1600-h/figuera02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5023220724893146546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbYQopei3bI/AAAAAAAAACc/UDrJGNo-cpY/s200/figuera02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-504017537223053603?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/504017537223053603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/504017537223053603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/o-forte-de-santa-catarina-lavos.html' title='O Forte de Santa Catarina, Lavos.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbYQopei3bI/AAAAAAAAACc/UDrJGNo-cpY/s72-c/figuera02.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-5622057626849084734</id><published>2007-01-23T11:49:00.000Z</published><updated>2007-01-24T16:18:33.001Z</updated><title type='text'>O desembarque em Lavos 2.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;A 20 de Junho de 1808, sir Arthur Wellesley, zarpa de Cork a bordo da fragata &lt;em&gt;Crocodile&lt;/em&gt;, antecipando-se à restante esquadra, que ainda embarcava os cerca de 10.000 homens que iriam ficar sob seu comando. Tinha um objectivo simples, encontrar um local de desembarque.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Efectuou uma primeira paragem na Corunha, onde uma junta de governo recusou o auxílio militar inglês (ainda tendo bem presente que até há pouco eram inimigos e que Gibraltar e Cádis estavam nas suas mãos), mas não recusou o ouro e as armas também oferecidos. Aconselharam-no a desembarcar em Portugal onde estalara a revolta e onde era necessário urgentemente esse auxílio dado o estado do exército.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Dirigiu-se então ao Porto, onde é recebido por D. António de Castro, Bispo da cidade e Presidente da Junta Provisional do Supremo Governo, que acolhe a sua oferta de braços abertos e se dispõe a colaborar no que fosse necessário. Sózinhos os portugueses pouco poderiam fazer contra uma investida francesa, os regimentos estavam desorganizados, poucos possuiam o uniforme quanto mais as armas, os oficiais também eram poucos e é preciso não esquecer que os melhores estavam em França ao serviço de Napoleão na Legião Portuguesa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Carroças, gado e cereais são postos à disposição de Wellesley, bem como cavalos que não puderam ser embarcados na Irlanda, mas quanto a soldados só cerca de 1700 infantes e 200 cavaleiros se juntaram aos ingleses e ao ver o seu estado calamitoso, estes perceberam bem porquê. Organizada esta parte da sua viagem, embarcou novamente na &lt;em&gt;Crocodile &lt;/em&gt;e já em Julho, conferencia com o almirante Cotton&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; comandante da esquadra que bloqueava a embocadura do rio Tejo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O plano de operações fica estabelecido, a captura de Lisboa e do seu porto de àguas profundas onde poderia fundear uma esquadra e por onde chegariam reforços e abastecimentos era primordial, sendo assim um desembarque no Porto foi posto de lado pela longa caminhada que isso implicaria, aliado ao facto de ainda não poder dispor de todo o exército e das dificuldades com as provisões. Tornou-se necessário encontrar um local mais perto, numa costa que quanto mais para Sul, menos possibilidades oferecia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Excepção feita a Peniche, mas o seu porto estava protegido por uma poderosa e bem guarnecida fortaleza. A solução foi finalmente fornecida pelo almirante, ao referir que em Lavos, um forte na foz do rio Mondego, estava em posse de tropas britânicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 1 de Agosto inicia-se o desembarque, infelizmente o mar e apesar de se estar em pleno verão, apresentava-se com uma forte ondulação, provocando acidentes com os barcos e chegando mesmo a afundar alguns com os homens a bordo. Toda a operação se atrasou e prolongou-se até dia 5, altura em que chegou o corpo de Spencer proveniente de Cádis, levando a que fossem necessários mais três dias para ter toda a gente em terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No total foram necessários mais de 8 dias para que se iniciasse a marcha, Sir Arthur era um apologista de um bom comissariado que garantisse as necessidades do seu exército, mas teve que o organizar do zero, reunindo carroças e na falta de cavalos, bois para as puxarem. A maioria dos mantimentos continuariam por enquanto a serem fornecidos pela frota que o acompanharia ao largo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A 7 de Agosto, encontrou-se em Montemor-o-Velho com Bernardim Freire, posto no comando das tropas portuguesas pela junta do Porto. Ficou decidido que se reuniriam em Leiria nos dias 11 e 12, localidade onde receberam notícias de que a divisão de Loison deixara o Alentejo e que poderia aproveitar para atacar Coimbra e assim cortar as comunicações com o Norte. Tomaram também conhecimento que a divisão de Delaborde estava em Alcobaça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Wellesley aconselha então Bernardim Freire a ficar em Leiria e organizar melhor as seus homens, enquanto ele continuaria na rota prevista para Sul.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-5622057626849084734?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5622057626849084734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/5622057626849084734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/o-desembarque-em-lavos-2.html' title='O desembarque em Lavos 2.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-6290353668384583347</id><published>2007-01-22T21:23:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:49:38.796Z</updated><title type='text'>O desembarque em Lavos 1.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Os ecos da formação de uma junta governativa do reino no Porto para combater os franceses depressa chegaram a Coimbra, onde lentes e estudantes formam o Batalhão Académico que se vai distinguir particularmente ao longo da campanha peninsular. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;José Bonifácio de Andrade e Silva, que ensinava metalurgia foi um dos principais insurgentes e graças aos seus conhecimentos os laboratórios da universidade são utilizados para o fabrico de pólvora, que estava na sua maioria em mãos inimigas. Impulsionou igualmente o fabrico de balas e cartuchos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Foram buscar as armas que ainda estavam no arsenal da cidade, depositadas quando fora ordenada a extinção de regimentos e milícias e distribuem-se pela população para a defesa da cidade. Entretanto dada a adesão e para que houvesse uma melhor organização, o batalhão é dividido em duas secções - uma de lentes e outra de estudantes. A ultima destas vai ter a sua primeira jornada de glória na noite de 24 para 25 de Julho de 1808.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Um grupo de cerca de 40 estudantes comandados por António Zagalo, a quem haviam outorgado o posto de sargento, sai de Coimbra em direcção da Figueira da Foz, pois no forte de Santa Catarina, que protegia a foz do rio Mondego, estava uma guarnição francesa. Pelo caminho diversos populares juntam-se aos estudantes e o seu número já devia rondar as centenas ao chegarem perto do forte, pois os franceses que nessa altura não conseguiam comunicar com Lisboa e por isso também não recebiam reabastecimentos, rendem-se aos revoltosos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Não foi disparado um único tiro, mas é permitido que os 80 soldados retirem com armas e bagagens, na sua viajem para Sul recolhem também as guarnições da Nazaré e de S. Gião. De presença francesa nessa parte da costa, só fica a guarnição de S. Martinho que resolve entrincheirar-se e aguardar reforços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Entretanto no forte de Santa Catarina, os estudantes hasteam a bandeira real, o que chama a atenção dos ingleses que ao largo vigiavam atentamente e vinham inclusive muitas vezes a terra, adquirir produtos frescos e tentar obter informações. Assim ao aperceberem-se dos acontecimentos enviam 300 homens e artilharia para guarnecer o forte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-6290353668384583347?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6290353668384583347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/6290353668384583347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/o-desembarque-em-lavos-1.html' title='O desembarque em Lavos 1.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-4127347386219322236</id><published>2007-01-22T18:54:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:23:27.199Z</updated><title type='text'>Arthur Wellesley</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbUIo5ei3aI/AAAAAAAAACQ/pDfF5WsKcdg/s1600-h/wellesley.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5022930458118380962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbUIo5ei3aI/AAAAAAAAACQ/pDfF5WsKcdg/s200/wellesley.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt; Nascido em Dublin a 29 de Abril de 1769 (foi sempre muito susceptível quanto à sua origem irlandesa), era o quarto filho do Conde de Mornington. Estudou em Eton e na Academia Militar de Angers, em França, não se distinguindo particularmente até aos 20 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Como era prática usual entre os filhos da aristocracia a quem estava destinada uma carreira militar, a 7 de Março de 1787 foi-lhe comprada uma comissão por vontade de sua mãe, no 73th foot que estava então na Índia, mas nunca se chegou a juntar ao mesmo tendo permanecido no aquartelamento e depois transitado para outros regimentos. Neste periodo era um verdadeiro playboy, chegou a ter projectos para casar, mas foi recusado pela família da noiva por não ter perspectivas de futuro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A partir daqui a sua vida muda, especulando-se se foi este o acontecimento que o provocou, deixou de jogar e de beber e tentou melhorar as suas aptidões em ciência militar, algo que nenhuma academia ensinava, ao mesmo tempo voluntaria-se para combater. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Em Abril de 1793 foi promovido a major, estando então com o 33th foot, que cinco meses depois já comandava com o posto de tenente-coronel (muitas das suas promoções continuavam a ser compradas, algo que não era incomum em Inglaterra).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Em Junho do mesmo ano embarca em Cork com destino a Ostend, tomando parte na fracassada tentativa de invasão dos Países Baixos, distiguindo-se no entanto ao proteger com o seu regimento a retirada das restantes forças britânicas, mais tarde e ainda durante esta campanha é lhe confiado o comando de uma brigada. Recordando estes acontecimentos, disse mais tarde que ao menos aprendera como as coisas não deveriam ser feitas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Ainda com 33th foot é destacado para a Índia, onde chega a 17 de Fevereiro de 1797, reportando directamente a Lord Corwallis, coronel titular do 33th (como aristocratas de gabarito eram requisitados para outras funções, não servindo nos seus regimentos) e à época governador da colónia, posição que foi depois ocupado pelo seu irmão mais velho, o que lhe aumentou as possibilidades de progressão na carreira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Após um período calmo, em que aproveita para ler as melhores obras disponíveis sobre estratégia militar, em 1803 comanda duas importantes expedições contra exércitos Maharatas, treinados e armados por franceses. Contando com a rapidez de manobra e com o efeito de surpresa alcançado (percorre 16 milhas em 30 horas) derrota forças superiores em Assaye e Argaum e conquista a fortaleza de Gawilghur. Por estes feitos é promovido a major general, mas renuncia à patente, regressando a casa em 1805, com a reputação e a riqueza garantidas (a atribuição de prémios de vitória renderam-lhe alguns milhares de libras e recebe igualmente a primeira menção honrosa - Knight of the Bath). O facto de o seu irmão terminar o mandato não era alheio à sua decisão, uma vez que os dois protegiam-se mutuamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Recomeça as suas actividades como membro do parlamento da Irlanda, primeiro como deputado, sendo depois nomeado primeiro secretário, ainda assim toma parte na também fracassada expedição a Hannôver, que Austerlitz tornara impraticável. No verão de 1807 está novamente no campo de batalha, comandando a única força inglesa que verdadeiramente combate na Dinamarca, sai vencedor em Kioge, onde 1500 dinamarqueses são feitos prisioneiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Promovido a tenente general em 25 de Abril, a 15 de Junho já se encontra em Cork a preparar uma nova força expedicionária, que a princípio se destinaria à América do Sul, mas que após a eclosão das revoltas na Península Ibérica é para aí desviada, vendo nisso o governo inglês uma oportunidade de ouro para fazer a guerra a Napoleão longe das suas fronteiras e que pudesse conduzir outras nações de volta ao combate.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;Sendo o mais júnior dos oficiais superiores, o seu comando era temporário devendo ser sustituído por sir Harry Burrard, depois por sir Hew Dalrymple e finalmente por sir John Moore.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-4127347386219322236?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4127347386219322236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/4127347386219322236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/arthur-wellesley.html' title='Arthur Wellesley'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbUIo5ei3aI/AAAAAAAAACQ/pDfF5WsKcdg/s72-c/wellesley.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-1318138262662428057</id><published>2007-01-22T14:53:00.000Z</published><updated>2007-01-22T18:54:24.869Z</updated><title type='text'>Tenente Coronel George Lake</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbTvrpei3ZI/AAAAAAAAACE/NWxVr-6uL-I/s1600-h/colonel_lake_small.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5022903017572326802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbTvrpei3ZI/AAAAAAAAACE/NWxVr-6uL-I/s200/colonel_lake_small.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;As guerras proporcionam certos episódios que se não fossem trágicos, figurariam nos livros como caricatos, na Batalha da Roliça aconteceu um deles. O 29th foot (regimento de infantaria de linha inglês) tinha no seu comando o tenente coronel George Lake, um veterano das guerras da Índia tal como o próprio Arthur Wellesley e um apologista das cargas frontais com baionetas, muito audaz e corajoso em batalha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Os seus homens não tinham essa experiência, pois este regimento havia nove anos que não entrava em acção, sendo chamado para fazer parte da expedição que acabou por desembarcar em Portugal, carecia de veteranos que entretanto se retiraram, o seu baptismo de fogo ocorreria pois em solo nacional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;No dia do confronto, 17 de Agosto 1808, Lake vestiu-se com particular esmero, o uniforme regulamentar era dispensado por muitos oficiais, ele incluido e quando questionado sobre o porquê respondeu que poderia morrer naquele dia e ao menos queria ir elegante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;O seu regimento estava incorporado com o 82nd foot na brigada de Nightingale e na primeira fase da batalha não se fala dele, pois seguiu as ordens tal como Wellesley as ditara de manhã cedo, mas após a retirada francesa da primeira posição para o Alto da Columbeira, uma quase fortaleza natural dado o seu difícil acesso, começa a sua odisseia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Perante o cenário em causa,  foi ordenado aos regimentos que progrediam ao centro, como era o caso do 29th, para disporem apenas as suas companhias ligeiras e aguardar o avanço dos flancos para que se completasse uma manobra de cerco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;A travessia das aldeias e de diversas linhas de àgua atrasaram a progressão e o coronel Lake foi o primeiro a chegar ao sopé do monte, para demonstrar porque é que ele era a pior escolha para estar no comando durante um ataque que se queria de diversão. Desejoso de fama para si e para o seu regimento, decidiu-se a avançar em linha por uma das passagens e inicialmente foi bem sucedido surpreendendo algumas unidades francesas e dando azo a que alguns suíços desertassem para o seu campo, apertando as mãos aos ingleses diziam que não os queriam combater, que eram amigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Mas a sua recusa obstinada em descer do cavalo faziam dele um alvo para os atiradores inimigos, que não perderam a oportunidade, atingindo-o primeiro na garganta e depois no peito. Os seus homens incapazes de no estreito espaço de que dispunham de manter a formação, receberam fogo cruzado que lhes causou muitas baixas, precedido de um contra ataque organizado pelo general Brennier que os obrigou a retroceder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Pararam num pequeno bosque onde os franceses já não se atreveram a persegui-los, até porque entretanto chegavam outras unidades de apoio, no campo da refrega deixaram cerca de 30 prisioneiros, oficiais incluidos e cerca de 70 mortos, entre os quais figurava o seu comandante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:85%;"&gt;Para quem visita a Zambujeira dos Carros, seguindo na direcção do Alto da Columbeira e já depois de entrar numa estrada de terra batida, depara-se com um cruzamento, virando então para a direita e descendo encontra  o túmulo deste infeliz Coronel, morto sem a glória que desejava, mas imortalizado pela sua acção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-1318138262662428057?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1318138262662428057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/1318138262662428057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/tenente-coronel-george-lake.html' title='Tenente Coronel George Lake'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbTvrpei3ZI/AAAAAAAAACE/NWxVr-6uL-I/s72-c/colonel_lake_small.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33270407.post-9154876350982670636</id><published>2007-01-22T13:34:00.000Z</published><updated>2007-01-22T13:35:50.345Z</updated><title type='text'>Estrada Real Caldas Óbidos.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbS9r5ei3YI/AAAAAAAAAB4/6Ju0RIKCXPY/s1600-h/GoogleEarth_Image3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5022848046285905282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbS9r5ei3YI/AAAAAAAAAB4/6Ju0RIKCXPY/s200/GoogleEarth_Image3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33270407-9154876350982670636?l=invasoesfrancesas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/9154876350982670636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33270407/posts/default/9154876350982670636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://invasoesfrancesas.blogspot.com/2007/01/estrada-real-caldas-bidos.html' title='Estrada Real Caldas Óbidos.'/><author><name>P</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04408443030337546946</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_TmkCTai3t9Q/RbS9r5ei3YI/AAAAAAAAAB4/6Ju0RIKCXPY/s72-c/GoogleEarth_Image3.jpg' height='72' width='72'/></entry></feed>
